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    JOGOS PERDIDOS: O futebol em sua essência!
     


    O JOGOS PERDIDOS muda de casa!

    Fala, pessoal!

    O post de hoje é para anunciar o fim de uma era e o início de outra aqui no JOGOS PERDIDOS. Após mais de seis anos aqui no UOL e no endereço que se tornou uma espécie de referência para quem gosta do futebol "perdido", a partir dessa segunda-feira, 1ºde agosto, passamos a atender no nosso próprio endereço: jogosperdidos.com

    Só temos a agradecer ao UOL por esses anos todos por aqui, mas no novo endereço algumas funcionalidades sempre pedidas pelos nossos amigos serão finalmente disponibilizadas. Agradecemos também a todos que visitaram o nosso blog nesse longo tempo, em milhões de acessos, de todos os cantos do país e de lugares distantes fora do Brasil também.

    Mas é isso... É hora de nos desperdirmos do "jogosperdidos.zip.net" e rumarmos à uma nova etapa na busca de jogos perdidos por aí. Aguardamos todos na nova casa: jogosperdidos.com ... Muito obrigado!

    Equipe Jogos Perdidos



    Escrito por Algum membro do JP às 14h10
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    JP em jogo "achado" e histórico na Vila Belmiro

    Salve amigos!

    Peço licença a todos para fugir de nossa linha editorial. Mas um jogo como o dessa quarta-feira à noite não poderia ficar de fora de nosso blog. Antes de amarmos jogos perdidos, amamos futebol. E o que se viu na noite deste dia 27 de julho de 2011, no Estádio Urbano Caldeira, foi um verdadeiro espetáculo aos amantes do esporte bretão.

    O que era pra ser um presente para minha namorada-carioca-flamenguista Bruna foi algo inesquecível para os 13 mil presentes na Vila famosa. Em duelo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A 2011, Santos FC e CR Flamengo deram um verdadeiro show, recheado de estrelas do porte de Ganso, Neymar, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho, com direito a gol de placa, inclusive.

    Foto panorâmica da Vila Belmiro por ocasião da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

    A partida já se anunciava com grande destaque pela imprensa e transmissão ao vivo para todo o país, em TV aberta, exceto (salvo engano) Grande São Paulo e Baixada Santista, que assistiram outro duelo fantástico. No Santos, a estréia de Ganso, Neymar e Elano no campeonato. No Flamengo, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho, ex-melhor do mundo, se apresentando na cidade depois de mais de dez anos. De um lado, o atual campeão da Libertadores, de outro, o time mais popular do Brasil.

    Rafael intercepta ataque flamenguista. Foto: Estevan Mazzuia.

    Os donos da casa confirmaram o bom momento e foram pra cima do onze rubro-negro como um rolo-compressor. Aos 4 minutos Neymar fez grande jogada pela intermediária e Borges, na sequência, fuzilou Felipe. O Flamengo respondeu com duas boas chances de Ronaldinho Gaúcho empatar, mas Neymar estava impossível. Desta vez, pela direita, o garoto fez água na defesa rubro-negra e bateu para a defesa de Felipe. Neymar se aproveitou no rebote, e tocou de bicicleta, para o arremate de Borges: 2 a 0.

    Ataque do peixe pela direita. Foto: Estevan Mazzuia.

    Aos 20 minutos, após cruzamento da direita, Deivid perde um gol incrível: com Rafael batido, o ex-santista tocou para o gol com uma perna artilheira, mas o outro pé fez as vezes de zagueiro, uma lance digno de Inacreditável Futebol Clube.  A resposta veio a galope, novamente pelos pés de Neymar. Mas desta vez, foi desnecessária a colaboração de Borges. O menino entortou Ronaldo Angelim, que está procurando a bola até agora, e ampliou para o Peixe. GOLAÇO DE PLACA, SELO JP PRA ELE!!!

    Lance da primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Com 3 a 0 no placar, em apenas 25 minutos de jogo, a fatura parecia liquidada, e o Flamengo procurava uma sacola maior pra levar as bolas para o Rio de Janeiro. Enquanto eu sacaneava a Bruna, ela exigia respeito. Seu time mostrou o porquê, em apenas seis minutos. Com duas jogadas iniciadas pela direita, o Mengão fez dois gols, com Ronaldinho Gaúcho sozinho na pequena área, após falha grotesca de Rafael, e com Thiago Neves, aos 31 minutos.

    O Flamengo até empatou, mas foi assinalado impedimento, corretamente. Em seguida, Willians cometeu pênalti em Neymar. A torcida pediu Elano, demonstrando amplo apoio ao atleta, que atravessa uma péssima fase. O jogador preferiu entregar a bola ao goleiro Felipe, em uma cavadinha ridícula, e adiou sua remissão.

    Pênalti perdido por Elano. Foto: Estevan Mazzuia.

    Aí aconteceu o que seria inimaginável minutos atrás: Deivid sobe mais alto do que a zaga, em cobrança de escanteio pela esquerda, e empata a partida ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, o Peixe não mostrou sinais de abatimento, e Neymar colocou o time novamente em vantagem, aos 5 minutos. Aos 22 minutos, Ronaldinho cobrou uma falta com maestria, demonstrando a malandragem e a genialidade brasileira, se aproveitando a subida da barreira e batendo por baixo, bem fraquinho. Surpreendido, Rafael nem se mexeu.

    Detalhe do quarto gol do Flamengo. Foto: Estevan Mazzuia.

    O jogo continuou bastante disputado, com jogadas brilhantes de ambos os lados, enchendo os olhos de todos. Neymar perdeu a chance de desempatar, e o Flamengo acabou conseguindo virar a partida, após outra bela jogada de Ronaldinho Gaúcho, aos 35 minutos, que deu números finais ao espetáculo.

    Detalhe do gol que deu números finais ao confronto. Foto: Estevan Mazzuia.

    Apito final da partida histórica. Foto: Estevan Mazzuia.

    Fim do show, Santos 4x5 Flamengo. O Peixe continua com 3 jogos a menos, mas as pretensões nesse Brasileirão devem ficar mais modestas se não vencer essas 3 partidas. Já o Mengão manteve a invencibilidade de maneira irretocável e, pela forma como o fez, deve embalar e é seríssimo candidato ao caneco.

     

    Placar final da partida e Bruna, orgulhosíssima de seu time. Fotos: Estevan Mazzuia.

    Nada do que foi narrado aqui será novidade quando for lido. Ainda assim, merece ser eternizado também pelo JP. Peço desculpas por não ter conseguido expor em palavras a emoção de ter estado presente no estádio. Mas em uma palavra, definirei minhas impressões gerais: INESQUECÍVEL.

    Foi isso!

    Abraços

    Estevan



    Escrito por Algum membro do JP às 09h25
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    Juventus vence o Taubaté e é vice-líder do Grupo 4 da Copa

    Fala, pessoal!

    Depois de muito tempo acompanhei um jogo de futebol perdido numa agradável tarde de quarta-feira. Após quase três meses sem ver o time profissional do Juventus, estive no Estádio Conde Rodolfo Crespi, a Rua Javari, para o terceiro jogo do time da Móoca na Copa Paulista de Futebol, agora contra o Taubaté.

    Levei apenas meia hora da minha casa até as dependências do templo grená. Logo ao entrar já encontrei alguns dos figuraças que sempre pintam ali, como o Sergio Manjuillo e o Jurandyr. Do JP, o Victor se fez presente, assim como o seu Natal, depois de vários carnavais fora das páginas virtuais do blog. Minutos depois fui autorizado para fazer as imagens das equipes, exclusividade do blog:

    CA Juventus - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    EC Taubaté - Taubaté/SP. Foto: Fernando Martinez.

    O campeonato ainda está começando, e as equipes tinham feito apenas duas partidas até então. O Juventus somava uma vitória e uma derrota, enquanto o Burro da Central empatou uma vez e perdeu outra. Para esse jogo, o Moleque Travesso queria fazer valer o fator casa e conquistar os três pontos.

    Camisa 4 do Juventus pedindo falta pela direita do ataque. Foto: Fernando Martinez.

    A equipe local começou com tudo, encurralando o Taubaté no seu campo de defesa e não dando maiores chances ao time visitante. O Juventus mostrou boa qualidade na troca de passes entre seus atacantes e criou boas oportunidades de gol. Essa superioridade foi premiada aos 8 minutos, com um belo gol de Luizinho. Ele cobrou falta pela lateral esquerda, muito longe do gol. Mas a pelota pegou um efeito fantástico e, sem que o goleiro Wágner chegasse a tempo, entrou no canto direito.

    Zagueiro do Taubaté e atacante juventino apostando corrida. Foto: Fernando Martinez.

    Saída firme do goleiro Wágner no tempo inicial. Foto: Fernando Martinez.

    Diferente do que estamos acostumados a ver, os grenás não se acomodaram mesmo na frente do placar. Mas o time não conseguiu ampliar a vantagem nos minutos seguintes. O Taubaté aos poucos foi se equilibrando na cancha e levou relativo perigo à meta local. Mas ao final da primeira etapa o Moleque Travesso chegou ao segundo gol. Ele veio aos 42 minutos, com um belo chute de Pablo. No intervalo, a vantagem do onze paulistano era de 2x0.

    Bom ataque grená pela direita. Foto: Fernando Martinez.

    Para o segundo tempo, fomos acompanhar novamente o ataque do Juventus com o sol na cara, atrás do "gol das goiabeiras" (só quem é das antigas se lembra disso). Mas nos minutos iniciais do tempo final, o jogo foi todo do Taubaté. A equipe azul se lançou ao ataque, e conseguiu diminuir o marcador aos 10 minutos. Após cruzamento pela direita, o eterno Gilsinho resvalou de cabeça e marcou o seu.

    Boa cobrança de falta para o Burro da Central, que obrigou o goleiro juventino a fazer grande defesa. Foto: Fernando Martinez.

    O Taubaté chegou perto da igualdade, mas aos poucos o Juventus voltou a colocar a cabeça (e os pés) no lugar e voltou a incomodar bastante o arqueiro Wágner. E numa escapada rápida pela direita aos 30 minutos, Nem avançou e, mesmo com marcação firme da zaga do Taubaté, chutou cruzado para fazer o terceiro.

    Lance do terceiro gol juventino na partida. Foto: Fernando Martinez.

    A peleja estava quase definida, e enquanto os minutos finais rolavam, conversávamos com o amigo Fernando Galuppo e também descobrimos que o pessoal da Revista Placar estava por lá fazendo algumas imagens para uma futura matéria falando dos estádios "menores" da Grande São Paulo. Será que podemos esperar algo realmente interessante?

    Num belo final de tarde, lance do jogo Juventus x Taubaté. Foto: Fernando Martinez.

    O jogo seguiu sem mais alterações no marcador e terminou com o placar de Juventus 3-1 Taubaté. A vitória deixou o time paulistano na segunda posição do Grupo 4 com seis pontos, atrás do surpreendente Taboão da Serra. Já o Taubaté, ainda com um ponto, fica no 9º e último lugar da chave.

    Após o jogo ainda consegui uma carona com o seu Natal até o meu lar, doce lar. O amigo taxista ainda deu uma "carona solidária" ao nosso amigo Juraci Nascimento, deixando o mesmo mais longe do que estava do seu destino final. Faz parte!

    Até a próxima!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 19h35
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    Esquadrão Calunga mata o Leão na Caneleira

    Salve, amigos!

    Dando continuidade à minha cobertura da 13ª rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Profissionais de 2011, em seu grupo 6, no último domingo compareci à Caneleira, para acompanhar a disputa entre o Jabaquara AC e o São Vicente AC, por uma vaga na segunda fase

    Em companhia de minha namorada-ajudante, Bruna, debaixo de um forte e bem-vindo sol, realizei as fotos oficiais da partida. Destaque para a presença do árbitro da decisão do Paulistão 2011:

    Jabaquara AC - Santos/SP. Foto: Estevan Mazzuia.

    São Vicente AC - São Vicente/SP. Foto: Estevan Mazzuia.

    Arbitragem, composta por Luiz Flávio de Oliviera, Mário Nogueira da Cruz, Daniel Luis Marques e Eleandro Pedro da Silva, com os capitães Marcão (SV) e Beto (JAC). Foto: Estevan Mazzuia.

    Visão panorâmica da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

    Durante toda a semana esperei pelo duelo, acreditando muito que o Jabaquara pudesse vencer e levar a disputa pelas duas vagas restantes para uma emocionante rodada decisiva. Tenho acompanhado bastante a equipe vicentina. Já disse por aqui, e reafirmo, acredito que tenha mais condições de subir do que a própria AA Portuguesa, entre as equipes da Baixada. Ainda assim, eu acreditava bastante no Jabuca.

    E o Leão não decepcionou no início da partida, indo pra cima da equipe alvi-negra. Afinal, se o empate era suficiente para garantir os meninos da primeira cidade do Brasil na segunda fase, o pessoal da Caneleira teria que vencer, para manter acesas as suas chances.

    Lance da primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Mas a primeira chance real foi vicentina, em contra-ataque, com Andrew jogando na área e quase encobrindo o arqueiro jabaquarense. E foram os visitantes que abriram o placar, em outro contra-ataque. Aos 16 minutos, Waguininho foi lançado e se aproveitou da antecipação de Gomes, tocando por cobertura.

    Detalhe da bem posicionada defesa vicentina. Foto: Estevan Mazzuia.

    O gol deu confiança aos visitantes, e deixou a equipe da casa um tanto nervosa. O resultado veio aos 29 minutos: Lino cruzou da esquerda, na cabeça de Waguininho, que cabeceou pra baixo, atrapalhando Gomes, e marcando o segundo gol. O terceiro quase saiu aos 42 minutos, após bela jogada de Rico pela direita: o jogador bateu cruzado, com perigo ao gol de Gomes, mas a bola foi pra fora.

    Disputa de bola na primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Em um balanço da primeira etapa, o Jabuca pouco chegou ao gol visitante, e quando o fez, com pouco perigo. O placar reverso de 2 a 0 deixava a torcida bastante desacreditada. No intervalo, em uma rápida troca de palavras com Seu Hilário, pude constatar que a eliminação começava a ser digerida.

    Veio a segunda etapa, e nela o Jabuca precisaria de, pelo menos, três tentos. Aos nove minutos, veio o primeiro, e com ele, um lampejo de esperança: o oportunista Edgard desviou para dentro, após cruzamento da esquerda.

    Disputa aérea pela bola. Foto: Estevan Mazzuia.

    Mas o tempo passava e o empate não saía. Aos 29 minutos veio um banho de água fria: Tico cobrou falta da esquerda, Gomes defendeu a tentativa de Pedro Henrique, mas não teve sucesso no rebote. O zagueiro-capitão-artilheiro Marcão ampliou, para delírio da torcida visitante, que registrou boa presença.

    Lance do terceiro gol vicentino. Foto: Estevan Mazzuia.

    Precisando de 3 gols em 15 minutos, o Jabuca foi para o “abafa”, e acabou descontando aos 35, novamente com Edgard, que se aproveitou de uma sobra após cruzamento da direita e bateu forte para marcar o segundo dele e do Leão na partida.

    Bola na área vicentina. Foto: Estevan Mazzuia.

    O gol reacendeu a partida, pois dois gols em 10 minutos não seria uma tarefa impossível, ainda mais se a equipe da casa aproveitasse o momento e empatasse rapidamente. Mas do outro lado estava um time que jogava com o placar, e com muita tranqüilidade administrava o resultado, sabendo que nem mesmo uma derrota impediria o sonho da classificação.

    Momento do “abafa” jabaquarense. Foto: Estevan Mazzuia.

    Foram dez minutos nervosos, com cinco expulsões, três delas para os donos da casa. Apesar do sufoco, o São Vicente resistiu bravamente, e viu o Leão morrer em seu território. Fim de jogo, Jabaquara 2x3 São Vicente. O resultado garantiu, também, a classificação da AD Guarujá, e transformou a rodada final em uma singela briga por colocação na tábua de classificação, o que refletirá na composição dos grupos da fase seguinte.

     

    Detalhe da torcida vicentina presente no Estádio Espanha e a comemoração do Esquadrão Calunga. Fotos: Estevan Mazzuia.

    Parabenizando e desejando, desde já, boa sorte a AA Portuguesa, EC São Bernardo, São Vicente AC e AD Guarujá, na sequência do certame, despeço-me por aqui. Foi isso!

    Abraços

    Estevan



    Escrito por Algum membro do JP às 06h00
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    Palmeiras vence a primeira pela Copa Paulista

    Olá,

    Depois de ter acompanhado a partida Capivariano x Primavera, no sábado à tarde, pela Segundona, no domingo pela manhã, fui ao lendário Estádio Conde Rodolfo Crespi, carinhosamente chamado de Rua Javari, com o objetivo de conferir o jogo S.E. Palmeiras x União Agrícola Barbarense F.C., válido pela segunda rodada da primeira fase da Copa Paulista de Futebol em seu Grupo 3. Vale lembrar que o time esmeraldino está disputando essa competição com um elenco alternativo.

    Esse jogo representava a chance a um dos dois times conseguir a reabilitação na competição, uma vez que ambas foram derrotadas na primeira fase, sendo que o Palmeiras perdeu para o Red Bull, em Campinas, por 1 x 0, enquanto o União Barbarense foi derrotado, em casa, pelo XV de Piracicaba por 2 x 0. Portanto, a vitória era muito importante para a equipe vencedora embalar na disputa. 

    Sem mais demora, vamos com as fotos oficiais da partida, as quais estão apresentadas abaixo e são exclusivas:

    S.E. Palmeiras - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    União Agrícola Barbarense F.C. - Santa Bárbara D'Oeste/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem ao lado dos dois capitães. Foto: Orlando Lacanna.

    Quando ingressei no gramado, chamou a minha atenção a ausência do placar eletrônico, ocupando o seu lugar o antigo marcador de madeira. Os nomes "Palmeiras" e "Visitante" foram escritos manualmente, sendo que o nome do Verdão não estava lá essas coisas. Não deixa de ser uma curiosidade.

    Placar à moda antiga com o nome "Palmeiras" não muito caprichado. Foto: Orlando Lacanna.

    Bem, agora indo de bola rolando, a partida começou com boa movimentação, com as duas equipes buscando sair para o ataque, embora esbarrando nos fortes esquemas de marcação. A briga pela posse de bola era intensa, pois aonde a redondinha estava, havia sempre alguns atletas lutando pela sua posse.

    Disputa de bola pelo alto e mais sete atletas aguardando a sobra. Foto: Orlando Lacanna.

    Ao longo dos primeiros 25 minutos, o Palmeiras levou uma ligeira vantagem nas ações, tendo criado uma ótima oportunidade, aos 24 minutos, numa bela escapada de Georginho pela direita, cuja conclusão foi pra fora para alívio do goleiro Dida que ficou só torcendo. Dois minutos depois, outro bom momento alviverde vivido novamente por Georginho, que acabou chutando em cima da zaga. 

    Primeira chance desperdiçada pelo Palmeiras no tempo inicial. Foto: Orlando Lacanna.

    Nos últimos 10 minutos, o União Barbarense deu uma apertada da defesa verde, tendo criado uma boa chance, aos 35 minutos, através do camisa 11 Caihame, num chute cruzado que foi desviado para escanteio pelo goleiro Alemão. Aos 43 minutos, foi a vez do centroavante Emílio obrigar o bom goleiro alviverde a praticar outra boa defesa, desviando para escanteio. Na sequência, Caihame cabeceou com perigo para fora.

    Mais alguns minutos de intensa disputa e o primeiro tempo foi encerrado sem que ninguém mexesse no placar, ficando para a segunda etapa a expectativa do surgimento de mais emoção.

    Disputa de bola junto à lateral. Foto: Orlando Lacanna. 

    Na segunda etapa, o União Barbarense voltou mais aceso e deu trabalho ao setor defensivo do Palmeiras, em especial ao goleiro Alemão, que praticou excelente defesa, aos 8 minutos, neutralizando um desvío de cabeça do camisa 6 Jefferson, após cobrança de falta pela meia-direita. O goleiro se esticou todo e desviou para escanteio a bola que iria entrar no canto baixo direito. Foi uma defesa portentosa.

    Ataque do União Barbarense pela esquerda no início do segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    Defesa espetacular de Alemão do Palmeiras. Foto: Orlando Lacanna.

    Após a ótima defesa de Alemão, o Palmeiras desceu com velocidade pela direita e um cruzamento milimétrico encontrou a cabeça de Amoroso, que mandou a bola para o fundo da meta alvinegra, decretando a abertura da contagem. Tudo isso aconteceu na marca dos 10 minutos.

    Atrás no marcador, o União Barbarense foi pra cima e, aos 16 minutos, só não chegou ao empate, graças a outra excelente defesa de Alemão, que desviou tiro traiçoeiro de Emílio para escanteio. Na sequência, o camisa 8, Cris assustou com um tiro cruzado que tirou tinta do poste esquerdo. 

    Mais uma boa defesa do goleiro Alemão. Foto: Orlando Lacanna. 

    Aos 20 minutos, o Palmeiras voltou a forçar o campo de ataque e bom meia Gilson quase aumenta o placar, num bonito giro no interior de área que passou por cima do travessão. Na marca dos 36 minutos, não teve jeito e o onze paulistano chegou ao seu segundo gol, anotado por Júlio César, após receber lançamento primoroso de Gilson pelo meio da defesa barbarense.

    Momento exato do toque de Júlio César ao marcar o segundo gol esmeraldino. Foto: Orlando Lacanna.

    Com 2 x 0 a favor e faltando menos de dez minutos para o encerramento da partida, tudo levava a crer que a fatura estava liquidada, mas como acontece nos times dirigidos pelo técnico Claudemir Peixoto, o União Barbarense não se entregou e foi à luta, chegando a conseguir a diminuir a diferença, aos 42 minutos, através de um gol de cabeça de Da Silva.

    Apesar de todo esforço alvinegro, a partida foi encerrada com o placar de madeira indicando Palmeiras 2 - 1 União Barbarense, que reabilitou o time paulistano, deixando-o na 4ª posição com 3 pontos, enquanto o time de Santa Bárbara D'Oeste continua sem pontuar na competição, ficando agora na 7ª posição, só à frente do São Bento, que também não pontuou, mas tem um saldo de gols pior.

    Tão logo a partida foi encerrada, deixei o estádio em companhia de um velho amigo, o Milton Haddad e fomos almoçar na tradicional Esfiharia Juventus, colocando o papo em dia e discutindo muito futebol e outros assuntos de transcedental importância. Depois a pedida foi curtir o Brasileirão pela telinha. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 18h45
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    Cotia vence o Elosport e também se garante na segunda fase da Segundona

    Fala, pessoal!

    Depois da rodada dupla gelada no sábado, o domingo me reservou a chance de visitar um estádio que nunca tinha visitado antes. Falo do Estádio Euclides de Almeida, em Cotia, palco do jogo entre o time local, Cotia FC, contra o sempre simpático Elosport de Capão Bonito. O jogo foi válido pelo Grupo 4 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

    Nessa jornada tive a companhia do amigo Rodrigo Colucci e também dos seus pais. Me encontrei com eles na Zona Oeste paulistana e dali seguimos de carro até a cidade da Grande São Paulo. É bastante fácil chegar no Euclides de Almeida, e mesmo com um atraso do que vos escreve, chegamos no estádio antes que as equipes entrassem no gramado.

    Cotia FC - Cotia/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Elosport CB - Capão Bonito/SP. Foto: Fernando Martinez.

    O simpaticíssimo quarteto de arbitragem da partida composto pelo árbitro Antênio Rogério do Prado, os assistentes Celso Barbosa de Oliveira e Daniel Paulo Ziolli e o quarto árbitro José Roberto Marques. Na foto, também os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

    Como várias equipes fazem nesse final da primeira fase, o Elosport joga apenas para cumprir tabela, pois a campanha desse ano ficou abaixo do esperado. Já para o Cotia, ex-Campo Limpo e que em 2011 disputa seu primeiro ano na nova cidade, o campeonato tem rendido bons frutos e uma vitória nessa partida significava a classificação antecipada para a segunda fase.

    Boa investida ofensiva do Cotia pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.

    Após um bom papo com o quarto árbitro José Roberto Marques, fui acompanhar o ataque local durante o primeiro tempo. Mas de forma até certo ponto surpreendente, o Elosport jogou de igual para igual durante maior parte do tempo inicial. O Cotia não acertava o pé e se afobava nas finalizações. A torcida local estava perdendo a paciência com as oportunidades perdidas.

    Boa cobrança de falta que encontrou a trave do goleiro do Elosport. Foto: Fernando Martinez.

    O pessoal ficou ainda mais bravo quando o Elosport abriu o placar aos 26 minutos. Após boa jogada pela esquerda, o camisa 9 Rai entrou na área, tirou do zagueiro e chutou no contra-pé do goleiro Wágner. Na saída de bola o Cotia perdeu a melhor chance até então. A bola foi cruzada da esquerda, e o camisa 11 Leonel chutou pelo alto, sem goleiro, fazendo um verdadeiro "field goal".

    Mais uma boa chegada dos donos da casa. Foto: Fernando Martinez.

    Mas estar atrás no marcador fez com que o Cotia colocasse a ordem natural das coisas para funcionar, e a equipe passou e criar mais oportunidades, fazendo com que o gol fosse questão de tempo. E para a alegria do bom público presente, o placar ficou igual aos 44 minutos. Depois de um bate-rebate na área, a bola bateu na trave e no rebote sobrou para o camisa 8 Rafael Silva. Ele tocou forte, o goleiro ainda tocou na bola, mas ela entrou no cantinho. O zagueiro Alemão ainda tentou salvar em cima da linha e se machucou no lance.

    Chance cotiana pelo alto no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Com o 1x1 no placar, a partida chegou ao seu intervalo. Fui fazer uma boquinha na lanchonete do estádio, e pude ver que ali eles vendem um delicioso pastel, com certeza um dos mais saborosos que já comi nos campos de futebol da vida. O intervalo também serviu para encontrar o amigo Syller, figurinha carimbada da Rua Javari e que estava lá para apoiar a equipe cotiana.

    Zagueiro Alemão protegendo a bola de atacante do Cotia. Foto: Fernando Martinez.

    Agora já não fazia tanto frio, mas mesmo assim voltei para o campo de jogo acompanhar novamente o ataque dos donos da casa. Durante o segundo tempo o Cotia foi muito superior ao Elosport, que caiu fisicamente e não foi páreo para o time azul. Logo aos 5 minutos o onze local virou o placar com um golaço do camisa 4 Felipe Alencar. Ele recebeu na esquerda e chutou do bico da área, colocando a pelota no ângulo esquerdo do arqueiro Wágner.

    Disputa de bola no meio de campo. Foto: Fernando Martinez.

    O terceiro gol aconteceu aos 15 minutos, e quem marcou foi o camisa 8 Rafael Silva, escorando um bom cruzamento da esquerda. Com o 3x1 estampado no placar do Euclides de Almeida o jogo ficou praticamente decidido. O Cotia teve a chance de ampliar ainda mais o marcador, mas não forçou muito. O Elosport criou chances para diminuir, mas não teve sucesso.

    Exato momento em que o arqueiro Wágner não encontra a bola e o jogador Rafael Silva faz o terceiro do Cotia. Foto: Fernando Martinez.

    Final de jogo: Cotia 3-1 Elosport. A vitória deixou o onze cotiano com 22 pontos, na segunda colocação do Grupo 4 e com a classificação assegurada, junto com Desportivo Brasil e Sumaré. A última vaga será definida no próximo domingo, com Primavera e Capivariano estão na briga. Já o time de Capão Bonito permanece com os mesmos cinco pontos, e já pensando no planejamento para 2012.

    Após o jogo ainda ficamos muito tempo ali nas dependências do estádio conversando com o pessoal das duas equipes e integrantes da diretoria do Cotia FC. Fui presenteado com uma camisa oficial da equipe. Também encontrei o ex-jogador Wladimir, que simplesmente é a pessoa que mais vezes vestiu a camisa corintiana na sua centenária história. Uma honra. Meia hora depois voltamos para São Paulo e ganhei uma carona até o Metrô Vila Madalena. Uma hora depois, já estava em casa para acompanhar a final da Copa América 2011.

    Até a próxima!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 12h21
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    ECUS vence o Guarulhos e ainda tem chance de se classificar no Grupo 5

    Opa,

    Guarulhos, Osasco e Suzano. Essas eram as minhas três opções para acompanhar um jogo do Campeonato Paulista da Segunda Divisão no sábado à tarde. Como o frio estava intenso, a preguiça não ia embora do meu ser então acabei escolhendo a opção menos difícil, a cidade de Guarulhos. Lá a equipe local, a AD Guarulhos, enfrentaria o ECUS de Suzano pela penúltima rodada da primeira fase do Grupo 5.

    Consegui chegar cedo no Estádio Antônio Soares de Oliveira, e aproveitei então para bater uma xepa esperta num boteco das redondezas. Com a barriga cheia, e já dentro do estádio, encontrei o amigo Francisco Tardivo, e abnegado pesquisador do futebol guarulhense. Não demorou para que as equipes entrassem em campo.

    AD Guarulhos - Guarulhos/SP. Foto: Fernando Martinez.

    ECUS - Suzano/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Árbitro Márcio Roberto Soares, assistentes Luís Alexandre Nilsen e Edvânio Ferreira Duarte e o quarto árbitro Davi Balsas junto com os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

    Diferente do que estamos acostumados a ver, o Guarulhos se classificou com bastante antecedência para a segunda fase da competição. Já o ECUS ainda luta por um espaço na fase seguinte, e além de precisar vencer os seus dois jogos restantes, torce contra Joseense e União Suzano, que também disputam a última vaga da chave.

    Boa chegada do Guarulhos no começo da partida. Foto: Fernando Martinez.

    E jogando com um time-misto em virtude da classificação antecipada, o Guarulhos não jogou bem e deixou com que o ECUS mandasse no jogo. Mesmo assim, parte da torcida presente no estádio foi à loucura com a fraca apresentação do time local. Faltou paciência para a rapaziada!

    Zagueiro do ECUS cabeceando a pelota para longe. Foto: Fernando Martinez.

    Ataque do Guarulhos no final da etapa inicial. Foto: Fernando Martinez.

    Mas apesar de ter mais posse de bola e de criar mais chances, o ECUS não conseguiu furar o bloqueio defensivo da zaga guarulhense e o primeiro tempo terminou com o zero no placar. Fui para as cabines de imprensa na segunda etapa, mas o panorama da partida não mudou muito.

    Boa saída do goleiro visitante ainda no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    O onze suzanense continuava jogando melhor, mas não conseguia transformar esse domínio em gol. Mas aos 16 minutos os guarulhenses não conseguiram suportar e sofreram o primeiro. Depois de bola cruzada na área, o goleiro local trombou com o camisa 9 do ECUS, e a bola sobrou livre para Thales encher o pé e fazer o seu.

    Cobrança de falta perigosa para o ECUS no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

    O time visitante continuou levando enorme perigo ao gol adversário, mas não conseguiu chegar ao segundo gol. O Guarulhos teve várias oportunidades em contra-ataques cedidos pelo ECUS, mas o dia não era mesmo dos donos da casa e o placar não foi mais alterado até o apito final.

    O Guarulhos tentou o empate, mas não teve sucesso. Foto: Fernando Martinez.

    Final de jogo: Guarulhos 0-1 ECUS. Mesmo derrotado, o AD permaneceu na liderança do Grupo 5 graças à derrota do Jacareí para o União Suzano. Na última rodada a equipe joga contra o União Mogi e deve confirmar a liderança geral da chave ao final da primeira fase.

    Já o ECUS continua vivo em busca da vaga. O time subiu para 17 pontos, um atrás do União Suzano e com a mesma pontuação do Joseense. Se tivesse que apostar, apostaria na classificação do ECUS, pois o time pega o eliminado Manthiqueira em casa, enquanto o Joseense joga fora contra o Jacareí, e o União Suzano também atua longe da sua cidade contra o Primeira Camisa. É o grupo com maior emoção para a rodada final da fase inicial da Segundona 2011.

    Após o jogo saí correndo do estádio para não perder o ônibus que segue dali para o Metrô Armênia. Caindo de sono, cheguei em casa congelando, mas já começando a me preparar para a rodada matutina do domingo.

    Até lá!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 08h10
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    Nacional vende caro a classificação do Guarujá na Segundona

    Salve, amigos!

    Dando início à minha cobertura da 13ª rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Profissionais de 2011, estive no último sábado na cidade de Guarujá, a Pérola do Atlântico, para acompanhar a disputa entre a AD Guarujá, em busca por uma vaga na fase seguinte, e o Nacional AC, cumprindo tabela.

    Ao chegar ao simpático Estádio Antônio Fernandes, fui recebido pelo assessor de imprensa do Cavalo-Marinho, Beto Junior, a quem desde já agradeço a atenção dispensada a mim e minha namorada-ajudante, Bruna. Seguem as fotos oficiais da partida, com exclusividade para o JP:

    AD Guarujá - Guarujá/SP. Foto: Estevan Mazzuia.

    Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Estevan Mazzuia.

    Arbitragem composta por José Cláudio Rocha Filho, Vitor Carmona Metestaine, Risser Jarussi Correa e Allan da Silva Bonardi, com os capitães Léo Souza (ADG) e André (NAC). Foto: Estevan Mazzuia.

    visão panorâmica da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

    Precisando da vitória para se classificar, o cavalo-marinho foi para cima do onze ferroviário, e logo aos 11 minutos conseguiu acertar a trave, em chute de Buiu. Concentrando o volume de jogo no campo de ataque, a equipe do litoral abriu o placar aos 17 minutos, com o guerreiro Buiu, de cabeça, se aproveitando de uma falha na zaga ferroviária.

    Escanteio para o Guarujá. Foto: Estevan Mazzuia.

    Lance da primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Quatro minutos depois, o Guarujá quase ampliou, em mais um chute de Buiu, desta vez de fora da área. O segundo gol acabou saindo aos 38 minutos, em boa jogada de Luizinho, após rápido contra-ataque. Já no final da primeira etapa, Buiu quase marcou o terceiro, acertando um chute cruzado da direita, que levou muito perigo à meta defendida por Pedro Júnior.

    Detalhe do segundo gol do Guarujá. Foto: Estevan Mazzuia.

    Aos 42 a ADG chegou ao terceiro gol, por intermédio de Leandro, de cabeça, se aproveitando de cruzamento da esquerda. Segundo informações obtidas com colegas da imprensa, o jogador estreou na equipe, e é oriundo do SC Corinthians Paulista.

    Bola na área para cabeçada de Leandro. Foto: Estevan Mazzuia.

    Com 3x0 no placar, e um adversário que nada fez na primeira etapa, a expectativa da torcida era de grande goleada. Torcida que, diga-se de passagem, acompanhava a partida de um alambrado em um terreno vizinho ao estádio, vez que o mesmo encontra-se interditado. Aproveitei o descanso pra me abrigar da fria garoa que se abatia sobre a cidade, e fui às tribunas saborear alguns biscoitos praianos comprados na fila da balsa, em companhia do pessoal da NET cidade.

     

    Minha namorada e eu entre colegas da NET Cidade e a torcida acompanhando a partida de alambrado vizinho. Fotos: Estevan Mazzuia.

    Logo aos cinco minutos da segunda etapa, o Guarujá perdeu a chance de ampliar, com Saulo batendo à esquerda do gol. Mas a esperada goleada não sairia. Na verdade, o Guarujá pouco fez na segunda etapa além de se defender.

    Fofão realiza defesa.  Foto: Estevan Mazzuia.

    Aos 9 minutos, o Nacional descontou, após cobrança de falta da intermediária, por meio Ronaldo Félix, que havia entrado ainda na primeira etapa. Aliás, o técnico Tulio Tangioni fez as três alterações, incluindo a substituição do goleiro (entrou Felipe Silva, no intervalo), antes do início da segunda etapa.

    Bola pro campo do Guarujá: a tônica da segunda etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Aos 24 minutos do segundo tempo, em contra-ataque rápido, Bruno silva fez bela jogada individual pela esquerda, driblando dois zagueiros e o goleiro Fofão, e marca o segundo gol do onze visitante.

    Detalhe do segundo gol do Nacional. Foto: Estevan Mazzuia.

    Daí pra frente, o que se viu foi um Guarujá desesperado, não acreditando no que via. O tempo passava e o empate do Nacional amadurecia. A equipe chegou perto do terceiro gol em várias oportunidades, e a carruagem andava com destino a uma virada histórica.

    Aos 40 minutos, Bruno Silva pegou uma sobra de voleio, dentro da área, e bateu fraco, mas com muito perigo à meta defendida por Fofão. Nos cinco minutos finais, o Nacional foi para o abafa, numa fantástica demonstração de garra que encheria de orgulho o mais incrédulo membro da “Almanac”.

    Confusão na área do Guarujá, em momentos do “abafa” nacionalino. Foto: Estevan Mazzuia.

    Mas o empate não saiu, e o jogo ficou nisso mesmo: Guarujá 3x2 Nacional, resultado que garantiria o Guarujá na segunda fase da competição, caso o Jabaquara não vencesse o são Vicente no domingo. Jogo que acompanhei e postarei em breve o relato. Foi isso!

    Abraços

    Estevan



    Escrito por Algum membro do JP às 07h04
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    Primavera empata fora de casa e segue rumo à classificação na Segundona

    Olá, 

    Na última sexta-feira teve início a penúltima (13ª) rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão e, depois de uma semana sem acompanhar nenhum jogo dessa competição, no sábado à tarde, fui até a simpática cidade de Capivari, para ver de perto o que rolou na partida Capivariano F.C. x E.C. Primavera de Indaituba, válida pelo Grupo 4 do certame. O palco do jogo foi o belo Estádio Municipal Carlos Colnaghi

    Essa partida era de suma importância para os dois times visando a permanência na competição, pois reuniu o 5º colocado (Capivariano) com 17 pontos contra o 4º (Primavera) com um ponto a mais (18), lembrando que para a próxima fase passam os quatro primeiros de cada grupo. Portanto, estava diante de mais uma partida chamada de "seis pontos".

    Antes de resumir o que foi a partida, vamos com as fotos oficiais, sendo que nessa oportunidade me deparei com uma situação inusitada, que foi a atitude do camisa 10 do Capivariano, Ivan, que fez questão absoluta de posar ao lado dos árbitros e dos dois capitães e, por isso, aparecem dois aletas de vermelho junto do quarteto e do outro capitão. Por conta disso, ele (Ivan) foi nomeado como "sub-capitão". As fotos estão abaixo:

    Capivariano F.C. - Capivari/SP. Foto: Orlando Lacanna.  

    E.C. Primavera - Indaituba/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem comandado por Aurélio Sant'anna Martins e seus assistentes Luiz Quirino da Costa e Claudson Lincoln Beggiato, além do 4º árbitro Eduardo Dull ao lado dos dois capitães e do "sub-capitão". Foto: Orlando Lacanna. 

    A partida teve início e logo de cara, foi possível perceber que seria um jogo "pegado", com muita marcação e pouco espaço para criação de jogadas, pois os dois times se lançaram com muita disposição buscando a posse de bola. O jogador que estava com a redonda, sofria uma marcação implacável de dois ou até três adversários e, essa tônica, foi marca registrada ao longo da primeira etapa.

    Forte marcação do Capivariano pra cima do meio primaverino. Foto: Orlando Lacanna. 

    O jogo transcorria tão amarrado que somente aos 17 minutos ocorreu o primeiro arremate ao gol e foi do Primavera, através do lateral Fabiano, que mandou a bola por cima do travessão. Cinco minutos depois, o time de Indaituba concluiu para a meta novamente, agora por intermédio de Léo, cujo arremate também passou por cima da baliza.

    Avante do Primavera tentanto buscar posição para arrematar. Foto: Orlando Lacanna.

    O time da casa encontrava dificuldade para penetrar no setor defensivo do Primavera, tanto que, o seu primeiro tiro ao gol aconteceu aos 24 minutos e, mesmo assim, através de uma cobrança de falta pelo "sub-capitão" Ivan, que também arrematou por cima da meta. O Capivariano tentava criar jogadas pelas pontas, explorando a velocidade do camisa 11 Alamir, mas invariavelmente acabavam nos famosos "chuveirinhos" que não resultavam em nada.

    Bola pelo alto na área do Primavera. Foto: Orlando Lacanna.

    Na marca dos 34 minutos, os visitantes concluíram pela terceira vez contra a meta adversária, através de Generozo e foi só. Diante disso, o primeiro tempo terminou com placar óbvio de 0 x 0, ficando a expectativa de que na segunda etapa, os times pudessem chegar com mais perigo, em especial o Capivariano, até porque o empate não lhe interessava.

    Na segunda etapa, logo no início, o Capivariano saiu mais para o ataque tentanto chegar ao seu primeiro gol. Aos 9 e aos 14 minutos, o time vermelho chegou mais forte, através de jogadas criadas pelas pontas, com as participações de Régis e Alamir, mas a defesa primaverina estava atenta e segurou a bronca.

    Zaga do Capivariano procurando iniciar jogada de ataque. Foto: Orlando Lacanna. 

    Jogada aérea do ataque do Capivariano no segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    A partida ficou mais interessante, na medida em que o time da casa passou a sair mais, assumindo o risco de sofrer um contra-ataque, como aconteceu na marca dos 16 minutos, numa jogada pela direita, cujo arremate de Léo foi milagrosamente defendido pelo goleiro Douglas e, no rebote, o camisa 16 Oliveira isolou, desperdiçando a melhor chance dos visitantes na partida.

    Defesa espetacular de Douglas do Capivariano. Foto: Orlando Lacanna.  

    Dos 20 minutos em diante, os donos da casa assumiram de vez a postura do "tudo ou nada", mas faltava algo aos seus atacantes, que chegavam próximos a área adversária, porém na hora da definição, a defesa tricolor levava a melhor. Na marca dos 44 minutos, o atacante do time de Capivari, Alamir, teve a grande chance de marcar o gol, que naquele momento seria o da vitória, mas para sua infelicidade, a cabeçada frontal desferida da entrada da pequena área foi para fora, levando ao desempero os atletas e a torcida da casa. 

    Jogada pela esquerda do camisa 11 Alamir do Capivariano. Foto: Orlando Lacanna.

    Depois da grande oportunidade desperdiçada, o Capivariano teve o "sub-capitão" Ivan expulso, por ter recebida o segundo cartão amarelo. Mais alguns minutos e a partida foi encerrada por o placar registrando Capivariano 0 - 0 Primavera, resultado que foi excelente para o time de Indaituba, que manteve a 4ª posição, agora com 19 pontos, decidindo sua sorte na competição, no último jogo a ser realizado em sua casa contra o Cotia que já está classificado.

    Por outro lado, o empate não eliminou o time da casa, mas a situação ficou mais complicada, pois terá que vencer o último jogo, que será contra o eliminado Atibaia, fora de casa e ainda torcer por um tropeço do Primavera. Está mais para o time de Indaiatuba ficar com a vaga, mas isso só será definido na última rodada. 

    Tão logo a partida foi encerrada, para variar, foi aquela correria para retornar a São Paulo, via Campinas, pois iria participar de um jantar com amigos. Além disso, no domingo cedo iria a um dos templos sagrados do futebol, para conferir mais uma partida, sendo que dessa vez não envolvia a Segundona. Aguardem...

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 22h45
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    Massacre da Locomotiva pelo Grupo 6 da Segundona

    Olá,

    Acordar cedo na gélida manhã de sábado foi uma tarefa complicada. Não só pela baixa temperatura, mas também por ter dormido pouco, já que a pizzada após o jogo do Bernô rendeu bastante. Mesmo com sono, com frio e com uma preguiça monstro, caí da cama para mais um jogo do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Um clássico regional entre Mauaense e Palestra me aguardava no Estádio Pedro Benedetti, em Mauá.

    Fazia mais de quatro anos que não acompanhava um jogo em Mauá com tanto frio. Cheguei congelando no estádio, e logo encontrei o amigo Thiago Fagnani, repórter da Rede Vida e irradiando alegria por trabalhar naquela temperatura logo cedo. Após o papo, fui fazer as fotos oficiais:

    GE Mauaense - Mauá/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Palestra SB - São Bernardo do Campo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Capitães das equipes posando para o JP junto com o árbitro Cléverson Inácio e os assistentes Michel Ferreira da Silva e Maria Núbia Leite. Foto: Fernando Martinez.

    Se para o Palestra a partida era apenas mais uma na longa série de "amistosos" que a equipe disputa há tempos na Segundona, para o Mauaense o jogo era decisivo. Uma vitória era essencial, porém mais essencial ainda era torcer contra Guarujá e São Vicente nessa e na última rodada da primeira fase. Uma situação incômoda, já que o time perdeu pontos bobos no caminho (como, por exemplo, o empate contra os palestrinos no primeiro turno) e convenhamos... depender dos outros é muito chato.

    E diferente de jogos ruins que vi do Grêmio Mauaense, no sábado a equipe simplesmente foi senhora absoluta da partida. O Palestra não conseguiu passar do meio-campo no primeiro tempo inteiro, fazendo que sua pequena torcida fosse à loucura. Mas para melhorar um pouco o astral, o goleiro alvi-verde Vinícius estava num ótimo dia, e fez muitas ótimas defesas.

    Boa defesa de Vinícius em chute de longe do Grêmio. O arqueiro palestrino estava num ótimo dia. Foto: Fernando Martinez.

    Boa chance dos locais dentro da área, para mais uma defesa do goleiro visitante. Foto: Fernando Martinez.

    Só que mesmo num bom dia, ele não era mágico, e logo aos 7 minutos o time local abriu o marcador, em gol de cabeça de Washington. Aos 23, mais um do time local, agora com o jogador Denner marcando após boa jogada pela esquerda e falha geral da zaga palestrina. A boa apresentação do setor ofensivo do Mauaense não deixava que o Palestra respirasse em campo.

    Primeiro gol do jogo, com Washington cabeceano firme aos 7 minutos. Foto: Fernando Martinez.

    Zaga do Palestra afastando o perigo. Foto: Fernando Martinez.

    O terceiro aconteceu aos 36, após saída de bola errada da zaga visitante. O camisa 8 Juninho recebeu e tocou com classe no canto esquerdo de Vinícius. O primeiro tempo se encerrou com o 3x0 para o Grêmio e sem que os 29 torcedores que pagaram ingresso pudessem sequer cogitar uma reviravolta no marcador.

    Investida do camisa 10 do Grêmio pela direita, ainda no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Mais uma ótima chance de gol para a Locomotiva na etapa inicial. Foto: Fernando Martinez.

    Para o tempo final, ainda fiquei por algum tempo dentro de campo. Antes de subir para as cabines de imprensa, o Grêmio marcou o quarto gol aos 8 minutos, em cabeçada de Juninho quase da linha da pequena área, sem nenhuma marcação. Após o gol subi para as cabines de imprensa, já que o frio tinha apertado.

    Exato momento em que Juninho cabeceava para fazer o quarto gol da manhã. Foto: Fernando Martinez.

    Lá de cima vi o Palestra ter um leve espasmo aos 24 minutos, e após uma boa jogada pela direita marcar o primeiro. O jogador Brito conseguiu se livrar do zagueiro com um bom drible e tocou cruzado no canto direito. Mas nem deu tempo de comemorar, já que aos 26 a Locomotiva fez o quinto com Paulo César.

    Boa saída do gol do goleiro Vinícius, para evitar mais um tento local. Foto: Fernando Martinez.

    Sem nenhuma piedade do moribundo time alvi-verde, o Grêmio continuou com a sequência de chances de gol. No 32º minuto o time conseguiu o sexto gol com o jogador Reis, após belíssima jogada de Felipe Mateus dentro da área. E para fechar o massacre, o gol mais bonito da manhã. O camisa 10 Felipe Matheus recebeu sozinho em profundidade. Ele viu o goleiro Vinícius saindo da sua meta, deu um chapéu no arqueiro e tocou calmamente de cabeça para fazer o sétimo gol. Uma pintura!

    Chance pelo alto do Grêmio, aonde a bola tirou tinta da trave. Foto: Fernando Martinez.

    Final de jogo: Mauaense 7-1 Palestra. Se a vitória não valeu para nada, já que Guarujá e São Vicente venceram seus jogos e eliminaram a equipe de Mauá, pelo menos a goleada serviu para fazer história. Esse resultado foi a terceira maior goleada de todos os tempos do time, contando que o clube disputa campeonatos paulistas desde 1982. A maior goleada aconteceu em 25/07/93, num 8x1 contra o Comercial de Registro. A segunda foi em 20/04/96, num 7x0 contra o Capivariano.

    Resultado final da partida estampado no placar do estádio: Foi a terceira maior goleada da história do Grêmio Mauaense. Foto: Fernando Martinez.

    Para o Palestra, que fez um campeonato simplesmente assombroso, a goleada foi a segunda pior da sua história no profissionalismo. As maiores derrotas aconteceram em 05/11/50 e 03/06/51, com dois 7x0 sofridos para o Corinthians de Santo André e a Inter de Limeira, respectivamente. Já em 29/10/50 o time sofreu um 7x1 para o extinto Comercial da Capital, e em 19/04/97 a equipe de São Bernardo do Campo sofreu o mesmo 7x1, agora para o Guapira.

    Após o apito final, fiquei um bom tempo na entrada do estádio conversando com os amigos das torcidas do Mauaense e do Palestra. Permaneci ali por cerca de meia hora, ouvindo  as lamentações de todos, já que os dois times darão adeus ao campeonato de forma prematura já na semana que vem. Com três opções de partidas para a sessão vespertina, acabei escolhendo ir para a mais fácil de todas...

    Até lá!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 21h30
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    Bernô vence a Briosa e se garante na segunda fase da Segundona

    Fala, pessoal!

    Mais um final de semana se foi e mais uma vez o JP se fez presente em vários jogos importantes do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Eu comecei minha correria já na sexta-feira, com a última sessão noturna do Baetão na primeira fase. E era um jogo de gala, já que o vice-líder e o líder do Grupo 6 entraram em campo, respectivamente EC São Bernardo e Portuguesa Santista.

    Quase que me complico para fazer as fotos do jogo, já que graças ao frio que chegou na Grande São Paulo na manhã da sexta e com muito sono devido a uma semana muito mal dormida, acabei saindo de casa muito além do horário costumeiro. Corri, mas corri muito, e cheguei no estádio na hora do Hino Nacional Brasileiro. As fotos vieram logo em seguida.

    EC São Bernardo - São Bernardo do Campo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    AA Portuguesa - Santos/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Trio de arbitragem da partida composto pelo árbitro André Riquena e os assistentes Alberto Masseira e Humberto Lellis Leite e também os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

    Ainda dentro de campo encontrei os amigos Rodrigo Colucci e Raul, que enfrentou uma maratona saindo de Suzano até a cidade do ABC paulista. O amigo Pedro também estava lá na sua função assessor de imprensa do clube. Conversei também com o técnico do Bernô, Júlio César Passarelli, que de forma muito simpática dedicou a vitória alvi-negra contra o Guarujá à minha pessoa, já que a partida foi realizada no meu aniversário.

    Mas já era hora do jogo começar. E que jogo! As duas equipes fazem belas campanhas na Segundona 2011: a Portuguesa garantiu a vaga por antecipação e ostentava a invejável marca de 9 vitórias em 12 jogos até então. Já o Bernô precisava apenas do empate para conquistar a vaga. Detalhe... A última vez que a equipe se classificou para a segunda fase de um campeonato profissional foi no longínquo ano de 1993, na disputa da Segunda Divisão da época (equivalente hoje à Série A3). Naquele ano, o time foi o quarto colocado, e o Jabaquara foi o campeão daquele certame. Um incõmodo tabu de 18 anos estava prestes a ser quebrado.

    As boas campanhas entraram em campo, e o jogo foi marcado por um enorme equilíbrio no seu primeiro tempo. os times começaram iguais, com muito estudo no meio de campo. Na primeira chegada dos locais, a equipe teve um escanteio pela esquerda aos 7 minutos. Na cobrança, o camisa 2 da Portuguesa Wallace tentou tirar, mas a bola ganhou um efeito incrível e foi para trás, parando no fundo das redes do goleiro Luciano. Muita festa na gelada arquibancada do Baetão.

    Exato momento em que o jogador Wallace tentou tirar a bola da sua área mas acabou marcando um gol contra. Foto: Fernando Martinez.

    Zaga da Portuguesa mandando a pelota para longe. Foto: Fernando Martinez.

    O jogo continuou muito equilibrado, com a Portuguesa tendo maior posse de bola, mas com o EC São Bernardo chegando de forma mais perigosa dentro da área. A melhor chance de gol foi dos donos da casa, em rápida troca de passes dentro da área e finalização que tirou tinta da trave esquerda do arqueiro santista.

    O Bernô tentou o ataque muitas vezes pelo alto durante o tempo inicial. Foto: Fernando Martinez.

    Zagueiro da Briosa fazendo firme marcação em atacante local. Foto: Fernando Martinez.

    Mesmo com as duas equipes jogando bem, o placar não foi mais alterado e o jogo foi para seu intervalo com a vantagem mínima para os locais. Para o segundo tempo saí do campo e fui encontrar os amigos da torcida do Bernô, Thiago, Luiz, Weslley e Felipe, entre outros. Mesmo com uma garoa que não terminava e com o vento fazendo a curva, para mim a temperatura estava agradável.

    Falta para a Portuguesa no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Durante o tempo final, a Portuguesa se aproveitou do fato que o Bernô recuou bastante e dominou as ações ofensivas. Mas o time não conseguiu acertar o pé, e desperdiçou todas as oportunidades. Quando finalmente o chute saía direitinho, aparecia o goleiro Jefferson, outra vez numa boa atuação.

    Aqui, um escanteio para os visitantes. Foto: Fernando Martinez.

    Foram 45 minutos de sofrimento para a torcida alvi-negra presente no gélido Baetão, mas no final, tudo deu certo. Final de jogo: EC São Bernardo 1-0 Portuguesa Santista. A vitória suada deu a sonhada classificação ao time do ABC paulista, tirando a zica e levando a equipe à segunda fase. Com 26 pontos, a equipe ainda luta pelo primeiro lugar da chave torcendo contra a Portuguesa, que tem 28, na rodada final do próximo domingo.

    Legal foi acompanhar a emoção de jogadores e comissão técnica do Bernô após o final do jogo. A comemoração foi grande, mas todos sabem que nada está ganho... O campeonato começa de verdade agora!

    Comemoração do Bernô pela suada vaga na segunda fase da Segundona. Foto: Fernando Martinez.

    E depois de muita conversa dentro de campo, resolvemos terminar a noite degustando uma bela pizza num restaurante da cidade. Muito bom passar um tempo na companhia dos amigos. Cheguei tarde em casa, e nem deu para descansar direito, já que o sábado me reservava mais uma (fria) rodada dupla.

    Até lá!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 05h30
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    Estádios pelo Brasil, volume 41: Estádio Luiz Passador (Atibaia/SP)

    Fala, pessoal!

    Como alguns já sabem, o JP está em vias de mudar de endereço. Com isso, comecei a checar os nossos arquivos, tudo para que toda a nossa história seja transferida ao novo local de forma precisa. Acabei por descobrir várias fotos de estádio feitas para a série "Estádios pelo Brasil" ainda inéditas no blog. Mesmo sendo um pacote de imagens de dois ou três anos atrás, vou começar a publicá-las por aqui.

    Logo, o post de hoje dos "Estádios pelo Brasil" mostra pela primeira vez por aqui o Estádio Luiz Passador, casa do Grêmio Esportivo Atibaiense, time local fundado em 1934 como Associação Atlética Cetebê e que disputou campeonatos paulistas profissionais nos anos 60 e anos 80. Desde a última participação do clube em 1991, a equipe chegou a suspender todas as atividades, mas nos últimos anos está firme e forte na disputa de campeonatos amadores.

    Fachada do Estádio Luiz Passador, do Grêmio Esportivo Atibaiense. Foto: Fernando Martinez.

    Outro ângulo da fachada do estádio. Foto: Fernando Martinez.

    Visão das geniais arquibancadas de pedra do Luiz Passador. Foto: Fernando Martinez.

    Não é difícil chegar no estádio, que fica na Rua Luiz Passador, situada pertinho do centro de Atibaia e não muito longe do Estádio Salvador Russani, atual casa do time da cidade, SC Atibaia. Quando da minha visita, a equipe amadora tinha acabado de disputar um jogo amistoso, e infelizmente não consegui mais verificar nenhuma alma que pudesse passar alguma informação.

    Visão do gol "da esquerda". Foto: Fernando Martinez.

    Agora, o gol "da direita", que fica na entrada do estádio. Foto: Fernando Martinez.

    Mais uma visão das arquibancadas. Foto: Fernando Martinez.

    De acordo com relatos de amigos que foram lá recentemente, existe a chance da volta do Atibaiense ao profissionalismo, e também a chance de uma reforma geral no estádio. Acredito que não seja tão fácil a chance da equipe voltar ao profissionalismo, mas todos nós do JP torcemos desde já para que isso possa acontecer.

    Banquinho que fica atrás do gol da entrada do estádio. Fantástico. Foto: Fernando Martinez.

    Visão do gol da entrada quando estamos colados no alambrado. Foto: Fernando Martinez.

    Agora as arquibancadas numa imagem de longe. Foto: Fernando Martinez.

    Notem que a arquibancada local não é nada nova, com certeza ainda do jeito que foi construída quando da construção do estádio. Foto: Fernando Martinez.

    Vale registrar que os integrantes mais antigos do blog já foram muito no estádio, nos tempos em que o GEA ainda fazia parte do futebol profissional do estado de São Paulo. De qualquer forma, estamos no aguardo de qualquer novidade, e quem sabe não tenhamos alguma surpresa em breve? Estamos de olho!

    Abraços e até a próxima!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 17h50
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    JP na rodada inaugural do Brasileiro da Série C

    Olá,

    Seguindo com o domingo futebolístico, após ter visto, na parte da manhã, a estreia do Audax São Paulo no estádio do Nacional AC, segui até a cidade de Santo André, indo mais precisamente até o Estádio Bruno José Daniel, local da  partida E.C. Santo André x G.E. Brasil da cidade de Pelotas/RS, que valeu pelo Grupo D do Campeonato Brasileiro da Série C, na sua primeira rodada da primeira fase.

    Esse Brasileirão está sendo disputado por 20 equipes, divididas em 4 grupos de 5 times cada, que jogarão partidas de ida e volta contra adversários do próprio grupo, classificando-se apenas as duas melhores de cada grupo, num total de 8, que seguirão na disputa, agora no sitema de mata-mata, até a definição das 4 que ascenderão a Série B em 2.012, além do Campeão da competição. Vale lembrar, que os últimos colocados de cada grupo, após conclusão da primeira fase, no total de 4, serão rebaixados à Série D do próximo ano.

    Ao chegar ao meu destino, pude observar que as obras de reforma do estádio estão em andamento, sendo que a cobertura do setor de cadeiras já foi demolida, deixando um visual bem diferente para quem estava acostumado com as cadeiras e a marquise vistas ao longo dos anos.

    Visão geral do setor que tinha cadeiras e era coberto. Foto: Orlando Lacanna.  

    Após fotografar a área em fase de reforma, fui em busca das escalações e acertar o esquema para fazer as tradicionais fotos oficias, as quais apresento abaixo. Vele destacar que a foto do Brasil de Pelotas foi feita na pista de atletismo, pois os seus jogadores fizeram questão que a torcida também saísse na foto.

    E.C. Santo André - Santo André/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    G.E. Brasil - Pelotas/RS, Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem comandado por André Luís Paes Ramos (RJ), seus assistentes Luiz F. Scafield Guerra Costa (RJ) e Alberto Poletto Massieira (SP), além do 4º árbitro Leandro Bizzio Marinho (SP) ao lado dos dois capitães. Foto: Orlando Lacanna.

    A partida foi iniciada e logo nos primeiros movimentos, o time de Pelotas deu mostras que não iria ficar só se defendendo, visando tentar a conquista de um ponto fora de casa. Pelo contrário, foi ao ataque e, aos 3 minutos, abriu a contagem através de um gol contra do camisa 4 Sandoval, após boa arrancada e cruzamento da esquerda em jogada do camisa 6 Jackson. 

    Momento exato do toque de Sandoval marcando contra o primeiro gol gaúcho. Foto: Orlando Lacanna.

    O Santo André assimilou o golpe e tratou logo de buscar a igualdade, tendo criado três bons momentos em apenas quatro minutos, como aconteceu aos 12, 15 e 16 minutos, em lances concluídos por Vanderlei, Jefferson e Andrezinho. Como os arremates foram para fora ou morreram nas mãos do goleiro Vanderlei, a rede gaúcha não balançou.

    Jogada ofensiva do Santo André pelo lado direito. Foto: Orlando Lacanna. 

    A insistência dos donos da casa deu resultado ao 19 minutos, quando o atacante Vanderlei (ex-Paulista de Jundiaí e Juventus) invadiu a área pelo setor esquerdo, cortou o zagueiro e mandou um torpedo no meio do gol, empatando a partida. Três minutos depois, o Ramalhão quase chegou à virada, numa boa trama pelo lado direito, cuja conclusão de Mika tocou no travessão e saiu pela linha de fundo, no melhor momento do Santo André na partida.

    Bola indo contra o travessão da meta pelotense. Foto: Orlando Lacanna. 

    A partir dos 25 minutos, o jogo ficou rigorosamente equilibrado, com os dois times buscando a vantagem no placar, porém as defesas prevaleceram e as poucas conclusões não tiveram o endereço certo. Diante disso, a primeira etapa foi encerrada com a igualdade em 1 x 1, ficando para o segundo tempo a expectativa de quem levaria os três pontos.

    Arrancada ofensiva do Brasil, ainda no primero tempo, com o setor em reforma ao fundo. Foto: Orlando Lacanna.

    O segundo tempo teve início e o equilíbrio continuou sendo a tônica da partida, com as equipes se alternando na criação de jogadas mais perigosas. Nesse contexto, a primeira grande chance da segunda etapa foi do Santo André, aos 7 minutos, numa jogada que nasceu pelo lado esquerdo em mais uma arrancada do bom atacante Vanderlei. O gol não saiu por um triz.

    Início de jogada de ataque do Santo André no começo do segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    Chance de ouro desperdiçada pelo Ramalhão. Foto: Orlando Lacanna.

    Como a partida estava aberta, com qualquer uma das equipes podendo chegar ao seu segundo gol, o Brasil pulou novamente à frente do placar ao marcar, aos 10 minutos, o seu segundo gol, anotado pelo camisa 11 Juninho que pegou o goleiro andreense André Luiz no contra-pé, após receber passe perfeito vindo da esquerda.

    Bola indo morrer no fundo da meta andreense no 2º gol do Brasil. Foto: Orlando Lacanna

    Dois minutos após ter reconquistado a vantagem no marcador, o Brasil teve o seu camisa 8 Léo Medeiros, expulso por ter recebido o segundo cartão amarelo de forma infantil, depois de ter chutado a bola para longe, mesmo com o árbitro tendo apitado e paralizado a partida. Os jogadores dos visitantes cercaram o árbitro carioca, mas nada adiantou e o Brasil ficou com um homem a menos.

    Com um homem a mais, o Santo André foi com tudo na busca de nova igualdade, só não a conseguindo aos 19 minutos, por pura infelicidade do zagueiro Sandoval, que chegou um milésimo de segundo atrasado, numa bola cruzada da esquerda. Foi outra boa chance não aproveitada pelos anfitriões. Três minutos depois, a vantagem de um homem a favor do Santo André acabou, pois o seu camisa 5 Juninho, também recebeu o cartão vermelho.

    Com 10 contra 10, o time do ABC chegou novamente à igualdade, aos 24 minutos, num belo gol marcado, mais uma vez por Vanderlei, que bateu de primeira, após receber passe da esquerda.

    Vanderlei chutando de primeira e empatando o jogo pela segunda vez. Foto: Orlando Lacanna.

    Nos últimos 20 minutos, os dois times mantiveram suas posturas ofensivas, objetivando conseguir o terceiro gol, sendo que o Santo André esteve próximo de conseguí-lo aos 39 e 41 minutos em lances com as particpações de Andrezinho e Cristiano Brasília. O Brasil também teve sua chance, aos 44 minutos, através de Kim.

    Quando tudo indicava que a partida iria terminar empatada, eis que, na marca dos 46 minutos, time gaúcho chega ao seu terceiro gol, anotado de cabeça pelo centroavante Marcos Dener (ex-Santo André), levando os atletas e a torcida rubro-negra presente ao delírio.

    Marcos Dener saltando todo torto e marcando o terceiro gol do Brasil. Foto: Orlando Lacanna.

    Nos últimos minutos dos acréscimos o Santo André, mesmo baqueado, tentou mais uma vez chegar ao empate, mas não teve jeito e a partida foi encerrada com o resultado de Santo André 2 - 3 Brasil, que premiou a equipe que aproveitou melhor as chances. Se a vitória tivesse sido do time da casa, teria sido normal, uma vez que a partida foi equilibrada. Numa competição de tiro curto, vencer fora é importantíssimo e o Brasil começou bem a competição.

    Por outro lado, a derrota em casa é preocupante para o Ramalhão, que agora terá que conseguir bons resultados frente aos outros adversários do grupo, que são Caxias, Joinville e Chapecoense. Não será fácil, mas há tempo para a recuperação, pois ainda restam 7 jogos. Fim de partida e rápido retorno para a Capital, com tempo suficiente para assistir a maravilhosa sequência de cobrança de tiros livres da marca de pênalti pelos craques da Seleção Brasileira. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 23h10
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    Independente vence o São Judas e continua invicto na Segundona

    Fala, pessoal!

    Depois da vitória nacionalina no sábado, o domingo cedo proporcionou a chance de incluir mais um time novo na nossa Lista. Motorizados com a "guerreira" Belina 83 da família Ortunho, eu e o Emerson seguimos ate a cidade de Jaguariúna, para acompanhar in loco a peleja entre São Judas Tadeu e Independente de Limeira. O palco do confronto foi o belíssimo Estádio Alfredo Chiavegato.

    Madrugamos e saímos da capital paulista bastante cedo, tudo para evitar eventuais percalços na viagem. Chegamos na cidade que faz parte da região metropolitana de Campinas com muita antecedência e logo achamos o estádio. Foi a primeira vez que estive no local, e pude confirmar que é um dos campos mais bonitos do nosso interior.

    Como esse jogo foi transmitido pela Rede Vida, encontrei os amigos Thiago Fagnani e Chico correndo atrás das informações das equipes. Após um bom papo com eles e também com o trio de arbitragem, fomos fazer as fotos oficiais e exclusivas, tradição do JP:

    EC São Judas Tadeu L - Jaguariúna/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Independente FC - Limeira/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Capitães dos times, árbitro Ageu Lima da Cunha e assistentes David Botelho Barbosa e Leandro Fernandes Rodrigues. Foto: Fernando Martinez.

    As duas equipes fazem parte do manco Grupo 3 da Segundona. Mas essa chave está definida há tempos, com o time de Limeira, Palmeirinha, Guaçuano e Brasilis classificados. CAL Bariri e a equipe de Jaguariúna nem incomodaram os adversários e fizeram campanhas ruins. Para esse jogo, esperávamos que o invicto Independente vencesse sem dificuldade.

    Ataque do Independente de Limeira pela esquerda no começo da partida. Foto: Fernando Martinez.

    Atacante do Galo tentando se livrar da marcação adversária. Foto: Fernando Martinez.

    Com um sol fortíssimo, fomos acompanhar o ataque do time visitante no tempo inicial. Nos primeiros minutos o Galo de Limeira foi avassalador, mas aos poucos esse ímpeto onfensivo diminuiu, e o São Judas mostrou muita raça para segurar o zero no marcador. Os visitantes não conseguiam impor sua técnica e erravam muitos passes.

    Zaga do São Judas afastando o perigo. Foto: Fernando Martinez.

    Mais uma saída de bola para o time local. Foto: Fernando Martinez.

    Mas aos 35 minutos o Independente finalmente fez valer sua campanha invicta e marcou o primeiro. Depois de grande jogada pela direita, a bola foi tocada para Alexandre. Ele tocou firme no canto do goleiro do São Judas e deixou o Galo em vantagem. O primeiro tempo seguiu sem maiores emoções e o intervalo logo chegou.

    Disputa de bola pelo alto ao final da primeira etapa. Foto: Fernando Martinez.

    Graças ao forte calor, resolvemos acompanhar o segundo tempo da parte mais alta do estádio, lugar aonde ficam as câmeras de TV. E enquanto conversávamos sobre a vida, o segundo tempo começou. Mas a partida estava devagar e num clima de amistoso. O São Judas tentou deixar tudo igual, mas as poucas investidas ofensivas não levavam nenhum perigo.

    Falta cruzada na área do time local no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Jogadores no alto em mais um ataque visitante. Foto: Fernando Martinez.

    Já o Independente conseguia encaixar ataques interessantes, mas todos desperdiçados pelos seus atacantes. O jogo foi seguindo moroso num murcho 0x1 até que Ângelo marcasse mais um para o Independente no último lance da partida.

    Uma das poucas oportunidades do São Judas no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Final de jogo: São Judas Tadeu 0-2 Independente. A vitória deixa a equipe de Limeira perto de conquistar o primeiro lugar do Grupo 3 ao final da primeira fase e ainda invicto. Já o time de Jaguariúna continua com seus cinco pontos negativos e na última colocação geral da Segundona. Mesmo sem a punição do TJD, o time teria apenas um ponto ganho em campo. Fica claro que o planejamento para 2012 precisa ser diferente.

    Vale registrar que o público pagante dessa partida foi de apenas 10 torcedores. A renda de R$ 50,00 não daria para pagar a nossa despesa de viagem. Esse foi o terceiro menor público oficial numa partida em que estive presente, perdendo apenas para um Osasco FC x Jacareí com 5 pagantes em 2007 e um Fabril x Sport com 8 pagantes em 2009. Os dois jogos tiveram posts aqui no JP.

    Após o apito final voltamos para São Paulo tentando ver se daria tempo armar mais um jogo no dia. Mas chegamos tarde, e mesmo com sono acompanhei a vitória paraguaia em cima do Brasil, talvez na pior sequência de pênaltis na história de uma equipe.

    Até a próxima!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 19h55
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    Esquadrão Calunga vence sem Lutcho e complica Mauaense

    Salve amigos!

    Finalizando meu final de semana futebolístico estive, na manhã deste domingo no Estádio Mansueto Pierotti, em companhia de minha namorada e assistente Bruna, para acompanhar o duelo entre São Vicente AC e GE Mauaense, válido pela 12ª rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão 2011.

    São Vicente AC - São Vicente/SP. Foto: Estevan Mazzuia.

    GE Mauaense - Mauá/SP. Foto: Estevan Mazzuia.

    Arbitragem, composta por Marcos Silva dos Santos Gonçalves, Ricardo Paravelli Lanutto, Leonardo Schiavo Pedalini e José Cláudio Ribeiro da Silva (ausente na foto), com os capitães Renan e Marcão. Foto: Estevan Mazzuia.

    As duas equipes precisavam da vitória, que deixaria o São Vicente a um ponto da classificação, e manteria vivo o Mauaense. Desfalcados do brilhante meia Lutcho, os donos da casa partiram para cima, como de costume em seus domínios, e abriram o marcador aos 5 minutos, com Robson cobrando falta.

    Nunes se estica, mas não impede o gol vicentino. Foto: Estevan Mazzuia.

    Minutos depois, o São Vicente viu o filme da semana passada se repetir, mas desta vez para o adversário, e com um final feliz: o zagueiro Derson se chocou com o goleiro, caiu de mal jeito e ainda teve o maxilar atingido por um jogador do São Vicente. Desacordado, o jogador foi recolhido a ambulância, e encaminhado ao hospital.

     

    Derson, já dentro da ambulância e Lutcho, que não teve a mesma sorte na semana passada, acompanhando a partida do lado de fora das 4 linhas. Fotos: Estevan Mazzuia.

    A ambulância funcionou perfeitamente, o pronto atendimento foi eficaz, e a informação do intervalo é que Derson passava bem. Mas a partida foi paralizada por 15 minutos, até o retorno do veículo. Na retomada da partida, o São Vicente manteve-se na posse das rédeas, e continuou atacando com perigo. Aos 41 minutos de tempo corrido, a defesa azul errou na saída de bola e Nunes teve que fazer uma grande defesa, para evitar o gol de Vaguininho.

    Lance do primeiro tempo. Foto: Estevan Mazzuia.

    Mas um minuto depois o Mauaense respondeu, e Diogo defendeu um petardo à queima roupa, desferido por Washington. Aos 55 minutos, Diogo trabalhou novamente, impedindo o empate após um rápido contra-ataque finalizado com o chute de Felipe Matheus. Aos 60 minutos, porém, a sorte voltou a jogar com os donos da casa: Vaguininho acertou o travessão ao bater cruzado e, dois minutos depois, Pedro Henrique ampliou, após ser lançado e ganhar do zagueiro na corrida.

    Momento do segundo gol vicentino. Foto: Estevan Mazzuia.

    Os visitantes melhoraram na segunda etapa e foram para o tudo ou nada. Mas aos 20 minutos o Esquadrão Calunga ampliou através de Maicon, após uma bela triangulação na área azul. Apesar da desvantagem, o Mauaense demosntrou muita raça e seguiu em busca de seu golzinho de honra até o final da partida, criando algumas boas oportunidades.

    Ataque do Mauaense na segunda etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Satisfeitíssimo, o onze alvinegro ainda chegou perto do quarto gol, novamente com Maicon, aos 45 minutos. Nos acréscimos, foi a vez de Diogo impedir o gol dos visitantes, na última chance da partida.

    Escanteio para o São Vicente. Foto: Estevan Mazzuia.

    Fim de jogo, São Vicente 3x0 Mauaense. Os vencedores terão pela frente o Jabuca, fora de casa,e  o Bernô, em casa. Duas partidas dificílimas, mas com um único ponto a classificação chegará para os vicentinos. Mesmo com duas derrotas, a classificação poderá ser atingida, dependendo dos outros resultados.

    O Mauaense tem duas partidas mais fáceis, contra Palestra e Nacional, mas além de ter que vencê-las, terá que torcer por elas contra Jabaquara e Guarujá, respectivamente, adversários diretos na briga pela classificação. A primeira parte da tarefa parece fácil, a segunda já fica bem mais complicada. Foi assim.

    Abraços e até a próxima!!

    Estevan



    Escrito por Algum membro do JP às 18h22
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    JP no jogo de estreia do Audax São Paulo (ex-PAEC)

    Olá,

    Desde 30 de abril venho acompanhando jogos pela Segundona em praticamente todo fim de semana, porém no último domingo, foquei duas outras competições que estavam começando. Iniciei minha jornada dupla, no domingo pela manhã, indo ao lendário Estádio Nicolau Alayon, para ver de perto a partida Audax São Paulo E.C. x E.C. Taubaté, válida pela primeira rodada da primeira fase da Copa Paulista de Futebol, em seu Grupo Quatro.

    Essa partida foi escolhida para ser acompanhada pelo JP, em razão de ter sido a primeira em carater oficial do Audax São Paulo, nova denominação do Pão de Açúcar E.C. (PAEC), cuja formalização junto à FPF, deve ocorrer nos próximos dias, sendo por isso que o nome PAEC ainda permanece na tabela da competição. 

    Só para mencionar, essa competição está sendo disputada por 34 equipes (seriam 36, mas o Rio Claro e o Rio Branco de Americana desistiram em cima da hora), divididas em 4 grupos, sendo 2 com 9 equipes e 2 com 8. Os times jogarão partidas de ida e volta dentro dos grupos, classificando-se os 4 primeiros de cada, num total de 16, que formarão outros 4 grupos de 4 times. Vale ressaltar que o Campeão participará da Copa do Brasil em 2.012. 

    Quando cheguei ao estádio, observei no placar o novo nome do PAEC e, além disso, vi também vários torcedores, na sua maioria crianças e adolescentes, portando bandeirinhas de plástico com o novo escudo, o qual está apresentado abaixo:

     

    Placar já com o nome Audax e o novo escudo. Fotos: Orlando Lacanna.

    Após contatos com pessoas ligadas aos dois times, fui para a lateral do gramado aguardar a presença dos atletas e dos árbitros, com o objetivo de fazer as tradicionais fotos oficiais, que estão abaixo:

    Audax São Paulo E.C. - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    E.C. Taubaté - Taubaté/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem comandado por Tiago Silva Egidio, seus assistentes Mário Nogueira da Cruz e Fernando Batista de Oliveira, além do 4ª árbitro Alex Lopes Loula, ao lado dos dois capitães. Foto: Orlando Lacanna.

    Os primeiros movimentos foram de estudo, com as equipes demonstrando muita cautela e, com isso, poucos ataques aconteceram nos primeiros 15 minutos. A partir daí, os dois times começaram a se soltar mais e íam ao campo de ataque com mais frequência, sendo que os primeiros lances mais agudos pertenceram ao Taubaté, como aconteceu na marca dos 18 minutos, quando o ala Marcus Vinícius arrancou e mandou um chute cruzado, exigindo a primeira boa defesa do goleiro Rafael Defendi. Aos 27 minutos, foi a vez de Gilsinho testar o goleiro do Audax, num arremate que quicou à sua frente, mas mesmo assim, a defesa foi praticada.

    Zaga do Audax afastando perigo da sua área. Foto: Orlando Lacanna.

    Do trigésimo minuto em diante, o Audax se incorpou na partida e, na primeira ação ofensiva melhor coordenada pelo lado direito, saiu o primeiro zero do placar, num belo gol anotado por Sérgio Lobo, aos 32 minutos, após receber um cruzamento da direita, cortar o zagueiro e bater firme no meio do gol.

    Sérgio Lobo preparando arremate que resultou no primeiro gol da história do Audax. Foto: Orlando Lacanna.

    Agora a bola estufando a rede do Taubaté no gol inaugural. Foto: Orlando Lacanna.

    Enquanto os atletas do Audax comemoravam o gol, o camisa 11 do Taubaté, Lucas, recebia o cartão vermelho por ofender o árbitro, alegando que teria havido falta no lance que originou o gol. Eu estava bem perto da jogada e não vi nada de irregular. Em vantagem no placar e com um homem a mais, o Audax aumentou o ritmo ofensivo, em especial pelo lado esquerdo, através do ala Foster, porém as jogadas não resultaram em gol e, sendo assim, a primeira etapa foi encerrada com a vantagem mínima a favor dos donos da casa.

    A segunda etapa começou a todo vapor, com ataques perigosos logo no início, como aconteceu na marca dos 3 minutos, numa cabeçada frontal do volante Emerson do Taubaté, que foi desviada pelo goleiro Rafael Defendi. A resposta veio um minuto após, numa penetração do meia Cesinha, que resultou num arremate à queima-roupa, milagrosamente defendido por Bruno Dantas.

    Como a vida de goleiro não é fácil, indo do céu ao inferno em minutos, a infelicidade bateu às portas do bom goleiro taubateano Bruno Dantas e o segundo gol do Audax aconteceu aos 17 minutos, num chute de Gustavo desferido da intermediária, que aparentemente não apresentava perigo, mas acabou indo morrer do fundo da rede.

    Infelicidade do goleiro Bruno Dantas que resultou no segundo gol do Audax. Foto: Orlando Lacanna.

    A partida continuou sendo disputada num ritmo muito bom, com as duas equipes se alternado no campo ofensivo, prevalecendo o maior volume do Audax, que buscava liquidar a fatura com a marcação de mais um gol, porém quem quase balançou a rede, foi o Taubaté aos 20 minutos, numa cabeçada do zagueiro Leonardo que saiu pela linha de fundo, após cobrança de escanteio pela direita e uma saída em falso do goleiro que não achou nada. O gol estava escancarado, mas a cabeçada não foi certeira e, com isso, a chance foi embora.

    O troco do Audax foi dado em dose dupla, em dois momentos de muito perigo, sendo o primeiro aos 21 minutos num chute traiçoeiro de Valdir Papel que resultou em defesa parcial do goleiro, com a zaga mandando a bola para longe, acabando com o perigo. Aos 24 minutos, foi a vez de Gustavo mandar um bomba de fora da área, com a bola passando muito perto do poste direito da meta defendida por Bruno Dantas, que deu uma pegada geral na sua defesa, por ter permitido mais um arremate livre de marcação.

    Mesmo perdendo por diferença de dois gols e com um atleta a menos, o Taubaté não se entregava e insistia nas jogadas de ataque pelo lado esquerdo, explorando a velocidade do atacante Rudimar (ex- Inter de Sta. Maria e Fernandópolis) que entrou no intervalo. A recompensa chegou aos 33 minutos, com a marcação do primeiro gol, justamente através de Rudimar que aproveitou um passe vindo da direita.

    Primeiro gol do Taubaté marcado por Rudimar. Foto: Orlando Lacanna.

    Temendo pelo pior, o Audax procurou retomar o controle das ações e chegou algumas vezes com relativo perigo à área do Taubaté, mas aí o setor defensivo do "Burro da Central" estava mais ligado e evitava maiores perigos.

    Tentativa de ataque do Audax na segunda etapa. Foto: Orlando Lacanna. 

    Confirmando mais uma vez a máxima de que o placar de 2 x 0 é perigoso, eis que, aos 39 minutos, o Taubaté chega ao empate em mais um gol anotado por Rudimar, numa escapada pela esquerda e um toque com categoria para o fundo da rede.

    Bola no fundo da rede do Audax no gol de empate do Taubaté. Foto: Orlando Lacanna.

    Mais alguns minutos de bola rolando e o árbitro encerrou a partida com o resultado Audax São Paulo 2 - 2 Taubaté, que teve um gosto amargo para os donos da casa, pois estavam vencendo por 2 x 0 e ainda tiveram um atleta a mais durante 2/3 da partida. Por outro lado, o empate teve um sabor de vitória para os visitantes. Como a competição está no começo, fica a expectativa pelas próximas rodadas.

    Fim de jogo e aquela correria rumo a uma cidade da Grande São Paulo com o objetivo de acompanhar a estreia de um time paulista numa competição nacional. Apesar da correria, valeu registrar a estreia do Audax, iniciando um novo ciclo na história do clube ligado ao supermercado. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 14h50
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    Icasa agradece o calor e surpreende o Grêmio na Arena

    Salve, amigos!

    Dando início a meu final de semana futebolístico estive no último sábado em Barueri para conhecer a Arena Barueri e “matar” o novo ADRC ICASA, “sucessor” do ICASA campeão cearense de 1992, diante do Grêmio local. Foi muito divertido comparar os arredores do novo estádio com as fotos que fiz nos tempos do Estádio Orlando Batista Novelli, demolido para dar lugar à Arena. E tudo na companhia de minha namorada Bruna.

    A partida, válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B de 2011. Em posição intermediária na tábua de classificação, e com o dever de casa a cumprir, o time da casa levava o favoritismo, diante de um rival na zona de rebaixamento.

    Panorâmica do estádio por ocasião da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

    Mas o forte sol que se abatia sobre o gramado parecia anunciar que a tarde seria mesmo nordestina. Logo aos 13 minutos o camisa 5 da equipe verde acertou a trave, após a cobrança de um escanteio.

    Jogadores do ICASA apreensivos em lance em que a bola atingiria a trave. Foto: Estevan Mazzuia.

    Os visitantes não se intimidavam, realizavam uma marcação forte e com muita objetividade, levando ampla vantagem nos desarmes, e tocando a bola com maestria.

    Lance da primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    A resposta do Grêmio veio na bola parada, aos 26 minutos, em cobrança de falta do camisa 10. Mas de maneira geral, a equipe chegava poucas vezes na área, e sempre com pouquíssima objetividade. Mas com o passar do tempo, o escrete visitante se mostrava mais “senhor” da partida e, com muita tranqüilidade, pintava calmamente seu gol, que acabou saindo no finalzinho da etapa inicial: Janilson recebeu da esquerda e bateu cruzado no canto do goleiro.

    Sol atrapalhou a foto e o ataque do Barueri durante a primeira etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Escanteio para o ICASA. Foto: Estevan Mazzuia.

    O Grêmio levou para o intervalo uma derrota parcial pelo placar mínimo, que refletia, com certa justiça, o que fora a primeira etapa, para a surpresa e preocupação geral da grande maioria dos torcedores presentes. Desta vez, eram pouquíssimos os torcedores da equipe nordestina: cerca de uma dúzia, postada atrás de uma das metas.

    Aos 3 minutos da etapa final o ICASA teve uma falta da esquerda e, de cabeça, o camisa 5 quase faz o segundo gol. O segundo gol saiu aos 13 minutos, por meio de Diego Palhinha, tocando na saída do goleiro. Caprichosa, a bola ainda beijou a trave antes de balançar as redes.

    Lance da segunda etapa. Foto: Estevan Mazzuia.

    Lance do segundo gol dos visitantes: Diego Palhinha observa a bola entrando. Foto: Estevan Mazzuia.

    Nem com o segundo gol a equipe verde recuou. Marcava bem a saída de bola, e pelo que se via em campo, o time da casa poderia jogar uma semana, que não conseguiria o empate, muito menos uma eventual virada. A torcida começou a deixar as dependências do estádio lá pelos 20 minutos, e não viu o camisa 5 quase diminuir, após uma boa jogada gremista pela esquerda. Também não viu Val Baiano fazer o esperado gol, já nos acréscimos, tocando na saída do goleiro. Muito pouco para a equipe comandada pelo experiente Sérgio Soares.

    ICASA permaneceu no campo de ataque boa parte da segunda etapa, apesar da vantagem no placar. Foto: Estevan Mazzuia.

    Detalhe do placar apontando o resultado final da partida. Foto: Estevan Mazzuia.

    Fim de jogo, Grêmio Barueri 1x2 ICASA. Com a derrota, o Grêmio caiu para o 12º lugar, e fica a um ponto da zona de rebaixamento, onde o ICASA permanece. Mas ainda está tudo embolado: apenas Guarani e Duque de Caxias estão tranqüilos na rabeira. Foi assim.

    Abraços e até a próxima!

    Estevan



    Escrito por Algum membro do JP às 00h30
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    Guarulhos vence mais uma na Segundona

    Olá pessoal,

    Apesar de estar muito ocupado com o trabalho nos últimos tempos, consegui uma folguinha no último sábado e fui até Guarulhos/SP, mais precisamente ao Estádio Antônio Soares de Oliveira, para acompanhar o embate entre Guarulhos e Manthiqueira, válido pela 12ªrodada do Grupo 5 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Mas antes de falar do jogo em si vamos as tradicionais fotos das equipes.

    A.D. Guarulhos - Guarulhos/SP. Foto: Victor Minhoto.

    A.D. Manthiqueira - Guaratinguetá/SP. Foto: Victor Minhoto.

    Trio de arbitragem e capitães das equipes. Foto: Victor Minhoto.

    Como a equipe local já estava classificada de forma antecipada para a próxima fase e os visitantes não vinham bem das pernas na competição, imaginava que seria um jogo relativamente fácil para o quadro mandante, mas não foi bem isso que se viu no gramado.

    Equipes perfiladas durante o hino nacional. Foto: Victor Minhoto.

    O jogo começou relativamente morno, sem grandes emoções e com o quadro do interior demonstrando maior domínio de jogo nos minutos iniciais, porém, sem ameaçar a meta contrária. Com o transcorrer da primeira etapa o Guarulhos equilibrou as ações e começou a chegar com mais freqüencia na área adversária principalmente em cruzamentos vindos das laterais do campo, entretanto, esse forma de atacar o adversário não se mostrou eficiente e o jogo foi para o intervalo sem abertura no placar.

    Em razão do forte calor fora de época, fui obrigado a ir até o bar para comprar algo para beber e, ao contrário do que costuma acontecer, não peguei fila nenhuma e fui rapidamente atendido, isso pois o bar estava quase vazio, situação decorrente do pouco público presente no estádio apesar da boa campanha que o time local faz no campeonato.

    Arqueiro Caio, do Manthiqueira, faz boa defesa ainda na primeira etapa. Foto: Victor Minhoto.

    O Guarulhos voltou bem mais disposto para a segunda etapa, tanto que logo aos sete minutos, após uma bela troca de passes, o camisa 5 Perdigão acertou da entrada da área um belo e forte chute que resultou na abertura do marcador em favor dos locais. Esse gol parece que deixou os visitantes abalados, tanto que minutos depois seu treinador Alberto Veras foi expulso por reclamação, demonstrando claro nervosismo.

    Esse nervosismo era compreensível, pois a derrota significaria a desclassificação matemática do Manthiqueira. Provavelmente em razão dessa situação, na parte final da segunda etapa, o quadro do interior se recompôs e passou a pressionar o time local em busca do empate e talvez até da vitória, mas foi aí que o arqueiro Leandro Augusto apareceu.

    Mais um ataque guarulhense durante a segunda etapa. Foto: Victor Minhoto.

    O Manthiqueira bem que demonstrou ser uma equipe valente e briosa que buscou o gol até o final, mas esbarrou no nervosismo e na excelente atuação do guarda-metas guarulhense, que com suas defesas segurou o marcador até o apito final em Guarulhos 1x0 Manthiqueira.

    Com esse resultado o Guarulhos assumiu a ponta do Grupo 5 e segue embalado para a segunda fase do campeonato. Já o Manthiqueira está oficialmente desclassificado do campeonato na sua temporada de estréia, faltando apenas dois jogos para cumprir tabela e começar o planejamento para o próximo ano.

    Até a próxima,

    Victor



    Escrito por Algum membro do JP às 21h30
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    Depois de 272 dias, Nacional volta a vencer pela Segundona

    Olá,

    Mais um final de semana se foi e mais uma vez o JP esteve presente em sete partidas pelos mais diversos campeonatos. Eu iniciei a jornada do blog em mais uma peleja do Campeonato Paulista da Segunda Divisão no Estádio Nicolau Alayon. Nacional e Palestra jogariam pela 12ªrodada do Grupo 6 do certame, no que talvez poderia ser a última oportunidade de vitória ferroviária em 2011.

    Saí não tão cedo de casa, e numa famosa "operação tartaruga" da CPTM, quase não chego a tempo das fotos oficiais da partida. Desci na Estação Água Branca faltando apenas 10 minutos para o começo do jogo, e após uma pequena correria, cheguei esbaforido nas dependências do estádio. Tudo para conseguie as imagens abaixo:

    Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Palestra SB - São Bernardo do Campo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    O trio de arbitragem do jogo, composto por Adriano de Assis Miranda e os assistentes Fabrício Porfirio de Moura e Rodrigo Soares Aragão junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

    Somando as 22 partidas das campanhas de Palestra e Nacional até então, as equipes somavam "apenas" 18 derrotas. No primeiro turno, os dois times se enfrentaram e a vitória foi palestrina. Naquela época, o astral dos paulistanos era o pior possível, enquanto o alvi-verde ainda fazia boas partidas. Mas no segundo turno a história é outra. O Nacional melhorou bastante, enquanto o Palestra piorou demais, mostrando um futebol abaixo da crítica.

    Com isso imaginávamos que essa poderia ser a chance real de vitória do onze local. Em todos os anos de disputa de campeonatos paulistas, o time da capital bandeirante nunca terminou um certame sem vencer ao menos um só joguinho. Junto comigo, David, Rodrigo Colucci e Sérgio Oliveira esperavam que o favoritismo nacionalino se confirmasse.

    Zaga do Palestra sofreu no primeiro tempo, com inesgotáveis ataques do Nacional. Foto: Fernando Martinez.

    E confirmando nossas expectativas, o Nacional foi absolutamente superior ao Palestra ao longo de toda a primeira etapa. Aos 14 minutos, a pressão deu resultado e os locais tiraram o zero do marcador. Numa bola lançada em profundidade, Bruno entrou sozinho dentro da área e contou com a sorte, já que o goleiro do Palestra tocou na bola, mas no rebote ela voltou nos pés do jogador local, que tocou para o fundo das redes.

    Exato momento em que Bruno tocava a bola para o fundo das redes do Palestra, fazendo o primeiro do dia. Foto: Fernando Martinez.

    Sem dar chances ao onze visitante, o placar foi amplicado aos 20 minutos. O camisa 10 Oliveira fez uma bela jogada pela esquerda e cruzou na área. Dois zagueiros e o goleiro do Palestra falharam, e Edu Ungria tocou de cabeça para fazer o seu. Durante os minutos restantes da etapa inicial, o Nacional teve a chance de fazer ainda mais gols, mas perdeu muitas oportunidades. No intervalo, o placar apontava a vitória parcial de 2x0 para os paulistanos.

    Momento do segundo gol do Nacional. Edu Ungria conseguiu tocar de cabeça, mesmo com três jogadores palestrinos no lance. Foto: Fernando Martinez.

    Marcação firme do time do ABC em lance do primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

     

    O médico do Nacional tirando um ronco no intervalo, e os reservas do clube posando para o JP. Fotos: Fernando Martinez.

    No intervalo notei o médico do Nacional tirando uma soneca agradável, enquanto os reservas do time fizeram questão de aparecer novamente aqui no JP. Com o jogo para recomeçar, saí do campo de jogo e fui junto com os amigos presentes acompanhar o ataque dos donos da casa na lateral do gramado. Mas durante os primeiros 20 minutos, só deu Palestra. A equipe do ABC paulista voltou melhor e disposta a não levar mais uma derrota pra casa. Aos 7 minutos, o alvi-verde teve um pênalti a seu favor. Na cobrança, Tássio bateu firme e diminuiu.

    Tássio marcou de pênalti para o Palestra, diminuindo o marcador no Nicolau Alayon. Foto: Fernando Martinez.

    Ataque do Nacional pelo alto no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Mas no meio do segundo tempo, o Nacional passou a ameaçar o gol adversário em rápidos contra-ataques. O goleiro palestrino fez boas defesas nesses lances, além de ver a bola bater nas suas traves por duas vezes. Num desses contra-ataques, os locais marcaram o terceiro gol, de novo com Edu Ungria, agora entrando pela direita e tocando por cima do arqueiro.

    Exato momento em que Edu Ungria tocava pelo alto para fazer o terceiro gol do Nacional e decretar a primeira vitória em 2011. Foto: Fernando Martinez.

    O alvi-verde sentiu o gol e não teve mais forças para buscar melhor sorte na peleja. Final de jogo: Nacional 3-1 Palestra. Ufa! A vitória foi muito comemoradam pois depois de 9 meses ou 272 dias, o time ferroviário voltou a vencer um jogo oficial (a última vitória foi contra a Santacruzense, em 16/10/10). Quem sabe isso não seja a volta da equipe para ao menos a disputa de um campeonato razoável em 2012.

    Mas a vitória ainda não tirou o time paulistano da lanterna do Grupo 6. O Palestra ainda soma 4 pontos, contra 2 do Nacional, que perdeu 3 no TJD. Só que o time do ABC desencanou do campeonato, e esperamos que a equipe possa voltar aos seus melhores dias no ano que vem. Após o apito final ainda ficamos conversando com os amigos nacionalinos nas dependência do Nicolau Alayon.

    Fernando, Carlinhos, Miguel, Colucci, David e Sérgio no final do jogo Nacional 3x1 Palestra. Foto: Um dos maqueiros do clube.

    Todos ali dizem que em 2012 tudo será diferente, inclusive com a reestruturação de alguns setores do clube. Tomara que isso aconteça mesmo. Durante o papo, ficamos sabendo que um dos mascotes do estádio morreu faz pouco tempo. O cachorro Palhaço, que sempre estava junto com a cadelinha Neguinha, sofreu um ataque de outros cães numa das madrugadas passadas. Uma pena.

    Demoramos para ir embora, e já com a noite chegando tomamos nosso rumo em direção ao trem, aonde todos seguiram para seus lares. Cheguei em casa ainda com tempo de ver o clássico Argentina x Uruguai e me preparar para a viagem no domingo cedo.

    Até lá!

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 19h41
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