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    JOGOS PERDIDOS: O futebol em sua essência!
     


    Portuguesa dá um passo importante rumo às semifinais!

    Opa,

    Depois da rodada do domingo cedo, voltei para meu ex-QG no bairro do Pari para aguardar a partida tão esperada na parte da tarde. O ex-QG agora mais parece um cativeiro, e é habitado por muitos espaços vazios e alguns fantasmas que ainda não saíram de lá. E nesse clima todo fiquei por quase duas horas esperando para ir para o Estádio do Canindé para um jogo nada perdido do Campeonato Paulista 2009. O jogo, decisivo ao extremo, foi entre Portuguesa e Marília.

    Jogo bom, que era fundamental para as pretensões lusitanas na A-1, com o time buscando uma vaga nas semifinais, coisa que não acontece desde 1998. Mas nessas duas horas de espera um sono incomum que tem tomado conta do meu ser atrapalhou a minha chegada cedo para entrar no Canindé. Entrei com o jogo em cima da pinta, e por muito pouco não perco o primeiro gol da Lusa, marcado por Fellype Gabriel, numa certeira cabeçada.

    Marília saindo para o ataque no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    E ali já vi que bastante torcida estava presente, lembrando em parte as grandes jornadas lusitanas nos domingos à tarde que curti muito por ali. Quem sabe não estamos vendo um renascimento da Portuguesa, certo? Bom, fui então buscar meu lugar nas arquibancadas do Canindé, de preferência na sombra, pois mais um jogo debaixo do sol era crueldade demais.

    Um dos perigosos ataques da Portuguesa no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    E dali vi a Portuguesa perder ótima chance para o segundo gol aos 11 minutos. Mas aos 17 o fantasma dos pontos perdidos em casa apareceu com o gol de cabeça de Ataliba, deixando tudo igual no placar e assustando a torcida rubro-verde. Com o empate, o jogo ficou bem morno, e sem chances claras de gol para as equipes. A Portuguesa dominava, mas sem objetividade.

    Mesmo com parte de uma mão atrapalhando a foto, os atletas da Portuguesa pediram pênalti nesse lance. Foto: Fernando Martinez.

    Quase dormi nesse meio-tempo, tendo pescado alguns lambaris e tilápias dignos de registro por alguns bons minutos. Mas quando o jogo se aproximava do seu final na primeira etapa, a Portuguesa resolveu acordar junto comigo. E aos 42 minutos a Lusa fez seu segundo gol. Depois de grande jogada de Athirson em que a bola bateu na trave, Fellype Gabriel novamente fez de cabeça. Logo depois, Erick perdeu um gol por ser fominha demais. E o intervalo veio com o 2 a 1 para a Portuguesa.

    O intervalo caiu do céu, e pude bater aquele cochilo esperto de pouco mais de 15 minutos. O suficiente para eu me transformar numa pessoa cheia de gás para a segunda etapa do confronto. Mas a partida começou meio modorrenta, sem chances claras de gol por alguns minutos. E a primeira foi do MAC, numa bola na trave do atacante Abuda.

    Boa cobrança de falta para a Lusa no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

    E nesse sossego o jogo ia seguindo até que aconteceu um dos pênaltis mais absurdos que já vi na vida. Estava do outro lado do estádio e lá no alto da arquibancada, e dali vi que não tinha sido nada. O atacante Edno caiu de maduro dentro da área, longe do zagueiro do MAC e o árbitro deu pênalti. Olha, bizarro ao cubo... e pelo gol de mão no meio de semana e por esse lance, a torcida da Lusa não pode reclamar de arbitragens pelo resto de 2009, e talvez de 2010. Bom, na cobrança o jogador Edno marcou o terceiro gol da Lusa.

    Detalhe do terceiro gol da Portuguesa no jogo. Foto: Fernando Martinez.

    Com um atleta a menos, já que o jogador Ataliba foi expulso no lance do pênalti, o Marília não encontrou forças para fazer mais nada no jogo. E ainda tomou outro gol aos 42, em ataque rápido da Portuguesa e chute colocado de Christian. Vitória consolidada e a chance de classificação mais forte.

    Final de jogo: Portuguesa 4-1 Marília. A Lusa está muito perto da vaga nas semifinais da A-1 2009. Seria muito legal poder acompanhar o renascimento do time, principalmente depois do rebaixamento no Brasileiro 2008. Ficaremos ligados na semana e quem sabe ainda não conseguimos ver o jogo final contra o Santo André?

    Placar final da partida. Dessa vez escreveram certo os nomes dos times no placar. Foto: Fernando Martinez.

    Bom, e após o jogo, fui pegar minhas coisas no cativeiro do Pari para voltar ao meu QG na Zona Sul paulistana. Dormi no ônibus, no metrô e tudo mais, mas valeu a viagem...

    Abraços

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 21h20
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    Monte Azul garante a classificação para a Segunda Fase da A-2 em Guarulhos

    Fala povo!

    Sábado foi um dia corrido e graças a um evento da entidade maior que rege nosso futebol mundial, domingo resolvi cair da cama para uma rodada dupla no domingo. Saí cedinho de casa e junto com minha amiga Paula segui até a cidade de Guarulhos, para mais um jogo do Campeonato Paulista da Série A-2. E nem esperava chegar na hora, mas com o ônibus indo mais rápido do que nunca chegamos com antecedência para a partida entre Flamengo de Guarulhos e o atual líder do campeonato, o Monte Azul.

    Por sorte, o Orlando também estava por lá, e ele fez seu meio-de-campo já famoso para as fotos oficiais e exclusivas da partida. Mais uma vez cortesia do JP:

    AA Flamengo - Guarulhos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    A Monte Azul - Monte Azul Paulista/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem da partida com os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

    Depois das fotos o Orlando saiu para a arquibancada ficar um pouco conosco, e inclusive com o sonado seu Natal que também resolveu dar as caras por lá. E a partida prometia bastante, pois reunia o líder da A-2 contra um bom time do Flamengo, que busca sua vaga no G-8. E acompanhando o ataque do time guarulhense, lá fomos nós atrás do gol defendido pelo time do interior.

    Mas a partida foi truncada até seus 20 minutos, com as duas equipes mais preocupadas em se defender do que atacar. Não tivemos chances tão claras de gol durante esse tempo todo, e isso foi bom para colocarmos alguns assuntos na pauta do dia. Aquela conversa costumeira do pessoal do JP em todas as partidas.

    Jogadores disputando bola no ataque dos donos da casa. Foto: Orlando Lacanna.

    E a partida começou a melhorar após os 20 minutos, com o Flamengo indo pra cima do líder da A-2. Paulinho chutou para a zaga tirar em cima da linha aos 21. E aos 26 veio o primeiro gol do jogo, numa cabeçada mortal de Caio, que o zagueiro Jean ainda tentou tirar de dentro do gol. Mas a auxiliar Tatiane Sacilotti estava ligadíssima no jogo e confirmou que a bola tinha entrado mesmo. Flamengo 1 a 0.

    Falta perigosa para o time do Flamengo. Foto: Fernando Martinez.

    Ao 30 minutos, numa repetição do lance do gol, Rafael Braga cabeceou forte e dessa vez Vila chegou a tempo de tirar de novo em cima da linha. Blitz rubro-negra em cima da zaga azul, que não se acava de jeito algum. E merecendo ter feito pelo menos mais um gol, o Flamengo viu a partida chegar no seu intervalo com a vantagem mínima no marcador.

    Um dos raros ataques do time do Monte Azul no primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    No intervalo encontramos o nosso amigo vendedor de amendoins Édson Gaguinho, como sempre perdido em alguma arquibancada por aí e com histórias ótimas para se contar. E já com um sol ardido, fomos buscar um abrigo debaixo das sempre confortáveis (!) arquibancadas do Flamengo.

     

    A Paula, eu e o seu Natal fritando nas arquibancadas em Guarulhos e o tiozinho da maca praticamente tomando um sol em atendimento de atleta contundido. Fotos: Orlando Lacanna.

    E lá fomos nós garantir nosso lugar no ataque do Flamengo para a segunda etapa. Mas isso acabou sendo uma péssima escolha, já que o time da casa simplesmente deixou toda sua vontade no vestiário. O Monte Azul dominou completamente o tempo final, e criou sua primeira grande chance aos 2 minutos. No lance, o goleiro Marins acabou sendo substituído, depois que quase tomou um gol do Monte Azul.

    Goleiro do Flamengo salvando o time. Foto: Orlando Lacanna.

    Daí para frente foi um festival de toques para o time do Monte azul. Nas poucas vezes em que o time da casa conseguia alguma coisa, a defesa do time visitante neutralizava sem esforço. E conforme o sol ia apertando, o time do Flamengo ia ficando mais preocupado no jogo. Na metade do tempo final, o atacante Nélson ainda foi expulso, piorando a situação flamenguista.

    Ataque do time visitante pela esquerda. Foto: Orlando Lacanna.

    E o placar do jogo não refletia o que acontecia em campo, mas o Monte Azul também pecava no toque final. Mas com uma sorte danada, o time chegou ao esperado empate que deu a classificação ao time aos 43 minutos. O jogador Alessandro Ferrari resolveu arriscar de muito, muito longe. O goleirão Jorge Miguel falhou feio, e depois de muita luta o jogo estava empatado.

    Exato momento em que Alessandro ferrari chutava a bola para deixar tudo igual em Guarulhos. Notem que ele estava longe demais do gol. Foto: Fernando Martinez.

    Final de partida: Flamengo 1-1 Monte Azul. O Monte Azul garantiu vaga, junto com o União São João, para a Segunda Fase da Série A-2 2009. Para o Flamengo, o 12ºlugar deixa o time mais longe do G-8, mas nesses quatro jogos até o fim da Primeira fase tudo pode acontecer.

    E após essa partida todo mundo embarcou no táxi do seu Natal, cada um para um canto de São Paulo. Eu fiquei no meu querido antigo QG no Pari, que hoje em dia está mais parecendo um cativeiro qualquer para esperar o jogo da tarde.

    Até lá

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 12h10
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    Itapirense avança rumo à segunda fase na Série A3

    Olá,

    Em mais um final de semana com o JOGOS PERDIDOS indo a campo para acompanhar algumas partidas pelas competições de acesso de São Paulo, no sábado à tarde fui até o Estádio Nicolau Alayon e lá presenciei a partida Nacional A.C. x S.E. Itapirense que valeu pelo Paulistão da Série A3 na sua décima terceira rodada da fase inicial.

    Esse confronto reuniu duas equipes com campanhas totalmente diferentes, pois enquanto a Itapirense entrou em campo na 3ª posição, buscando se firmar na busca da classificação, o Nacional entrou para lutar contra o rebaixamento, visando escapar da incômoda 19ª posição.

    Como cheguei cedo ao meu destino, tive a oportunidade de dar um giro pela área social e ainda fazer uma boquinha na lanchonete do clube. Nesse verdadeiro "city tour" pude mais uma vez, constatar as várias mudanças que o Nacional sofreu nas suas dependências destinadas aos sócios, se tornando um clube muito mais completo em relação ao que conheci no longínquo ano de 1.967, quando lá estive pela primeira vez para assistir o jogo Nacional x Palmeiras de São João da Boa Vista. Bons tempos aqueles.

    Permaneci na área social pelo menos uma hora, quando me toquei que estava armando um tremendo dilúvio. Não deu outra, pois em minutos começou uma chuva torrencial que não parava de jeito nenhum, inclusive no momento em que as equipes entraram em campo, caía muita água, mas mesmo assim, garanti as tradicionais fotos dos times e dos árbitros, as quais estão abaixo:

    Nacional A.C. - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    S.E. Itapirense - Itapira/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna

    Depois de garantir as fotos, resolvi me acomodar numa cabine de imprensa, pois a permanência no campo de jogo era impossível por causa da chuva. De lá de cima, vi um Nacional disposto, uma vez que, logo no início da partida, conseguiu dois escanteios a seu favor, frutos de jogadas perigosas do seu ataque.

    Cabeçada do atacante do Nacional aproveitando cobrança de escanteio. Foto: Orlando Lacanna.

    Mesmo com o gramado muito pesado, o Naça conseguia manter o domínio territorial, tendo criado um bom momento aos 15 minutos, quando Fabinho arrematou de primeira, obrigando o goleiro Bráz a se redobrar para evitar o gol. A Itapirense claramente assumiu uma postura mais cautelosa, bloqueando os ataques do Nacional e procurando sair em contra-ataque quando recuperava a bola.

    Aos 24 minutos, os donos da casa criaram outro bom momento, dessa vez nos pés de Alexandre Silva que também exigiu do goleiro da SEI outra boa defesa. O domínio territorial do time ferroviário perdurou até por volta do trigésimo minuto, mas faltava sempre aquele algo a mais para definição da jogada.

    Lance perigoso do ataque do Nacional no primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    O time visitante se limitava às tentativas de jogadas individuais de João Paulo Ramos, as quais em geral foram anuladas pela zaga dos anfitriões. O primeiro lance ofensivo perigoso da SEI só aconteceu aos 35 minutos, quando o mesmo João Paulo Ramos se infiltrou pela direita e cruzou para trás, buscando o avante Ricardinho que não alcançou a bola e, com isso, a chance foi desperdiçada.

    A partida continuava na mesma toada, ou seja, o Nacional saindo mais, mas não conseguindo concluir as jogadas, enquanto a SEI só ficava esperando o momento certo para dar o bote e chegar ao seu gol, o que acabou acontecendo aos 44 minutos, num arremate de fora da área desferido por Magno, com a bola entrando quase no meio do gol defendido por Felipe.

    Gorduchinha no fundo da rede do Nacional no gol da SEI. Foto: Orlando Lacanna.

    Fazendo um resumo da primeira etapa, posso dizer que o Nacional tentou, tentou, mas quem foi mais objetivo foi a Itapirense que acabou levando para o intervalo a vantagem mínima a seu favor. Durante o intervalo, permanecei na cabine, porque não me animei a descer para o gramado, pois a chuva que havia dado uma trégua, poderia voltar a qualquer momento.

    Na segunda etapa, logo aos 3 minutos, a Itapirense quase chegou ao seu segundo gol, numa cobrança de falta executada pelo zagueiro Joel, com a bola saindo pelo lado esquerdo da meta defendida por Felipe que escorregou no lance e acabou tirando a bola com os olhos.

    Goleiro do Nacional escorregando e a bola indo pela linha de fundo. Foto: Orlando Lacanna.

    Como a chuva havia dado uma parada, as condições do gramado ficaram um pouco melhor e, com isso, a Itapirense conseguiu desenvolver mais o seu futebol e esteve perto de aumentar a contagem, aos 10 e 15 minutos, em jogadas que tiveram as participações de Ricardinho e João Paulo Ramos.

    Ainda em desvantagem no marcador, o Nacional procurava de todas as formas chegar à igualdade, mas as suas dificuldades ofensivas ficavam cada vez mais evidentes, pois o time ia bem até a intermediária da SEI e, de lá, não conseguia progredir. A Itapirense que não tinha nada com isso, dava suas estocadas no campo de ataque, como aconteceu aos 23 minutos, quando Juary penetrou pelo lado esquerdo, limpou o zagueiro, passou pelo goleiro e, mesmo sem ângulo, tocou para o gol vazio, mas aí apareceu um zagueiro do Naça e salvou o seu time de tomar o segundo gol.

    Zagueiro do Naça evitando o segundo gol da Itapirense. Foto: Orlando Lacanna.

    Apesar de todas as dificuldades, o Nacional não desistia de lutar e, aos 27 minutos, assustou a Itapirense, numa jogada que nasceu de um cruzamento da direita e encontrou Diego Góes próximo à pequena área, que desviou de cabeça, porém o goleiro Bráz estava atento e praticou a defesa.

    Momento exato da cabeçada de Diego Góes quase empatando a partida. Foto: Orlando Lacanna.

    A partir do trigésimo minuto, a partida caiu de ritmo, por conta do cansaço demonstrado pelas duas equipes que encararam um gramado pesado o tempo todo e, como consequência, nada mais importante aconteceu e o jogo foi encerrado com o marcador indicando Nacional 0 - 1 Itapirense que deixou o tradicional clube paulistano mais perto da Segunda Divisão em 2.010, muito embora ainda tenha seis partidas a serem disputadas e uma reação não pode ser descartada. Pelos lados da "Vermelhinha", essa vitória a credencia como uma das equipes favoritas a chegar à próxima fase.

    Fim de jogo e início da volta para minha residência para curtir a noite do sabadão com muito sossego. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 21h35
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    Palmeiras B ganha os três pontos contra o quase-rebaixado União Mogi

    Opa,

    Quinta à tarde tivemos mais uma rodada do Campeonato Paulista da Série A-3 aqui no JOGOS PERDIDOS. Olha, e é bom demais poder ver jogos durante a semana de tarde, realmente é o melhor horário. Então saí do meu novo QG na Zona Sul de São Paulo rumo ao bairro da Barra Funda, aonde mais um jogo aconteceria no Estádio Nicolau Alayon. Num genial campo neutro, Palmeiras B e União Mogi se enfrentariam.

    Cheguei cedinho e lá encontrei o Victor, fazendo compras na capital paulistana aproveitando o começo das suas férias. E junto com ele entrei no gramado para as fotos oficiais das equipes. Exclusividade e cortesia do JP:

    SE Palmeiras B - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    União FC - Mogi das Cruzes/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Bom, nem preciso dizer o que a gente esperava do jogo né? O Palmeiras B era a aposta certeira para os três pontos dessa partida, desde que fizesse um jogo sério contra o lanterna União Mogi, que até agora conquistou apenas um ponto em onze jogos disputados. O time marcou apenas 8 gols e sofreu 33 nessas partidas, e teve a incrível marca de cinco técnicos diferentes na competição. O time já caiu, e só espera terminar a A-3 sem tomar tantas goleadas a mais.

    Chance do Palmeiras B em escanteio no começo do jogo. Foto: Fernando Martinez.

    Paraíba, um dos melhores em campo, entrando pela direita. Foto: Fernando Martinez.

    E sem dar tempo de fazer nada, o Palmeiras B mostrou sua superioridade aos 15 segundos de jogo, já marcando o primeiro gol. Felipe aproveitou cruzamento da direita e a falha do goleiro para deixar o time verde na frente do marcador. Mas o gol acabou estragando um pouco o jogo palmeirense, pois os jogadores não disputavam a partida com tanta vontade, talvez pela superioridade absurda em relação ao União.

     

    Lançamento para a esquerda do ataque verde. Foto: Fernando Martinez.

    E enquanto o jogo rolava, eu e o Victor batíamos papo sobre muito futebol no Nacional. Com a presença ilustre do Miguel, discutimos a situação crítica do Naça na A-3, e a dificuldade para o time sair da zona de rebaixamento. Além do União, provavelmente só times muito tradicionais cairão para a Segundona... uma tristeza.

    E o primeiro tempo foi só alviverde, e o Palmeiras B acabou fazendo mais um gol aos 33 minutos, com o jogador Paraíba tocando na saída do goleiro. Ainda na primeira etapa, foi bastante reclamado pelo pessoal palmeirense um pênalti, que também foi na nossa visão. Mas isso foi o que rolou na primeira etapa. No intervalo, muita água e mais conversa jogada fora.

    Num segundo tempo que foi todo palmeirense, grande chance foi perdida nesse lance. Foto: Fernando Martinez.

    Goleiro do União sai rasgando para evitar mais um gol. Foto: Fernando Martinez.

    Para o segundo tempo, o Palmeiras B voltou mais em cima do União. O time de Mogi das Cruzes acabou tendo duas chances de gol durante o tempo final inteiro, e só. E se o Palmeiras tivesse apertado um pouco mais a defesa do União a goleada seria histórica. Mas o alviverde perdeu muitos gols. O terceiro veio aos 14 minutos, também com Paraíba, agora aproveitando cruzamento perfeito da direita.

    O quarto gol veio aos 31, com felipe escorando cruzamento novamente da direita. O goleiro ainda tentou, mas nada pode fazer. E o jogo seguiu com o Palmeiras B perdendo chances, mas garantido preciosos três pontos na tábua de classificação.

    Quarto gol do Palmeiras B no jogo. Foto: Fernando Martinez.

    Final de jogo: Palmeiras B 4-0 União Mogi. Com a vitória, o Palmeiras subiu para o 11ºlugar, e ficou apenas um ponto atrás do G8 da Série A-3. Para o União, a certeza do rebaixamento e pelo menos esperamos que o time termine sua participação em 2009 de forma digna.

    Placar final da partida no Nacional... seguindo a via-crucis do União Mogi. Foto: Fernando Martinez.

    Após o jogo então fui no aeroporto de Guarulhos para recepcionar um quase-parente que veio de terras longínquas européias... mais história para se contar no futuro!

    Abraços

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 03h49
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    Portuguesa vacila e perde dois pontos em casa contra o Mirassol

    Opa,

    Na quarta-feira à noite tive a chance de ver meu segundo jogo no ano pelo nada perdido Campeonato Paulista 2009. E foi num estádio que agora não fica mais no quintal da minha casa, o genial Canindé. Em virtude de não ter mais meu QG no Pari, agora é uma viagem chegar no estádio rubro-verde. Mas para o duelo da semana enfrentei horas de metrô e bagunça para ver o jogo entre Portuguesa e Mirassol.

    E quando entrei no metrô me liguei que estava sem minha máquina digital. Seria um jogo sem post, caso o seu Natal não tivesse se interessado em ir ao Canindé para ver o Mirassol, time da sua região e ainda por cima que se tirasse algum pontinho da Lusa ajudaria o seu Santos. Então depois de me encontrar com ele no metrô Armênia e conseguir sua câmera para as fotos, seguimos para o Estádio Osvaldo Teixeira Duarte.

    E depois de quatro vitórias seguidas, a Portuguesa era franca favorita para a vitória, já que o Mirassol está apenas nas posições intermediárias da tabela. Mas como a Lusa tem feito melhores jogos fora do que em casa, o sinal amarelo estava ligado. Mas os donos da casa começaram bem o jogo, mostrando que a vitória poderia acontecer fácil.

    Falta para a Portuguesa no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Visão geral do Canindé, na noite de quarta-feira em São Paulo. Foto: Fernando Martinez.

    Mas o time não contava com o número de oportunidades desperdiçadas pelos seus atacantes. E nos contra-ataques o Mirassol levava certo perigo, muitos deles com o atacante Finazzi jogando em seu 517º time na carreira. Mas depois de tantas chances desperdiçadas dos dois lados, quem acabou marcando não foi o time visitante, num golaço de Júnior Maranhão aos 36 minutos. Mas nem deu tempo para comemorar, pois a Lusa empatou no lance seguinte, com um gol de cabeça de Athirson. Final de primeiro tempo e 1 a 1 no placar.

     

    Apresentação das cheerleaders do Mirassol e da Lusa no intervalo. Ê inovação legal! Fotos: Fernando Martinez.

    Para a segunda etapa, todos esperavam a vitória da Portuguesa, pois o Mirassol veio claramente com o intuito de segurar o empate e se colocar na defesa. O atacante Edno teve três chances incríveis para virar o marcador e não o fez. E diferente do que aconteceu no primeiro tempo, o time visitante não criou nenhuma chance de perigo contra o gol da Lusa.

    Mais uma vez a Portuguesa teve falta perigosa na boca da área. Foto: Fernando Martinez.

    E na primeira chance que a Portuguesa deu ao time amarelo, eles fizeram o segundo gol. Numa jogada em que os atacantes do Mirassol aproveitaram bem o buraco na zaga lusitana, Luís Ricardo tocou na saída de Fábio e deixou o Mirassol na frente, com a vitória parcial por 2 a 1 aos 38 minutos.

    Mais uma visão geral do jogo... foto à noite é ruim demais para se tirar... Foto: Fernando Martinez.

    Aí foi aquele esquema do bumba-meu-boi, com a Portuguesa se lançando de forma desordenada buscando o empate. E parecia que não daria nada certo até os 43 minutos. Naquelas faltas em que até o goleiro Fábio se aventurou na área, a bola foi alçada e o gol saiu. Para nós, que estávamos atrás do gol de ataque do Mirassol, a clara impressão tinha sido de gol do goleiro. Saí do estádio com essa impressão e só fui ver o que aconteceu mesmo em casa, no bisonho gol de mão de Fabrício Carvalho.

    E nos acréscimos a Lusa chegou a marcar o tecreiro gol, mas o auxiliar número 2 anulou alegando impedimento. E no sofrimento o jogo acabou em Portuguesa 2-2 Mirassol. Brecha clara que a Portuguesa deu em busca da sonhada classificação. Os dois últimos jogos serão contra concorrentes diretos, e essa vacilada pode custar caro para a Lusa.

    Bom, e depois do jogo voltei pra casa no sossego para curtir os jogos da noite pela TV... ê moleza!

    Abraços

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 20h19
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    Vitória coloca Grêmio Osasco no G8 da Série A-3

    Olá,

    Iniciando os relatos das partidas do meio de semana acompanhadas pelo JOGOS PERDIDOS, dou o pontapé inicial, mostrando um resumo do que de mais importante aconteceu, na última quarta-feira à tarde, na vizinha cidade de Osasco, mais precisamente no Estádio Prefeito José Liberatti, palco da realização da partida G.E. Osasco x E.C. XV de Novembro da cidade de Jaú, válida pelo Paulistão da Série A3 na sua décima segunda rodada da fase inicial.

    Essa partida teve um significado muito especial para o JP, pois com a aparição do XV de Jaú, concluímos a apresentação dos 20 participantes da Série A3 em 2.009. Pelo menos uma vez, todos os integrantes da competição desse ano apareceram por aqui, sendo que essa marca é muito importante para nós, uma vez que nos dedicamos a mostrar equipes pouco divulgadas nos meios de comunicação. Agora, vamos  busca apresentar os 20 times da Série A2. Está faltando pouco.

    Bem, antes de começar a falar da partida, apresento os participantes do espetáculo nas fotos abaixo:

    G.E. Osasco - Osasco/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    E.C. XV de Novembro - Jaú/SP. Foto: Orlando Lacanna

    Quarteto de arbitragem acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

    A conquista dos três pontos era importantíssima para as duas equipes. Para o Grêmio Osasco poderia levá-lo ao G8, dependendo de uma combinação de resultados, ao passo que para o XV, a vitória o tiraria da zona de rebaixamento. Agora sim vamos de bola rolando.

    Os primeiros minutos mostraram um jogo amarrado e, à medida que o tempo foi passando, o XV  se encorpou e passou a realizar jogadas perigosas no seu campo de ataque. O primeiro susto na torcida local aconteceu aos 6 minutos, numa escapada de Erivelto pela esquerda. Não demorou muito e o mesmo atacante levou perigo novamente, aos 15 minutos, agora em jogada pela direita, cuja conclusão saiu defeituosa por cima do travessão, assustando o goleiro Leandro.

    Ataque perigoso do XV de Jaú no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

    Depois dos quinze minutos iniciais, o Grêmio Osasco passou a ter maior posse de bola, mas errava vários passes e, dessa forma, não criava perigo à meta defendida por Yuri, tanto é verdade que o primeiro lance mais perigoso do ataque do GEO, só aconteceu aos 32 minutos, numa jogada realizada por Dedé pelo lado direito, que acabou num cruzamento para a área em direção a Tuti, mas a zaga jauense se antecipou e desviou a bola para escanteio, acabando com o perigo.

    No melhor momento do GEO na partida, aconteceu o gol do XV, aos 36 minutos, num lance em que o meia Pedro apareceu livre na cara do gol, tocando com categoria no canto esquerdo de Leandro. Esse gol gerou muitas reclamações dos atletas osasquenses que alegaram impedimento, mas não teve jeito e o gol foi confirmado.

    Momento exato da conclusão de Pedro no gol do XV de Jaú. Foto: Orlando Lacanna.

    Em desvantagem no placar, o time da casa acelerou o ritmo e foi em busca da igualdade que acabou acontecendo aos 44 minutos, num desvio de cabeça de João Paulo, ao aproveitar um levantamento de bola na medida feito por Andrey, em cobrança de falta pela meia direita, levando para o intervalo a igualdade no marcador.

    Bola desviada por João Paulo indo para a rede do XV de Jaú. Foto: Orlando Lacanna.

    No segundo tempo, o GEO retornou com Rogerinho no lugar de Tuti e o camisa nº 18 botou fogo no jogo. Logo aos 9 minutos realizou excelente jogada pela direita, se livrando dos marcadores e tocando para trás, encontrando João Paulo que só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo da rede quinzista, concretizando a virada no placar. Com a vantagem, o Grêmio Osasco continuou em cima, visando ampliar a contagem, tendo chegado perto de conseguir, aos 16 minutos, numa outra jogada com João Paulo que acabou concluindo para fora.

    Marcação firme da zaga quinzista em atacante do GEO. Foto: Orlando Lacanna.

    Somente na marca dos 25 minutos, o "Galo da Comarca" criou o primeiro lance de maior perigo ao GEO, numa cobrança de falta efetuada por Julian que passou muito perto. Os donos da casa responderam, aos 28 minutos, em outra jogada individual de Rogerinho pela direita, com a bola triscando no travessão. Como a tarde era mesmo de Rogerinho, o nome do jogo, aos 31 minutos, nova jogada foi criada por ele pelo meio, passando por três adversários, mas foi infeliz na conclusão e a bola acabou saindo pela linha de fundo. Teria sido um golaço.

    Rogerinho invadindo a área do XV de Jaú. Foto: Orlando Lacanna.

    Nos últimos dez minutos, os anfitriões ficaram tocando mais a bola, procurando fazer o tempo passar e aguardando o encerramento da partida, mas no finalzinho, o XV teve uma falta perigosíssima a ser favor, na altura da meia lua, provocando preocupações ao time osasquense. Na cobrança, a bola explodiu na barreira e os jogadores do XV reclamaram muito junto à arbitragem, alegando que um zagueiro do GEO teria tocado a bola com a mão. A partida prosseguiu e, logo em seguida, o ala Marcelo Goiano, do time jauense, foi expulso ao receber o cartão vermelho direto por uma entrada mais forte.

    Falta perigosa cometida pela zaga do GEO no final da partida. Foto: Orlando Lacanna.

    Fim de jogo com o resultado de Grêmio Osasco 2 - 1 XV de Jaú que colocou o time da casa no bloco dos classificáveis e empurrou os visitante para a zona de rebaixamento. Ainda restam sete jogos para cada equipe e, com isso, tudo pode mudar. Vamos aguardar.

    Na saída dos atletas para os vestiários, houve um princípio de tumulto entre eles, com muita gritaria e xingamentos, mas felizmente, não houve nenhuma agressão física e logo tudo se acalmou com a presença dos policiais. Assim que os ânimos foram serenados, iniciei a volta para São Paulo, mais uma vez desfrutando da providencial carona do amigo Luís Pires que me deixou no meio do caminho, facilitando o retorno para casa.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 21h21
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    Uma Volta ao Passado, volume 29: AA Sãomanuelense (São Manuel/SP)

    A.A. SÃOMANUELENSE

    Olá,

    Aproveitando o feriadão por conta dos festejos carnavalescos, fiz uma viagem sensacional pelo interior paulista, com duração de seis dias e visitando onze cidades, sendo que em dez delas, a razão da visita foi o futebol, ou para acompanhar alguma partida válida pelos campeonatos de acesso ou para pesquisar a situação atual de clubes que já disputaram pelo menos uma competição profissional.

    Nessa verdadeira maratona, minha primeira parada foi na simpática cidade de São Manuel, localizada na região centro-oeste do estado, distante 284 km da Capital e que conta com uma população aproximada de 38.000 habitantes. Uma das curiosidades da cidade é a Praça Tonico e Tinoco em homenagem a dupla local de cantores de música sertaneja, cuja carreira teve início em 1.930. No meio da praça estão as estátuas dos cantores que ficam à frente de uma viola gigante. Vale a pena uma visita, principalmente para quem curte música "caipira".

    Bem, entrando no tema futebol, depois de visitar a praça, fui em busca de informações sobre a Associação Athlética Sãomanuelense, que foi fundada em 21 de junho de 1.919. Essa agremiação adotou as cores vermelha e preta, tendo disputado campeonatos oficiais de acesso em 12 oportunidades, nos anos de 1.948, 1.954, 1.967/69, 1.980/82, 1.984, 1.987/88 e 1.990. Sagrou-se Campeã em 1.968 da competição equivalente ao quarto escalão do futebol paulista.

     

    Escudo da A.A. Sãomanuelense e Homenagem à dupla Tonico e Tinoco. Reprodução: www.distintivos.com.br / foto: Orlando Lacanna.

    O primeiro local que me dirigi foi o Estádio Municipal Dr. Adhemar de Barros, local em que a Sãomanuelense mandava seus jogos. Não dei sorte, pois era hora do almoço e estava tudo fechado. Aproveitei o tempo que teria que esperar e fui almoçar numa lanchonete de duas senhoras muito simpáticas, localizada perto da Rádio Clube.

    Fachada do Estádio Municipal Dr. Adhemar de Barros. Foto: Orlando Lacanna.

    Depois do almoço fui até a rádio para buscar alguma informação e consegui saber que a Sãomanuelense não existe mais desde quando abandonou o profissionalismo, não disputando nem mesmo competições amadoras. Atualmente só existem recordações e saudades de um tempo em que a torcida organizada TUSMA se reunia no bar do Caculé para ir ao estádio e torcer pela rubro-negra e depois comemorar ganhando ou não.

    Ao sair da rádio voltei ao estádio e, dessa vez, consegui entrar para rever o campo e relembrar o dia em que lá estive para assistir a partida Sãomauelense x Estrela de Bela Vista, na década de 1.980. Durante a visita conversei com algumas pessoas ligadas à administração do estádio e, nesses contatos, fui informado que no ano 2.000 houve uma tentativa de reativar o futebol profissional na cidade, com o retorno da Sãomauelense às atividades, porém as dívidas junto a FPF inviabilizaram o retorno naquela época. Para minha satisfação e, tenho certeza, dos demais integrantes do JP, fui informado que a ideia de retornar não está abandonada, sendo que até o prefeito atual compartilha dessa intenção.

    Com relação às condições do estádio, é claro que haveria necessidade de uma reforma para adequá-lo às exigências atuais. A sua capacidade de público hoje não passa de 1.500 lugares e, para disputar a Segundona, precisa ser ampliado para no mínimo 5.000 lugares.

    Visão do gramado com os bancos de reserva ao fundo. Foto: Orlando Lacanna.

    Gol da direita com os vestiários ao fundo. Foto: Orlando Lacanna.

    Agora o gol da esquerda. Foto: Orlando Lacanna.

    Gramado visto da arquibancada coberta. Foto: Orlando Lacanna.

    De dentro do gramado, visão geral das acomodações. Foto: Orlando Lacanna.

    Além do campo de futebol, existe no local um bar onde o pessoal se reúne, uma sala de jogos e uma cancha de bocha.

    Visão da cancha de bocha. Foto: Orlando Lacanna.

    Ainda em contato com as pessoas que estavam no estádio, apurei que nesse ano alguns dirigentes do C.A. Lençoense de fato procuraram acertar uma parceria com a cidade de São Manuel, visando que a cidade se tornasse a nova "casa" do time de Lençóis Paulista. O acordo não evoluiu, até porque ninguém de São Manuel aprovou tal ideia, uma vez que o objetivo é o retorno do time da cidade, mesmo que seja com outro nome, em razão das dívidas. Vou ficar na expectativa e na torcida para que de fato o futebol profissional seja reativado em São Manuel como nos velhos tempos.

    Formação da Sãomanuelense no final da década de 1.960. Reprodução: Orlando Lacanna.

    Agora a formação da Sãomanuelense no final da década de 1.980. Reprodução: Orlando Lacanna.

    Após a conclusão da visita, voltei a botar o pé na estrada, seguindo pela Rodovia Marechal Cândido Rondon, rumo a outra cidade do nosso interior para mais uma pesquisa sobre como estão dois clubes que já participaram de competições profissionais valendo acesso, mas isso será contado depois. Aguardem.

    Finalizando, faço questão de registrar meus agradecimentos a três pessoas que muito me ajudaram na obtenção das informações aqui divulgadas. São os casos do Guilherme (Rádio Clube), Antônio Marcos (Administrador do estádio) e o famoso Piau (ex-dirigente). Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 15h48
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    Palmeiras B surpreende PAEC na Rua Javari

    Olá,

    Após ter ido, no último sábado à Rua Javari para acompanhar a partida Juventus x Grêmio Catanduvense, cujo post já está publicado, no domingo pela manhã retornei ao Estádio Conde Rodolfo Crespi para acompanhar um jogo válido pela décima primeira rodada da fase inicial do Paulistão da Série A3. O Confronto foi entre o Pão de Açúcar E.C e a S.E. Palmeiras B, num verdadeiro duelo paulistano.

    Cheguei ao meu destino com muita rapidez e logo me dirigi ao campo de jogo para aquele costumeiro "public relation", visando conseguir as fotos habituais dos times e dos componentes da arbitragem, as quais apresento abaixo:

    Pão de Açúcar E.C. - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    S.E. Palmeiras B - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem. Foto: Orlando Lacanna.

    Pelas campanhas das duas equipes e pelo que eu já tinha visto em campo em jogos anteriores, achava que o PAEC teria mais chances de conquistar os três pontos e se consolidar nas primeiras colocações na tabela de classificação, muito embora o jovem time do "Verdinho" estivesse apresentando evolução na competição. Para confirmar se eu estava certo ou não, só mesmo com a bola rolando.

    Nos primeiros minutos, o PAEC confirmou as minhas previsões e, utilizando a maior experiência de alguns dos seus atletas, saiu com tudo para o ataque, tanto que, logo aos 4 minutos, o avante Castro criou o primeiro lance perigoso para a defesa alviverde, porém o chute saiu torto.

    Lance de ataque do PAEC no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

    Dos dez minutos em diante, a partida assumiu um ritmo bem movimentado, tornado-a agradável de ser assistida. Nessa toada, o PAEC tinha mais posse de bola, porém o Palmeiras quando recuperava a redondinha, criava situações de perigo à defesa do Pão de Açúcar. Um exemplo dessa situação, aconteceu aos 28 minutos, numa rápida escapada pelo meio do endiabrado atacante Paraíba, numa jogada em que a bola explodiu contra o travessão da meta defendida por Wellington.

    Redondinha se chocando contra o travessão alviverde. Foto: Orlando Lacanna.

    O jogo continuava lá e cá, com os dois times procurando o ataque e, aos 40 minutos, o PAEC chegou muito perto de inaugurar o marcador, numa jogada com as participações de Sérgio Lobo e Juca, sendo que o arremate final  acabou indo para fora. Tudo indicava que o primeiro tempo terminaria empatado em 0 a 0, mas o Palmeiras tinha o rápido atacante Paraíba, que mais uma vez conseguiu penetrar pelo meio da zaga do PAEC e, na saída do goleiro, tocou com categoria no canto esquerdo, abrindo a contagem a favor do time verde.

    Início da arrancada de Paraíba que originou o primeiro gol do "Verdinho". Foto: Orlando Lacanna.

    Depois do gol inaugural, deu a louca no ataque palmeirense que acabou criando e desperdiçando duas ótimas oportunidades de aumentar o placar, aos 43 e 45 minutos, ambas nos pés de Felipe. A primeira foi salva pelo goleiro Wellington e a segunda foi para fora. Para alívio do time do PAEC, o árbitro encerrou a primeira etapa num momento em que o setor defensivo do time amarelo não se encontrava em campo e a desvantagem por um gol poderia ser revertida no segundo tempo.

    No intervalo tive o prazer de conhecer pessoalmente o ex-goleiro do Corinthians Solito, que conquistou quatro títulos paulistas pelo Timão nos anos de 1.977 (no banco), 1.979 (no banco), 1.982 (jogando) e 1.983 (revezando com Leão). Ele era carinhosamente chamado de "Solitão", por conta do seu irmão "Solitinho" que na época jogava nas categorias de base do alvinegro. Atualmente o Solitinho é o preparador de goleiros do PAEC. O papo foi tão agradável que nem senti o tempo passar. Falamos das conquistas do Timão e também do atual nível técnico do futebol brasileiro. Um abraço aos "Solitos".

    Solitão e Solitinho em pose exclusiva para o JP. Foto: Orlando Lacanna.

    Bem, voltando ao jogo, o segundo tempo começou a todo vapor, com o PAEC chegando ao empate logo aos 3 minutos, através de uma cobrança de pênalti executada por Sérgio Lobo. O empate provocou uma balançada momentânea no Palmeiras, tanto que, aos 5 e 7 minutos, o PAEC quase virou o placar em jogadas com as participações de Paulinho e Sérgio Lobo. Faltou pouco.

    Gol de empate do PAEC em cobrança de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

    Seguindo com as alternâncias de períodos de domínio de uma equipe sobre a outra, o Palmeiras marcou dois gols em três minutos, sendo o segundo aos 7 minutos, numa cabeçada do zagueiro Pedro Bento e o terceiro, aos 10 minutos, numa cobrança de pênalti por intermédio de Felipe.

    Agora o terceiro gol palmeirense também de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

    Com a vantagem de dois gols, o Palmeiras passou a jogar mais plantado, chamando o PAEC para o seu campo de defesa e, ao recuperar a posse de bola, saía com rapidez para os contra-ataques, aproveitando a velocidade de Paraíba e Felipe. Aos 22 minutos, o Palmeiras teve o seu atleta Gilvan expulso por ter recebido o segundo cartão amarelo e, com isso, passou a se resguardar mais. Mesmo com um homem a mais, o PAEC não conseguia chegar ao empate, ora por falhar nas conclusões, ora por conta das boas defesas do goleiro Alemão.

    Uma das várias defesas do goleiro palmeirense no segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    O tempo ia passando e, ao atingir a marca de 37 minutos, o Palmeiras teve outro atleta expulso, agora o volante Matheus também por ter recebido o segundo cartão amarelo. Com pouco mais de dez minutos para terminar a partida e com dois homens a mais, o PAEC foi todo para o ataque e, mesmo desordenadamente, alugou meio campo. Apesar de todo o domínio, o PAEC só chegou ao seu segundo gol aos 44 minutos, numa cobrança perfeita de falta executada pelo meia Juca.

    Os minutos dos acréscimos foram emocionantes, mas o Palmeiras segurou a bronca e a partida foi encerrada com o marcador apontando Pão de Açúcar 2 - 3 Palmeira B que pode sugerir uma surpresa, entretanto, pelo que as equipes produziram em campo, o "Verdinho" fez por merecer. Mesmo derrotado, o PAEC continua bem colocado na classificação, se situando na 3ª posição com 19 pontos, ao passo que o Palmeiras, mesmo vencendo, ainda não se aproximou do G8, pois está colocado na 14ª posição com 14 pontos.

    Fim de jogo e aquela correria para chegar em casa e devorar aquela lasanha especial, para em seguida me postar à frente da telinha e esperar as várias transmissões de futebol ao vivo. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 20h41
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    Mesmo com vitória Juventus continua na zona de rebaixamento na Série A2

    Olá,

    Agora vamos começar com o relato da primeira partida com cobertura do JOGOS PERDIDOS no último final de semana. A jornada começou no sábado à tarde com a partida C.A. Juventus x G. Catanduvense F. que valeu pela décima terceira rodada da fase inicial do Campeonato Paulista da Série A2. O palco dessa partida foi o lendário Estádio Conde Rodolfo Crespi, carinhosamente chamado de Rua Javari. Aliás, todas as vezes que vou ao estádio juventino, dá aquela saudade dos tempos de criança, quando comecei a frequentar campo de futebol, pois foi lá que tudo começou, uma vez que nasci e fui criado no bairro da Mooca.

    Chegando ao meu destino, fui direto para o gramado para garantir as fotos tradicionais dos times e dos árbitros, os quais, mais uma vez, posaram com exclusividade para as lentes do JP.

    C.A. Juventus - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    G. Catanduvense F. - Catanduva/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Quarteto de arbitragem acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

    Depois de concluir as fotos, fui me acomodar nas arquibancadas para acompanhar a partida ao lado dos meus colegas do JP Fernando Martinez e Sr. Natal, além da amiga Paula, sendo que nesse momento o nosso pesquisador Fernando me informou que essa partida seria a primeira entre essas duas equipes.

    Sentado ao lado de vários torcedores avinhados, senti um clima de tensão no ar, por conta da péssima campanha que o Juventus vem realizando e, uma eventual derrota, comprometeria muito a permanência do "Moleque Travesso" na Série A2. Pelo lado do adversário, a situação não era diferente, pois a degola do rebaixamento também está presente pelas bandas de Catanduva e, sendo assim, estávamos diante de um verdadeiro "clássico dos desesperados" e o jeito era esperar a bola começar a rolar.

    O árbitro autorizou o início da partida e o que se viu nos primeiros dez minutos, foi um Juventus afobado, errando muitos passes e não criando nada em termos ofensivos, tanto que a primeira jogada mais aguda foi realizada pelo Grêmio Catanduvense, aos 8 minutos, quando o meia Diego Perini penetrou pelo lado esquerdo e obrigou o bom goleiro Marcelo a se virar para evitar o pior.

    Ótima defesa do goleiro Marcelo do Juventus no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

    Com o passar do tempo, o Juventus foi criando um ou outro lance mais perigoso, como aconteceu na marca dos 14 minutos, numa cabeçada de André que exigiu boa defesa do goleiro Felipe. Em seguida, o zagueiro juventino Jordan, acertou uma meia-bicicleta, obrigando o goleiro adversário a praticar outra boa defesa.

    A partir do vigésimo minuto, o jogo que já não era lá essas coisas, caiu de ritmo e, somente aos 30 minutos, a torcida local se agitou, quando mais uma vez, o avante André levou perigo num chute cruzado que passou raspando o travessão dos visitantes. A torcida juventina já demonstrava impaciência, quando aos 32 minutos, saiu o primeiro gol do Juventus, num arremate cruzado de Ferreira que entrou no canto baixo esquerdo do goleiro do Grêmio Catanduvense.

    Goleiro batido e bola no cantinho esquerdo no primeiro gol juventino. Foto: Orlando Lacanna.

    Dada nova saída, um minuto após, o Grêmio Catanduvense chegou ao empate, num gol de cabeça de Diogo ao aproveitar cruzamento vindo da cobrança de escanteio pela direita, jogando um balde de água fria no entusiasmo da torcida grená.

    Bola passando entre o goleiro e o zagueiro no gol de empate do Catanduvense. Foto: Fernando Martinez.

    Mesmo sentindo o gol de empate, o Juventus foi para cima e, aos 38 minutos, o meia Dewide desperdiçou uma chance incrível de gol, pois não conseguiu acertar a bola, numa jogada em que estava de frente para o gol e  no interior da pequena área. A perda desse gol levou a torcida juventina ao desespero.

    Chance incrível desperdiçada pelo Juventus. Foto: Orlando Lacanna.

    Passada a raiva pelo gol perdido, a torcida da casa levou um tremendo susto, aos 40minutos, quando quase saiu o segundo gol do Grêmio Catanduvense, nos pés do ala Samuel que mandou um foguete que explodiu no travessão da meta defendida por Marcelo e, mais uma vez, os torcedores da casa ficaram apreensivos.

    Nos últimos minutos da primeira etapa, nada de mais importante aconteceu e, sendo assim, a partida foi para o intervalo com o placar mostrando a igualdade em 1 a 1. No intervalo, meus companheiros e eu fomos até a lanchonete do estádio para beber uma aguinha e lá tivemos o prazer de conhecer pessoalmente o Juracy Nascimento que acompanha o JP há muito tempo, tanto pelo site como também pela ClicTV. Batemos um papo bem alegre e tiramos várias fotos. Um abraço a ele.

    Voltando ao jogo, logo de cara foi possível perceber que o Juventus havia retornado com outra postura, assumindo uma posição totalmente ofensiva, empurrando o Grêmio Catanduvense para o seu campo de defesa que só tentava sair em contra-ataque. O Juventus dominava, dominava, mas demonstrava muita ansiedade e acabava se perdendo no momento decisivo, como por exemplo, aos 21 minutos, numa cabeçada de Ivan desferida na cara do gol, com a bola passando muito perto.

    Cabeçada perigosa que quase redundou no segundo gol juventino. Foto: Fernando Martinez.

    A insistência do Juventus continuava e, aos 32 minutos, a cena se repetiu, numa outra cabeçada que passou muito perto, agora desferida por Fidalgo. Além das duas cabeçadas perigosíssimas, outras jogadas agudas foram se sucedendo, mas esbarravam nos defeitos de conclusão e, sendo assim, tudo indicava que a partida terminaria empatada, uma vez que o Juventus não se acertava no ataque e o Grêmio Catanduvense se limitada a ficar na defesa, esperando o tempo passar para tentar levar ao menos um ponto para casa.

    Defesa com estilo do goleiro catanduvense. Foto: Fernando Martinez.

    Na marca dos 40 minutos, finalmente a torcida grená explodiu, quando o ala Valdo acertou um tirambaço de fora da área, mandando a bola no canto esquerdo de Felipe que não teve a menor chance, marcando o segundo gol juventino e decretando o placar final de Juventus 2 - 1 Grêmio Catanduvense que se não foi suficiente para tirar o time da Rua Javari da zona de rebaixamento, abre as portas da esperança para que possa escapar da degola nas próximas rodadas. Essa vitória o deixou na 17ª posição com 11 pontos. Com relação ao time do interior, a situação é mais delicada ainda, uma vez que a derrota o deixou na penúltima colocação com 10 pontos. Ainda é possível escapar.

    Pelota no fundo do balaio do Catanduvense no gol da vitória juventina. Foto: Orlando Lacanna.

    Fim de partida e aquela carona especial do Sr. Natal, chegando rapidamente em casa para um merecido descanso e início da concentração para a cobertura de mais uma partida que seria realizada no domingo pela manhã, cuja história será contada mais tarde. Aguardem.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 21h06
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    Mais um time novo para a Lista: o Vilhena EC!

    Fala pessoal!

    Quarta-feira foi dia de incluir mais um time novo na nossa Lista! E por um campeonato não-perdido, mas que tem sua primeira fase objeto de sonho de todos nós do JOGOS PERDIDOS. Então com a presençã da dupla dinâmica do JP (seu Natal e o David) fomos junto com a minha amiga Paula para a cidade de Campinas, aonde tinha um jogo decisivo pela Copa do Brasil. Chegamos cedo e logo fomos buscar o caminho do genial Estádio Moisés Lucarelli, para o jogo entre a Ponte Preta e o Vilhena/RO.

    Já tinham mais de 8 anos que não via um jogo profissional da Ponte no seu estádio, desde o distante Ponte Preta 8x1 Castanhal, pela Copa do Brasil 2001. Desde então não tive mais a chance de ir no ótimo estádio ponte-pretano. E chegamos cedo, e por um simples problema logístico não consegui descolar as fotos oficiais das equipes, mas faz parte.

    Fachada do Estádio Moisés Lucarelli, estádio da AA Ponte Preta. Foto: Fernando Martinez.

    Placa que mostra o nome do estádio e o seu apelido "Majestoso". Foto: Fernando Martinez.

    E além de termos a fantástica chance de ver um time difícil demais, pois as equipes de Rondônia quase não aparecem para jogar em São Paulo, vimos a decisão de uma das vagas para a Segunda Fase da Copa do Brasil. A Macaca ganhou o primeiro jogo em Vilhena por 2 a 1 e só um desastre tiraria a classificação da equipe para enfrentar o Figueirense na próxima fase. E para ver o jogo fomos buscar nosso lugar nas arquibancadas tranquilas do Moisés Lucarelli.

    E a Ponte fez com que o jogo ficasse fácil, sem maiores sustos para sua torcida. Logo aos 6 minutos, Leandrinho bateu e deixou a Macaca em vantagem. Aos 16 o segundo em cabeçada certeira de Márcio Mixirica. Aos 32 um golaço de longe de Edílson.

    Detalhe do jogo entre Ponte Preta x Vilhena, pela Copa do Brasil 2009. Foto: Fernando Martinez.

    Segundo gol da Ponte, marcado por Márcio Mixirica. Foto: Fernando Martinez.

    E vale registrar a partida do time do Vilhena, que mesmo sendo mais frágil que o time ponte-pretano, em nenhum momento deu pontapé ou apelou. Fez sua partida, e de forma bastante esportiva, jogou um futebol extremamente sério. Isso é o mais legal, pois as equipes menores tem a chance única de disputarem um jogo no Estado de São Paulo, contra times tradicionais. Quando o Vilhena terá outra chance de vir para cá?

    Tentativa de ataque da Macaca pela esquerda do seu ataque. Foto: Fernando Martinez.

    E no final do primeiro tempo o Vilhena foi presenteado com seu gol de honra. Após escanteio da esquerda, o mesmo Edílson do tecreiro gol foi tirar e colocou a bola no fundo das redes. Intervalo de jogo e Ponte Preta vencendo por 3 a 1.

    E no intervalo pude matar a saudade do melhor estádio para se comer em São Paulo. No Moisés LUcarelli há uma infinidade de opções para comer e beber. Pastéis, pipoca, batata-frita, churros, hot-dogs, entre outros fazem a festa de todos por ali. Muito bom mesmo, pois estamos com aquelas opções parcas ou praticamente nulas em estádios em geral. Nota 10 para a Ponte.

    Bom, e para o segundo tempo o jogo continuou o mesmo, com a Ponte dominando o espaço. Aos 13 minutos Leandrinho fez um golaço, o quarto do time. O quinto veio com o argentino Savóia batendo pênalti.

    Quinto gol da Ponte, com o argentino Savóia marcando em pênalti. Foto: Fernando Martinez.

    Visão geral do Moisés Lucarelli. Foto: Fernando Martinez.

    Enquanto o jogo rolava, a Paula continuava com seu trabalho falando do pessoal do JP, entrevistando o "homem de mil palavras" David. Com certeza ele indo ser entrevistado no Jô seria algo imperdível. E no meio de uma pergunta ou outra, a Ponte fez mais um gol, com o jogador Kim aos 41 minutos. E esse gol fechou a contagem.

    Final de jogo: Ponte Preta 6-1 Vilhena. Ponte classificada e agora joga contra o Figueirense, que está numa fase horrível, para definir quem chega nas Oitavas-de-Final. Ao Vilhena, fica a certeza de ter mostrado um honroso futebol e o time saiu de Campinas rumo à Porto Velho, aonde joga contra o genial Shallon nesse sábado, 21 de março.

    Placar final da partida no Moisés Lucarelli. Foto: Fernando Martinez.

    Depois do jogo, com a certeza da raridade de ver o Vilhena, fomos no vestiário do time. Lá encontramos o sr.Marcos Zolla, um dos dirtores da equipe e que foi muito simpático conosco. Conversamos bastante sobre as dificuldade de se fazer futebol no Brasil para as equipes menores e sobre a chance única (até aqui) do VEC vir a São Paulo jogar uma partida por um grande campeonato.

    Depois de muito papo, ele fez questão de me presentear com a camisa (número 3 nas costas) do Vilhena Esporte Clube, que já se transformou em peça rara da minha coleção. Só temos que agradecer tamanha simpatia e esperar que o Vilhena possa cada vez mais conseguir visibilidade no cenário nacional.

    E com a noite ganha, voltamos para São Paulo no sossego já preparados para mais jogos no futuro.

    Até mais

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 15h28
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    Confira o 17º Sorteio JP - Camisa do Osasco F.C.

    Olá!

    Saiu o ganhador do 17º Sorteio JP!

    A camisa oficial do Osasco Futebol Clube, oferecida pela Deka Sports, saiu para o Luciano de Paula A. Golveia, de Atibaia, SP. Foi a volta dos sorteios aqui no site e já de cara tivemos um boa participação.

    Essa é a camisa que o Luciano de Atibaia, SP,  ganhou. Foto: Orlando Lacanna.

    Para concorrer era preciso responder a seguinte pergunta: "Após a partida PAEC x Votoraty no Pacaembu, quanto tempo o seu Natal levou para levar a equipe do JP até a Avenida Paulista" E a resposta correta era: Mais de uma hora. Apenas uma pessoa errou. O resto da turma acertou e foi pro sorteio.

    Parabéns ao Luciano, que vai levar a camisa do Osasco F.C. para o interior de São Paulo, e um obrigado especial a todos que participaram!

    Para você que não ganhou, não desanime, pois vem aí o 18º Sorteio JP, sempre com camisas oferecidas pela Deka Sports. Aguarde a divulgação oficial!

    Agora confira o vídeo oficial do sorteio:

    Antes de encerrar alguns toques rápidos: visite o nosso novo blogue, o No Esquinado (http://noesquinado.zip.net) sempre com alguma novidade, ou velharia, do mundo do futebol.

    E por fim, sempre é bom lembrar que agora o JOGOS PERDIDOS tem sistema de busca interna, e você pode navegar pelos nossos arquivos com mais facilidade.

    Abraços!

    Equipe Jogos Perdidos



    Escrito por Algum membro do JP às 01h00
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    Embalos de segunda à tarde no Pacaembu... pela Série A-3

    Opa,

    Pela terceira e última vez (pelo menos por enquanto) tivemos uma rodada genial em plena segunda-feira à tarde pelo Campeonato Paulista da Série A-3. O horário ideal para desocupados, desempregados e desencanados com tudo e para quem gosta de um belo futebol perdido. E o melhor ainda é que de novo tivemos o Estádio Paulo Machado de Carvalho como pano de fundo para a partida. E peleja que reeditou a final da Segundona 2008: Pão de Açúcar x Batatais.

    E dessa vez tive a sorte da presença do Orlando no jogo, pois devido a um taxista que resolveu inventar caminhos furados pelas alamedas do bairro do Pacaembu cheguei no gramado com o jogo para começar. Mas ele garantiu a exclusividade das fotos oficiais da partida chegando sempre com bastante antecedência:

    Pão de Açúcar EC - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Batatais FC - Batatais/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    O quarteto de arbitragem do jogo com os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

    Falando do jogo, as equipes estão em posições bastante diferentes na tábua de classificação. O Pão de Açúcar disputa a liderança da Série A-3, e caso ganhasse do time do interior empataria no primeiro lugar junto do bom time da Francana. Para o Batatais, qualquer ponto ajudava na luta para o time fugir um pouco da zona de rebaixamento. E então resolvi ficar dentro do gramado histórico para o primeiro tempo de jogo.

    E junto com o Orlando, vimos o PAEC começar a partida com tudo e marcar o primeiro gol logo aos 4 minutos. Juca recebu belíssimo passe de Baiano e chutou na saída do goleiro Mateus, colocando a bola no canto esquerdo. Será que o time da casa iria destruir os visitantes?

    Momento do primeiro gol do Pão de Açúcar na partida. Foto: Orlando Lacanna.

    Ataque do Pão de Açúcar pela direita. Foto: Fernando Martinez.

    E o time amarelo não dava espaços ao Batatais, dominando o jogo. Mesmo sem criar tantas chances claras de gol, a equipe era senhora do jogo e parecia que o jogo seria fácil mesmo. Mais fácil ainda o jogo poderia ter ficado quando Paulo Roberto sofreu pênalti. Na cobrança, Juca telegrafou a cobrança e perdeu a chance de marcar o segundo gol do time paulistano.

    Pênalti perdido por Juca... ele faria bastante falta depois dos 90 minutos. Foto: Fernando Martinez.

    E o Pão de Açúcar continuava com a sua infindável saga de gols perdidos, mas aos poucos o Batatais foi se soltando e criando chances pontuais. Enquanto isso, eu e o Orlando matávamos saudade de tempos bons que não voltam mais, como as divisões de acesso antigas. E em breve teremos aqui no JP muitas histórias antigas nas nossas séries especiais também... bom, mas o jogo continuava.

    Goleiro do Batatais sai para evitar gol do time paulistano. Foto: Fernando Martinez.

    E o final do primeiro tempo foi chegando e com ele a velha máxima "quem não faz toma" deu o ar da graça no Pacaembu. Aos 44 minutos, depois de falta pela esquerda, Emerson cabeceou e ainda contou com o desvio do zagueiro para deixar tudo igual no placar e levar o jogo para o intervalo em 1 a 1.

    Detalhe do gol do Batatais, quase no final do primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    No intervalo então resolvi ficar na sombra e fui para as numeradas do Pacaembu. Lá encontrei o Jurandyr, o amigo Rodrigo Collucci e uma das versões 2009 do amigo de longa data The Watcher. Boas informações sobre uma viagem que estou prestes a fazer para um lugar nunca antes visitado pelo que vos escreve foram fornecidas. Olha, será algo incrível... abril está aí!

    E o segundo tempo então começou com o Pão de Açúcar ainda em cima do Batatais, jogando melhor. Mas o time perdia gols demais, e com ele a chance do segundo gol ficava mais distante. Mas aos 13 minutos, o PAEC teve outro pênalti marcado ao seu favor. Agora com a cobrança precisa de Sérgio Lobo, o time da casa fazia seu segundo gol.

    Pênalti cobrado por Sérgio Lobo e PAEC novamente na frente do placar: 2 x 1! Foto: Orlando Lacanna.

    O time perdeu por duas ou três vezes a chance do terceiro, e o Batatais então resolveu acordar e passou a ameaçar também e equilibrou a peleja. E numa boa jogada do seu ataque aos 24 minutos chegou ao empate. O jogador Grafite recebeu belo passe e encheu o pé para deixar tudo igual em 2 a 2 no Pacaembu.

    Após isso, os dois times perderam a chance de marcarem mais gols num dia em que o pé dos atacantes não estavam tão calibrados. Mas a partida foi muito movimentada, e ótima para uma segunda-feira à tarde!

    Essa passou perto: chance do terceiro gol do PAEC no final do segundo tempo.

    Final de jogo: Pão de Açúcar 2-2 Batatais. O time paulistano perdeu a chance de se igualar à Francana no primeiro lugar da Série A-3 após 10 rodadas. O Batatais leva um ponto precioso para sua cidade tentando se afastar da zona de rebaixamento. Bom, após a partida conheci o ex-presidente do Batatais, Paulo, que nos presenteou com uma camisa antiga do time, que será sorteada por nós do JP em momento oportuno. Muito papo depois voltei para casa para descansar mais um pouco... ninguém é de ferro...

    Até mais

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 05h04
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    Flamengo de Guarulhos chega ao G8 na Série A2

    Olá,

    Seguindo com o acompanhamento "in loco" de jogos valendo por competições que dão acesso, após ter ido no último sábado até Americana, no domingo pela manhã, fiquei pela região da Grande São Paulo e retornei a Guarulhos, para conferir a partida A.A. Flamengo x C.A. Linense que foi disputada no Estádio Antônio Soares de Oliveira, válida pela décima segunda rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2.

    Ao chegar no estádio senti um clima de otimismo dos dirigentes e torcedores flamenguistas, tudo por conta da re-estreia do avante Paulinho que retornou ao time guarulhense, após ter passado um período no Corinthians, clube ao qual ainda está vinculado. Como não vinha sendo aproveitado no Timão, retornou para disputar o restante da Série A2 e esse fato encheu de esperança a torcida do "Corvo" no sentido de conquistar os três pontos e alcançar o G8.

    Como cheguei meio em cima da hora, fui rapidinho para o gramado visando fazer mais uma sessão de fotos exclusivas dos times posados e do trio de arbitragem junto com os capitães. As fotos estão abaixo:

    A.A. Flamengo - Guarulhos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    C.A. Linense - Lins/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Trio de arbitragem acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

    A bola começou a rolar e o que se viu foi as equipes se estudando, gerando um equilíbrio nas ações, com poucos lances de ataque. Essa panorâmica perdurou por uns quinze minutos e depois começou aquela tradicional alternância de ligeiros períodos de predomínio de uma equipe sobre a outra, mas ainda sem jogadas muito perigosas.

    Zagueiro do Linense toma à frente do atacante flamenguista no início da partida. Foto: Orlando Lacanna.

    A partir do vigésimo minuto, os visitantes começaram a imprimir um ritmo mais forte e, com isso, passaram a ter mais posse de bola. Por outro lado, o Flamengo tentava sair em jogadas rápidas, buscando explorar a velocidade de Paulinho, porém não conseguia encaixar essa jogada, ora por precipitação no momento do passe, ora por conta da intervenção do setor defensivo dos visitantes.

    Jogada aérea do ataque do Linense. Foto: Orlando Lacanna.

    Talvez visando poupar energias para o segundo tempo, as equipes diminuíram o ritmo da partida por volta do trigésimo minuto, tornando o jogo mais lento. Mesmo em câmera lenta, o Linense chegou perto da abertura da contagem, aos 36 minutos, quando numa sobra de bola junto à entrada da área, Luan mandou uma bicuda com a bola passando muito perto e assustando o goleiro Marins.

    Os donos da casa sentiram que estavam perdendo terreno e responderam, aos 41 minutos, quando finalmente conseguiram encaixar a tal jogada em velocidade com Paulinho e, não deu outra, pois o atacante escapou pela esquerda e tocou com categoria na saída do experiente goleiro Adinan, abrindo o placar a favor do Flamengo, num momento da partida em que o Linense estava um pouco melhor.

    Bola no canto esquerdo da meta do Linense no primeiro gol do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

    Alguns minutos após o gol inaugural, o árbitro encerrou a primeira etapa com a contagem mínima a favor dos donos da casa, sendo que na saída do gramado, alguns atletas e membros da comissão técnica do Linense reclamaram muito da arbitragem, por não ter assinalado pênalti, numa jogada em que a bola tocou no braço de um defensor do Flamengo.

    Durante o intervalo, o papo foi sobre o tal lance questionado pelo Linense. Alguns repórteres de rádio se dirigiram a mim, pois eu estava bem próximo da área na qual o lance aconteceu. De fato vi o lance bem de perto e aí entra a velha discussão da interpretação do árbitro, se houve ou não intenção de colocar o braço na bola. A bola realmente tocou no braço do defensor do Flamengo, porém o árbitro que estava muito perto da jogada entendeu que não houve intenção e nada marcou.

    No recomeço da partida, o Linense assumiu uma postura mais agressiva, enquanto o Flamengo jogava mais cautelosamente, quebrando o ritmo mais veloz que o time de Lins queria imprimir. Dessa forma, a partida ficou  truncada, com várias paralisações devido às faltas e saídas de bola.

    Mesmo procurando ser mais ofensivo, o "Elefante da Noroeste" criou pouco perigo ao goleiro Marins, a não ser aos 19 minutos, quando o avante Fabiano golpeou de cabeça e a bola acabou saindo por cima da meta, porém tocando no travessão antes de sair, assustando a torcida  local.

    Cruzamento para a área flamenguista na segunda etapa. Foto: Orlando Lacanna.

    Num rápido ataque do Flamengo, a bola foi lançada para a meia esquerda e, de lá, o avante Vitor Hugo cruzou para o interior da área, criando uma situação de perigo para o goleiro Adinan que, ao sair do gol, trombou com outro atacante flamenguista e, na sobra de bola, o mesmo Vitor Hugo chutou cruzado e marcou o segundo gol guarulhense. Tudo isso aconteceu na marca dos 23 minutos.

    Bola espirrando em direção a Vitor Hugo que marcaria o segundo gol do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

    Em desvantagem no placar, agora por dois gols, o Linense foi com tudo ao ataque e quase diminuiu a diferença aos 36 minutos, numa jogada que teve a participação de André Tavares, mas aí apareceu o bom goleiro Marins e acabou com a festa. Como o Linense ia com frequência ao campo ofensivo, o Flamengo teve espaço para sair em velocidade nos contra-ataques, na maioria das vezes puxados por Paulinho, sendo que o time da casa criou perigo com esse tipo de jogada aos 38 e 43 minutos, em lances com as participações de Luiz Carlos e Jean.

    Início de uma das arrancadas do ataque do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

    Nos últimos minutos, o time da casa administrou o tempo, só esperando a partida ser encerrada, o que acabou acontecendo com o placar final Flamengo 2 - 0 Linense que levou o time de Guarulhos ao G8, deixando-o na 8ª posição com 18 pontos e enchendo de esperança seus torcedores no sentido de se manter no bloco dos classificáveis para a segunda fase para depois tentar o acesso inédito à elite do futebol paulista. Quanto ao Linense, essa derrota o deixou na 13ª posição com 12 pontos.

    Fim de espetáculo e retorno para a casa de familiares residentes em Guarulhos, para em seguida, seguir a uma cantina italiana de ótimo padrão e usufruir um baita almoço. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 07h16
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    Rio Branco de Americana continua como o único invicto da Série A2

    Olá,

    Iniciando mais um final de semana com cobertura pelo JOGOS PERDIDOS aos campeonatos de acesso realizados em São Paulo, no último sábado, após o almoço, peguei a Rodovia dos Bandeirantes e depois de uma viagem bem sossegada, cheguei à cidade de Americana e me dirigi ao Estádio Décio Vitta, para conferir um dos clássicos daquela região, envolvendo as equipes do Rio Branco E.C. contra o União São João E.C. da cidade de Araras, em partida válida pela décima segunda rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2.

    Viajei ao meu destino levando na bagagem uma grande expectativa em relação a esse jogo, pois o confronto iria colocar frente a frente, simplesmente  o líder da competição até então (União São João) contra o único invicto no campeonato depois de onze rodadas (Rio Branco). Apesar desses ingredientes, para minha surpresa, o público que compareceu não foi aquele que se esperava, uma vez que não chegou a 900 pagantes.

    Bem, depois dos cumprimentos iniciais, fui para o gramado e lá me posicionei para fazer as fotos dos times e do trio de arbitragem, as quais apresento abaixo:

    Rio Branco E.C. - Americana/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    União São João E.C. - Araras/SP. Foto: Orlando Lacanna.

    Trio de arbitragem acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

    A partida foi iniciada e o "Tigre" foi com tudo para cima dos visitantes, visando acabar com a sequência de empates em jogos realizados em sua casa. Nesse contexto, o Rio Branco dominou inteiramente os primeiros quinze minutos, tendo nesse período, criado três bons momentos. O primeiro lance perigoso aconteceu logo aos 4 minutos, numa cobrança de escanteio por Marcinho que colocou a bola no travessão da meta defendida por Carioca, quase marcando um gol olímpico.

    Bola no travessão num quase gol olímpico de Marcinho do Rio Branco. Foto: Orlando Lacanna.

    Um minuto após a cobrança perigosa de escanteio, ocorreu outro bom momento dos donos da casa, agora através do zagueiro Márcio que tocou de cabeça com perigo, exigindo uma boa defesa do goleiro ararense. A terceira chance aconteceu aos 8 minutos, nos pés do zagueiro Clayton aproveitando rebote que veio da cobrança de uma falta pela meia direita, porém não levou sorte, uma vez que a bola foi para fora, raspando o poste direito da meta dos visitantes.

    Oportunidade desperdiçada por Clayton do Rio Branco no primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    Depois dos quinze minutos iniciais, o bom time do União São João entrou no jogo e, dessa forma, a partida ficou equilibrada, com as equipes se alternando nas jogadas ofensivas, porém nenhuma delas com aquele perigo. Nesse período deu para perceber que o time de Araras não era líder por acaso, pois se mostrou uma equipe consciente, com bom toque de bola e muito bem distribuída em campo.

    A melhor chance dos visitantes aconteceu nos acréscimos, numa arrancada rápida pelo meio do avante André Luiz que parou na bela defesa do experiente goleiro Cristiano. Logo em seguida, o árbitro encerrou o primeiro tempo sem que o placar tivesse sido mexido.

    Arrancada do ataque do União São João no final do primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.

    Ao longo do intervalo, fiquei conversando com os repórteres de Americana e Araras, trocando ideias sobre a competição e projetando quais times poderiam conseguir o acesso. Logo em seguida, a bola voltou a rolar, sendo que, o primeiro momento perigoso foi do União São João, aos 8 minutos, quando da cobrança de uma falta pela direita em que a bola se chocou contra o travessão e, no rebote, Flávio chutou exigindo um verdadeiro milagre do goleiro local.

    Lance que quase originou o primeiro gol do União São João. Foto: Orlando Lacanna.

    O Rio Branco respondeu aos 16 minutos, numa jogada pela esquerda realizada pelo artilheiro Lincoln, cujo tiro passou por cima, tirando tinta do travessão, levantando a torcida local.

    Início da jogada de Lincoln que levou perigo ao gol arararense. Foto: Orlando Lacanna.

    No período dos 20 aos 35 minutos, o Rio Branco teve mais posse de bola, mas encontrou dificuldades para penetrar no setor defensivo do União São João que jogava fechadinho e isso obrigou o time da casa a tentar arrematar de meia distância, cujos chutes acabaram não dando em nada. Por outro lado, o time visitante procurou sair rapidamente em contra-ataque, na maioria das vezes através do rápido avante André Luiz, mas que também não deram resultado efetivo.

    Nos últimos dez minutos, o Rio Branco foi com tudo para o ataque e, da mesma maneira que ocorreu no início do primeiro tempo, criou três bons momentos seguidos para inaugurar o marcador. O primeiro lance ocorreu aos 35 minutos, com Lincoln obrigando o goleiro do União praticar boa defesa. Em seguida, aos 37 minutos, outra jogada de Lincoln que penetrou pela esquerda e cruzou, sendo que nesse lance, o goleiro Carioca, ao sair do gol não achou nada, mas para sua sorte, o atacante Rodriguinho chegou um milésimo de segundo atrasado e não conseguiu empurrar a bola para o fundo da rede. Finalmente, um minuto depois, a jogada se repetiu e, mais uma vez a chance foi desperdiçada.

    Arremate do Rio Branco da entrada da área. Foto: Orlando Lacanna.

    Mesmo com o empenho das duas equipes, a partida foi encerrada com o placar estampando Rio Branco 0 - 0 União São João que tirou o time de Araras da liderança da competição, mas mesmo assim continua muito bem colocado na classificação, se situando na 2ª colocação com 26 pontos. Com relação ao Rio Branco, esse empate o deixou na 5ª colocação com 22 pontos e ainda o manteve como o único time invicto do campeonato.

    Apito final e aquela correria para embarcar com destino a São Paulo, uma vez que ainda tinha um compromisso familiar importante. Depois disso o negócio era descansar, pois no domingo pela manhã a cobertura iria continuar. Foi isso.

    Abraços,

    Orlando



    Escrito por Algum membro do JP às 18h16
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    Nacional perde mais dois pontos preciosos pela Série A-3

    Fala pessoal!

    O final-de-semana passado foi um tanto quanto devagar, e somente estive presente numa partida, válida pelo Campeonato Paulista da Série A-3. E ela aconteceu no sábado á tarde, horário tradicional de jogos no Estádio Nicolau Alayon. E mais uma vez fomos acompanhar a via-crucis ferroviária do Nacional contra o tradicionalissimo XV de Novembro de Piracicaba. Jogo com cheiro de nostalgia. E graças a um cidadão que resolveu passear pelos trilhos do metrô paulistano, cheguei na Comendador Souza em cima da pinta, com os dois times já em campo. Mas graças à providencial ajuda dos nossos amigos fiscais, conseguimos as fotos exclusivas dos times posados e do trio de arbitragem:

    Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

    EC XV de Novembro - Piracicaba/SP. Foto: Fernando Martinez.

    Trio de arbitragem da partida com os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

    E esperava um jogo difícil, mas confiava numa reação do Naça nessa partida. O time vem tentando, mas a situação rumo ao inferno da Segundona está feia. O time não marca e o ataque não convence. Mas como a esperança é a última que morre, a gente confia até o último minuto. Mas do outro lado tinha o XV, time o qual gosto demais, e que está fazendo uma boa campanha na A-3. A tarefa dos anfitriões não seria fácil.

    Voltando para as arquibancadas, encontrei a dupla mais perigosa do Brasil, David e seu Natal. Junto com eles, o amigo Rodrigo Collucci também estava presente para a peleja. E das arquibancadas históricas do Nicolau Alayon, vimos o XV de Piracicaba começar o jogo melhor do que os locais. O time quinzista dominou o jogo até metade da primeira etapa.

    Chute perigoso do XV de Piracicaba no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

    Jogador do XV acossando atleta do Nacional em pleno sábado à tarde. Foto: Fernando Martinez.

    O XV teve duas ótimas chances de cabeça, mas não as aproveitou. O Nacional conseguiu equilibrar o jogo após os 25 minutos, e também criou boas chances para a abertura do placar. Mas manja aqueles dias que a gente sente o cheiro do zero a zero? Sábado o cheirinho de "oxo" estava forte demais... e isso que era só o primeiro tempo.

    Zaga do Nacional tentando armar um ataque do time na primeira etapa. Foto: Fernando Martinez.

    E até o final da primeira etapa, o goleiro Igor evitou com bela defesa o primeiro gol dos visitantes e foi só. A partida chegou ao seu intervalo sem nenhum gol no placar. No intervalo conversamos com amigos sempre presentes no Naça, inclusive o velho de guerra Miguel, sempre cheio de histórias para contar. E muito papo e líquidos consumidos depois, fomos para o alambrado curtir a segunda etapa.

    Jogador do Nacional levitando no meio do gramado da Comendador Souza. Foto: Fernando Martinez.

    O Nacional então veio com tudo para cima do XV, sabendo que o empate era péssimo negócio. E o time ferroviário dominou o jogo nos primeiros 30 minutos. E com algumas chances sendo criadas, a maior delas apareceu aos 7 minutos. O zagueiro Natanael derrubou o atacante Kanu dentro da área, mas foi MUITO dentro da área mesmo. Mas o árbitro acabou marcando falta em cima da linha, mesmo com o auxiliar número dois correndo para a linha de fundo.

    Detalhe do lance polêmico do jogo... a falta foi sim dentro da área. Foto: Fernando Martinez.

    A confusão então foi armada, com muito tempo de paralisação e muita discussão no gramado. E depois de muito tempo quem acabou confirmando a penalidade foi o auxiliar número um, que estava do outro lado de campo. E depois desse tempo todo, dessa briga toda, da luta que foi para a marcação do pênalti, o jogador João Carlos foi para a cobrança e telegrafou o canto. E de forma fácil, o goleiro Wanderson fez a defesa e se transformou no nome da partida.

    Exato momento em que Wanderson defendia o pênalti cobrado por João Carlos. Foto: Fernando Martinez.

    Depois do penal, o Nacional ainda criou mais duas chances de gol, ambas defendidas pelo "herói" Wanderson. E após os 30 minutos, o XV se soltou e foi pra cima do Nacional. O goleiro Igor fez duas ótimas defesas, e o jogador Natanael perdeu gol feito no finalzinho da partida. E aquele cheirinho que sentia no primeiro acabou se confirmando...

    O veterano Terrão tentando armar ataque nacionalino. Foto: Fernando Martinez.

    Final de jogo: Nacional 0-0 XV de Piracicaba. O Naça completou seu quarto jogo seguido sem marcar gols, e se ainda tirarmos gols de bola parada (o último foi em Franca, de pênalti, no dia 1º de março), o time não marca com a bola rolando desde o jogo contra o União Mogi, no sábado de carnaval. Sábado o Nacional completa um mês sem marcar gols de bola rolando! Para o XV, o empate colocou o time no G8, e tenho quase certeza que a equipe entra na Fase Semifinal da A-3...

    Após o jogo, também tinha a chance de ver mais um jogo no dia... mas desisti, pois era longe demais para ir de condução. Então depois de curtir um bom saduba de mortadela no centro de São Paulo voltei para casa, para me preparar para ver o Iron Maiden pela quinta vez no domingo. Não teve futebol, mas a música foi de primeiríssima qualidade!

    Até a próxima

    Fernando



    Escrito por Algum membro do JP às 18h12
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