Nosso estado de espírito!

QUEM É QUEM NO JP!

Orlando Lacanna - 57 anos e viajante do nosso interior. Não faz Lista, mas com certeza já viu mais de quinhentos clubes. Viu times especiais, como o Carioba de Americana, o Comercial de São Paulo e o Minister de Santo Amaro.

Jurandyr Junior - 40 anos, juventino e americano. É o membro mais polêmico da equipe e foi o responsável por reunir a maioria dos integrantes do grupo pré-JP. Possui 594 times na Lista. Já viu jogos na Letônia, Lituânia, Estônia, Eslováquia e Áustria. É o mais viajado do grupo e possui trunfos absurdos.

Victor Minhoto
- 29 anos, juventino roxo, mas consciente do mundo. Tem 418 times vistos. Atualmente mais atuante no futebol mineiro. Viu Inglaterra e Argentina em Wembley, e viu times do cacife de Wrexham e Finn Harps.

Estevan Mazzuia
- 29 anos, já torceu para time grande, mas atualmente prefere acompanhar os times das divisões de acesso. Tem 355 times na Lista, com Manchester United, Ideal de Sete Lagoas e South Melbourne como trunfos. O único no JP que viu times das 6 confederações.

Fernando Martinez
- 31 anos, e sempre fica nervoso com a Lusa e o Juventus. Possui 453 times na Lista. Apaixonado pela Javari, Comendador Souza e Canindé. Tem trunfos como a Seleção Chinesa, Independiente Medellin, Rio Grande, Carlos Renaux e Lami de Porto Alegre.

David Libeskind
- 41 anos, grande torcedor do Nacional e simpatizante do Corinthians. Apesar de viver no cinema, tem 315 times na Lista e trunfos como Colorado do Paraná, Tchecoslováquia e Polônia.

Emerson Ortunho
- 35 anos, fanático torcedor do Jabaquara de Santos. Foi o último integrante a ser incorporado no grupo pré-JP. Também possui seus trunfos, como o Vila Aurora do Mato Grosso e o Juventud de Pergamino da Argentina. É grande conhecedor dos clubes argentinos e tem 285 times na Lista.



A História do JOGOS PERDIDOS!
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JP novamente em Poços de Caldas

Olá,

Depois de acompanhar no sábado duas partidas pela Série A3 paulista, fechei com chave de ouro minha jornada tripla do último final de semana, indo até Minas Gerais, mais precisamente à turística cidade de Poços de Caldas para conferir no belo Estádio Dr. Ronaldo Junqueira a partida Poços de Caldas F.C. x Ideal F.C. da cidade de Ipatinga, válida pela décima terceira rodada do Campeonato Mineiro - Módulo II que está sendo disputado por doze equipes e apontará, ao seu final, os dois times que ascenderão ao Módulo I em 2.009, ocupando os lugares de Democrata de Sete Lagoas e Ipatinga que foram rebaixados esse ano.

Mesmo chegando meio em cima da hora, por conta de uma viagem que parecia que não terminaria nunca, pude sentir a hospitalidade do pessoal local que me deixou super à vontade para fazer as fotos dos times posados e do trio de arbitragem que estão abaixo. Além disso, se colocaram a minha disposição para informações e tudo mais que eu pudesse precisar. Meu muito obrigado e um abraço a todos.

Poços de Caldas F.C. - Poços de Caldas/MG. Foto: Orlando Lacanna.

Ideal F.C. - Ipatinga/MG. Foto: Orlando Lacanna.

Trio de arbitragem formado por Joel Tolentino Damata Júnior  e seus assistentes Pedro Alcântara Campos e Wanderson Mozzer, acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

Bem, agradecimentos feitos e participantes da partida apresentados, vamos de bola rolando, num jogo que começou de forma bem animada, com as duas equipes correndo muito e, logo aos 4 minutos o Ideal teve um pênalti marcado a seu favor. Wander foi para a cobrança, com paradinha e tudo e acabou chutando para fora, aliviando os torcedores locais.

Pênalti desperdiçado pelo Ideal. Foto: Orlando Lacanna.

Logo após a cobrança do pênalti, começou uma chuva monstro que mais parecia um dilúvio, mas mesmo assim a partida continuou, pois o gramado agüentou muito bem os quase quinze minutos de água que caía sem parar, mas em compensação, fiquei muito molhado.

Até os 30 minutos o Poços de Caldas tinha mais posse de bola, mas errava muitos passes, chutava pouco ao gol adversário e insistia em cruzamentos que não davam em nada.

Disputa de bola no meio de campo com a chuva caindo torrencialmente. Foto: Orlando Lacanna.

Cruzamento do Poços de Caldas que não deu em nada. Foto: Orlando Lacanna.

Somente ao 31 minutos o Vulcão teve uma real chance de gol, mas o goleiro Paulão do Ideal praticou excelente defesa numa cabeçada desferida à queima-roupa, próxima a pequena área. Nos últimos quinze minutos, o esforçado time de Ipatinga saiu um pouco mais e criou uma jogada aguda de ataque, sendo que uma delas culminou num chute perigoso que saiu à direita do goleiro Toni do time laranja que já estava batido no lance.

Jogada perigosa do ataque do Ideal. Foto: Orlando Lacanna.

Como as jogadas de real perigo foram poucas, o resultado de 0 a 0 foi inevitável até o término da primeira etapa.

Durante o intervalo passei a maior parte do tempo admirando a linda paisagem que circunda o estádio, devidamente realçada com o aparecimento de um lindo arco-íris, além de desfrutar de um lanche gentilmente cedido pelos donos da casa ao pessoal da imprensa.

 

Linda paisagem ao redor do estádio. Boneco de um quati que é a mascote do Poços de Caldas. Fotos: Orlando Lacanna.

Assim que a partida recomeçou ficou claro que o Poços de Caldas queria resolver logo a parada e foi prensando o Ideal no seu campo de defesa e, com isso chegou rapidamente ao gol inaugural, num golaço marcado aos 8 minutos por intermédio de Souza que acertou um petardo no ângulo direito, desferido da entrada da área.

Bola indo para o fundo da rede do Ideal no gol do Poços de Caldas. Foto: Orlando Lacanna.

Após ter aberto a contagem, o time laranja procurou ampliar a vantagem, mas mostrou dificuldades na criação de jogadas ofensivas, uma vez que o seu meio de campo pouco criava e quando conseguia alguma jogada mais lúcida, os atacantes não davam seqüência, errando no último toque.

Disputa de bola pelo alto no meio de campo. Foto: Orlando Lacanna.

O Poços de Caldas insistia nas jogadas pela esquerda trabalhadas por Baianinho, que não deveria estar numa jornada feliz e, por conta disso, "matava" grande parte das jogadas, deixando os torcedores locais fulos da vida. O Ideal, dentro das suas possibilidades, tentava alguma coisa no campo de ataque, mas também apresentava dificuldades nas finalizações e mesmo assim, criou pelo menos dois bons momentos para empatar, porém os desperdiçou.

Jogada perigosa do ataque do Ideal. Foto: Orlando Lacanna.

Por volta dos 40 minutos, o Vulcão chegou a marcar aquele que seria seu segundo gol, porém a arbitragem invalidou a jogada marcando toque de mão do atacante. No finalzinho da partida, o Ideal queimou seus últimos cartuchos tentando igualar o placar, mas não teve jeito.

Final de jogo com o marcador indicando Poços de Caldas 1 - 0 Ideal que serviu para o time da casa se afastar um pouco mais das últimas colocações e ganhar uma posição na tábua de classificação (7º lugar com 16 pontos), enquanto a derrota do Ideal o deixou no 9º lugar com 12 pontos e deverá ficar atento para não correr riscos de rebaixamento, mas com ainda restam 10 jogos para as duas equipes, ainda é possível pensar em melhores colocações.

Fim de jogo e embarque imediato para São Paulo, numa viagem tranqüila e já pensando nos próximos jogos a serem acompanhados pelo JP e não descartando um retorno à linda cidade de Poços de Caldas.

Abraços,

Orlando 



Escrito por Algum membro do JP às 15h32
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JP e a pré-estréia da Segundona num amistoso no interior!

Opa,

No último domingo tive a chance de acompanhar algo que raramente acontece hoje em dia, principalmente nos gramados paulista: a realização de um bom e velho amistoso oficial! E o que é melhor, funcionando como uma pré-estréia da Segundona 2008. Então caí da cama rumo a cidade de São José dos Campos para ver se a notícia que li na sexta-feira era realmente verídica. Junto com o seu Natal e o amigo Rodrigo Collucci, voamos via Dutra para o Estádio Martins Pereira, aonde foi anunciado que rolaria um amistoso entre o FC Primeira Camisa e o Paulínia FC.

Chegando no Estádio debaixo de um sol escaldante, fomos nos ceritificar da realização do amistoso. Depois de alguns minutos vimos que estava tudo OK para a partida e ficamos mais animados ainda, já que era um amistoso mesmo e não um daqueles ridículos jogos-treino. Uma das piores invenções do nosso futebol, os "jogos-treino" fazem parte do dia-a-dia do futebol paulista e ninguém mais sabe diferenciar um de outro.

Amistoso de verdade é com os times jogando com os seus respectivos uniformes, trio de arbitragem e tempo oficial. Jogos-treino são algo que nem chegamos perto, e bem que os clubes poderiam imitar a iniciativa dos dois clubes e marcarem jogos de verdade. Parabéns tanto ao Primeira Camisa quanto ao Paulínia pela idéia e podem ter certeza que contam com nosso apoio. Bom, mas falando do amistoso em si, obviamente ficamos dentro do gramado e lá fizemos as fotos da partida e do trio de arbitragem:

FC Primeira Camisa - São José dos Campos/SP. Foto: Fernando Martinez.

Paulínia FC - Paulínia/SP. Foto: Fernando Martinez.

O árbitro Adalton William da Cunha e os auxiliares José Medeiros de Andrade e Gilvan Batista dos Santos posam para o JP junto com os capitães dos clubes. Foto: Fernando Martinez.

E de dentro do campo vimos o último amistoso dos dois times visando a estréia na Segundona no próximo final de semana. E vimos então um jogo bastante disputado por todos os primeiros 45 minutos. Ambas as equipes tiveram suas chances, e desde o começo ficou bastante claro os pontos fortes dos clubes: o ponto forte do Primeira Camisa ficou na raça enquanto do Paulínia foi a técnica.

Jogador do Primeira Camisa em ataque pela direita. Foto: Fernando Martinez.

O time da casa chegou com perigo em duas chances na pequena área, neutralizadas pela defesa do Paulínia de forma brilhante. Já o time visitante levava bastante perigo pelas laterais, deixando a zaga do Primeira Camisa bastante aflita. Vale registrar o bom público acompanhando o jogo nas arquibancadas e inclusive com a presença do jogador Roque Júnior, que é do Primeira Camisa.

Num momento aéreo, ataque pelo alto dos anfitriões no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Cena da partida amistosa entre Primeira Camisa x Paulínia. Foto: Fernando Martinez.

E nessa toada o primeiro tempo foi um bom teste para os clubes, principalmente se contarmos o calor insuportável que fez no domingo. E o jogo acabou indo para seu intervalo sem a abertura do placar. Nesse intervalo fomos fazer uma disputa monstro de pênaltis no gol de fundo do Martins Pereira. O seu Natal mostrou suas habilidades de goleiro, enquando eu fui confirmado como melhor batedor de pênaltis do final de semana esportivo.

Bom, no começo do segundo tempo até tentamos segurar a bronca e ficar dentro do campo para as fotos tradicionais atrás do gol. Mas agüentamos somente 10 minutos com aquela lua. Então fomos nos colocar nas tribunas do estádio, aonde uma deliciosa sombra nos aguardava. Antes de irmos pra lá, vimos os visitantes abrirem o placar logo aos 5 minutos. O jogador Alex chutou de fora da área e contou com o desvio na zaga para a bola enganar o goleiro e entrar calmamente dentro do gol. Paulínia 1 a 0.

Bom cruzamento dentro da área do Paulínia no segundo tempo e bela intervenção do arqueiro Fabrício. Foto: Fernando Martinez.

Jogador do Paulínia tenta se livrar da marcação. Foto: Fernando Martinez.

Já do alto, vimos um jogo melhor do que o do primeiro tempo. O Paulínia levava perigo demais em ataques rápidos e precisos, enquando o Primeira Camisa tentava jogar na base do coração. O time da casa parecia não ter forças momentâneas para chegar ao empate, mesmo tendo um maior volume de jogo. Mas de tanto insistir, os anfitriões empataram o jogo aos 26 minutos, em belo chute de Gílson depois de jogada individual.

Lance do gol de empate do Primeira Camisa aos 26 minutos do segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Cruzamento perigoso em tentativa de ataque do time da casa. Foto: Fernando Martinez.

Depois desse gol, o Paulínia tentou por mais vezes passar à frente do placar. Em duas vezes o gol não saiu por detalhe. Uma em bola que a zaga do Primeira Camisa tirou de cima da linha depois de cabeceio (e que algumas pessoas viram como gol) e em outra em ataque rápido e bola chutada que raspou a trave esquerda do goleiro.

Chance aguda de gol do Paulínia. O zagueiro tirou a bola em cima da linha. Foto: Fernando Martinez.

Mas o jogo foi muito bom, principalmente na segunda etapa, e o placar final de Primeira Camisa 1-1 Paulínia, por mais que o Paulínia possa ter tido até mais chances, foi justo. Um bom indício para os dois times para o decorrer dessa difícil Segundona que começa no próximo sábado. 45 times lutarão por 4 vagas na A-3 de 2009. Até novembro muita coisa boa vai rolar... E nem preciso dizer que o JOGOS PERDIDOS fará uma cobertura ímpar do campeonato. Com certeza teremos viagens, fotos exclusivas, imagens e relatos de partidas que a maioria da grande mídia nem sabe que acontece. Esse será o quarto campeonato da Segunda Divisão e o quarto campeonato em que o JP estará presente. O nosso carro-chefe chegou e vocês só podem esperar o melhor...

Bom, e depois de curtirmos esse amistoso como pré-estréia do campeonato, voltamos para São Paulo exaustos pelo calor e consegui aproveitar a tarde/noite do domingo colocando o sono em dia, já que dormir é uma arte que poucos sabem aproveitar...

E semana que vem tem mais!

Até lá

Fernando



Escrito por Algum membro do JP às 12h59
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Empate em Piracicaba tira Francana do G8

Olá,

Após ter acompanhado um bom jogo no sábado pela manhã na Rua Javari, no final da tarde fui até Campinas para encontrar o amigo do JP, Luciano Claudino e, de lá seguimos pela Rodovia Luiz de Queiroz até a pitoresca cidade de Piracicaba, pois no Estádio Barão de Serra Negra, iria ser realizada importante partida válida pela décima sexta rodada da fase inicial do Paulistão da Série A3. O confronto em questão foi E.C. XV de Novembro x A.A. Francana.

Como tem ocorrido quase sempre nessa competição, as partidas têm sido no geral àquelas chamadas de seis pontos, dado o equilíbrio na tabela de classificação e essa não foi diferente, pois a Francana lutava para permanecer no G8, enquanto o XV brigava para arrumar uma vaguinha entre os oito primeiros, sendo que a diferença entre as duas equipes na classificação era de apenas três pontos. Daí a importância na obtenção da vitória.

Chegando ao meu destino, tive uma certa decepção com a presença apenas razoável da torcida quinzista, uma vez que a partida era importante demais e o apoio maciço da sua torcida seria fundamental, muito embora a galera não demonstrou estar lá muito satisfeita com o seu time, pois além de não comparecer em grande número, ainda exibia suas faixas de cabeça para baixo em sinal de protesto.

Bem, vamos ao jogo, mas antes mostro os times e o quarteto de arbitragem nas fotos abaixo:

E.C. XV de Novembro - Piracicaba/SP. Foto: Orlando Lacanna.

A.A.Francana - Franca/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Quarteto de arbitragem formado por Carlos Eduardo Corrêa da Silva, seus assistentes Peterson Leão Rodrigues e Farício Porfírio de Moura, além do quarto árbitro Rodrigo Augusto de Morais Rodrigues, acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

A partida começou com o XV mais aceso, mas quem chegou com perigo pela primeira vez foi a Francana numa cobrança de falta que assustou logo aos 5 minutos. O XV respondeu aos 13 minutos com a criação de uma boa chance, porém o goleiro Cairo fez boa defesa e, nessa toada, a partida foi se desenrolando nos primeiros trinta minutos em períodos alternados de domínio com o surgimento de uma ou outra chance para as equipes, muito embora o XV tenha ficado mais tempo com a bola nos pés.

Tentativa de armação de jogada ofensiva do XV. Foto: Orlando Lacanna.

Aos 30 minutos, o placar foi aberto pelos visitantes através do zagueiro Rodrigão que escorou de cabeça cruzamento vindo da esquerda em cobrança de escanteio. Esse gol atordoou o time do Nho Quim que começou a errar muitos passes, irritando a pequena torcida presente que gritava "vamos jogar bola quinzeeeee", chegando inclusive a surgir até algumas vaias.

Como o XV tinha dificuldades para penetrar na área da Francana, passou a chutar ao gol de longa distância, porém esse expediente não deu certo, pois quando a bola não ia para fora, aparecia o ótimo goleiro Cairo.

Defesa do goleiro francano. Foto: Orlando Lacanna.

O melhor momento dos piracicabanos foi nos últimos cinco minutos quando poderiam ter chegado ao empate, mas aí esbarraram em duas excelentes defesas do goleiro francano e, com isso o placar de 1 a 0 para os visitantes foi mantido até o fim da primeira etapa.

Mais uma boa defesa do goleiro dos visitantes. Foto: Orlando Lacanna.

Depois do intervalo que rolou bate papo sobre a decisão do Paulistão e da razoável campanha do XV, a partida foi reiniciada com o time alvinegro vindo com tudo e empurrando a Francana, que tentava se segurar de todas as formas, para o seu campo de defesa.

Logo no início dessa etapa, o Nho Quim teve uma falta a seu favor pelo lado esquerdo e na cobrança quase chegou ao empate, porém a bola bateu na rede pelo lado de fora, levando parte da torcida a gritar "gol" que acabou não acontecendo.

Cobrança de falta que levou a torcida a gritar gol. Foto: Orlando Lacanna.

Para piorar as coisas para a Feiticeira, aos 14 minutos o zagueiro Rodrigão foi expulso por ter recebido o segundo cartão amarelo e, com isso o abafa do XV foi aumentando, até que finalmente aos 26 minutos chegou ao empate por intermédio de Mena que aproveitou rebote defensivo, mandando de cabeça e com estilo a bola para o fundo da meta dos visitantes.

Atacante do XV sofrendo marcação da defesa da Francana. Foto: Orlando Lacanna.

A partir daí o XV tentou de todas as maneiras chegar ao gol da virada, mas o setor defensivo da Francana se mostrava firme, ao passo que o XV, talvez pelo cansaço pelo esforço despendido em busca do empate, já não conseguia ser tão impetuoso.

Jogada de perigo na área da Francana. Foto: Orlando Lacanna.

Fim de jogo com o placar indicando XV de Piracicaba 1 - 1 Francana que não foi bom para os donos da casa, uma vez que não houve aproximação do G8 e agora só restam três jogos e dessa forma as chances vão ficando cada vez menores. Com relação à Francana, foi importante o ponto conquistado fora de casa, mas não foi suficiente para mantê-la no G8, embora suas chances de chegar à fase seguinte são consideráveis.

Apito final do árbitro e início do meu imediato retorno a São Paulo, via Campinas, para devorar uma pizza e ter uma noite de sono, uma vez que na manhã seguinte voltaria à estrada para acompanhar o meu terceiro e último jogo do final de semana, só que dessa vez em outro Estado, mas isso fica para depois.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 22h10
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Nacional e SEV ficam no empate em jogo dramático

Opa,

Depois do massacre do Linense no sábado cedo, a tarde foi reservada para mais um jogo do Campeonato Paulista da Série A3, campeonato que apareceu bastante aqui e que perderá espaço semana que vem com o começo da Segundona... Mas enquanto ela não começa, segui até o Estádio Nicolau Alayon para mais uma tarde de sofrimento com o Nacional enfrentando o SEV de Hortolândia. E novamente com a devida autorização oficial seguem aqui as fotos oficiais e exclusivas das equipes que só o JP porporciona a todos. E dessa vez tem também do trio.

Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

SEV - Hortolândia/SP. Foto: Fernando Martinez.

O árbitro  Eduardo Constantino de Oliveira, os auxiliares Fábio Aparecido Ribeiro e Tatiane Sacilotti Camargo e o quarto árbitro Élvio Fábio da Silva posam com os capitães das equipes de forma exclusiva para as lentes do JP. Foto: Fernando Martinez.

Chegando lá encontrei o Victor e o David aguardando a partida e com eles os amigos Rodrigo Collucci, Fernando Correia e Paolo Gregori aproveitando a bela tarde de sábado na Comendador Souza. Tudo para ver o Nacional em mais uma chance de chegar ao G8. Depois de ter perdido para o Palmeiras B, a vitória era mais do que obrigação. Já o SEV perdeu seis pontos no TJD e agora espera um verdadeiro milagre em busca da salvação e da permanência na A3 em 2009.

Chance perigosa para o Naça no começo do jogo. Foto: Fernando Martinez.

Jogadores do SEV roubam a bola e saem para o ataque. Foto: Fernando Martinez.

E o jogo começou com o Nacional em cima dos visitantes tentando fazer seu primeiro gol no bom e velho abafa. E depois de boas chances criadas, o time abriu o placar aos 18 minutos com um belo chute de Alex Braz de fora da área. Para a festa da torcida ferroviária, Naça 1 a 0. Mas o que era festa logo virou um novo tormendo. De forma incompreensível, o Nacional conseguiu a façanha de tomar a virada do SEV, que não se intimidou, aos 20 e 24 minutos. Nos dois lances o jogador Douglas Richard marcou de cabeça após cruzamentos na área. Em seis minutos, o Nacional já estava perdendo o jogo.

O jogador Leandrão sobe mais alto do que a zaga do SEV em ataque no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

E a partir daí começou um novo festival de horrores em campo. O Nacional não conseguia se impor e todos seus ataques eram bisonhamente desperdiçados. O time não conseguia emplacar mais do que três toques no ataque seguidos e perdia a cabeça ao não conseguir chances concretas de gol. O SEV, jogando de forma precisa, quase ampliou em alguns contra-ataques.

Agora o goleiro Dida salva o SEV saindo de forma precisa do gol. Foto: Fernando Martinez.

Bom, mas o jogo avabou indo com a vitória de 2 a 1 para o SEV até o intervalo. Nesse intervalo conversamos bastante e muitas previsões para a Segundona 2008 foram feitas. A agenda de jogos está afinadinha para o começo do campeonato...

Então fomos atrás do gol defendido pelo arqueiro do SEV acompanhar o segundo tempo. Então vimos algo praticamente impossível acontecer, algo que não vemos toda hora e se alguém contasse não acreditaríamos. O Naça voltou disposto a empatar o jogo e aos 11 minutos teve a chance disso numa cobrança de pênalti. O zagueiro Ânderson, que colocou a mão na bola dentro da área e cometeu a falta foi expulso. Mas na cobrança, o jogador Alex Braz telegrafou o canto e o goleiro Dida (!) defendeu.

Exato momento em que o goleiro Dida defendia cobrança do camisa 11 do Naça, evitando o empate. Foto: Fernando Martinez.

Na saída de bola, aos 13, o jogador Candinho foi expulso e o Nacional tinha dois jogadores a mais e mais de meia hora para tentar empatar. Mas o time insistia em ridículos chuveirinhos na área, quando a opção mais óbvia era chutar de longe. O jogo então ficou mais propicio para o Naça quando o atacante Douglas Richard foi expulso aos 25 minutos. Com três a mais parecia que a coisa agora iria...

E foi mesmo, para o brejo. O time errava passes absurdos, cruzava a bola na área de forma afobada e não oferecia nenhum perigo para o SEV, que fez uma barreira com seus atletas restantes na entrada da área. O Nacional não chutava de longe e deixava a sua torcida à beira da loucura. Só por volta dos 35 minutos que o time passou a arriscar alguns chutes.

Lance plástico no ataque do Naça, tentando o empate a todo custo. Foto: Fernando Martinez.

E logo se confirmou que essa era a opção certa, o time criou boas chances nesses chutes e em duas vezes quase marcou, uma numa bola na trave e outra quando a bola passou raspando o canto esquerdo do goleiro. Mas de tanto insistir, Alex Braz se redimiu e marcou um gol espetacular aos 44 minutos, em bola de fora da área que entrou brilhantemente no ângulo esquerdo do goleiro.

Belíssimo gol do Nacional em bela foto. Notem que o goleiro se esticou todo, mas não deu. Foto: Victor Minhoto.

Nos acréscimos então quase o milagre acontece, mas a auxiliar anulou o gol que o Naça marcou aos 49 minutos alegando impedimento. Teve bastante reclamação, mas do nosso ângulo não deu para ver se estava ou não impedido o ataque do Naça. E no final ficou tudo igual: Nacional 2-2 SEV.

O Nacional vai se complicando cada vez mais nos jogos em casa e fica cada vez mais distante da classificação. E conseguir não ganhar de um time com três a menos em casa é tarefa que não é para qualquer um. Já o SEV ainda sonha com o milagre, mas a situação está complicada! E o JP deixa aqui também um abraço ao técnico do nacional Túlio Tanglioni, que passa por um monento extremamente complicado no âmbito familiar. Conversei com ele antes da partida e reitero aqui os desejos de força, superação e fé, para que ele possa sair bem desses momentos ruins que está passando. Um abraço a ele!

E depois do jogo fomos para o centro, aonde parte da trupe foi curtir um famoso mate na Avenida São João. Eu fui descansar para me preparar para a viagem do domingo cedo, aonde tivemos a chance de acompanhar um jogo que lembrou os velhos tempos...

Até mais

Fernando



Escrito por Algum membro do JP às 19h21
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Massacre do Linense em Guarulhos

Fala pessoal!

Enquanto o Orlando se divertia na Javari, eu começava o final de semana com uma partida do Campeonato Paulista Série A-3. Dessa vez consegui acordar cedinho e segui de ônibus intermunicipal até a cidade de Guarulhos, aonde vi a partida entre Força e o genial CA Linense no Estádio Antônio Soares de Oliveira. Antes de falar do jogo, vamos com as fotos oficiais da partida, em mais uma cortesia EXCLUSIVA do JOGOS PERDIDOS:

Força EC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.

CA Linense - Lins/SP. Foto: Fernando Martinez.

Depois das fotos encontrei o seu Natal perdido pelas arquibancadas do estádio, tudo para ver mais um jogo do líder absoluto da A3 até aqui, o Linense. O time tem a melhor campanha isolada e caso vencesse o jogo contra o Força se classificaria de vez para as semifinais da competição. Já o Força está entre o bolo de clubes que luta para se classificar, e uma vitória era essencial para o time tentar entrar no G8.

E o jogo começou com o Linense dominando todas as ações na partida. O time não dava chances aos donos da casa e em menos de cinco minutos já tinha criado duas chances agudas para fazer o primeiro. O time sobrava em campo mesmo com o insuportável calor que fazia em Guarulhos e deixava o Força acuado em seu campo de defesa. O jogador Thiago Vieira fazia a diferença e criava chance após chance, mas o time não conseguia fazer seu gol.

Jogada disputada no meio-de-campo no jogo entre Força e Linense. Foto: Fernando Martinez.

Ataque perigoso dos visitantes no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

O Força por sua vez conseguiu sua primeira chance aos 27 minutos, em chute que foi para fora. Aos poucos o time foi tentando equilibrar o jogo, mas também não criava chances tão grandes de gol. Mas para alento de sua torcida, o time conseguiu pelo menos terminar o intervalo sem a abertura da contagem.

Chute de fora da área que levou bastante perigo ao gol do Força. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo conhecemos o pessoal da Rádio Regional Esperança FM. Muito simpáticos conosco, falaram ao vivo da nossa cobertura na transmissão da partida e nos convidaram para uma visita até a cidade de Lins. Com certeza um dia apareceremos por lá. E fica aqui um abraço a eles!

Pessoal da Rádio Regional Esperança FM junto com o seu Natal no intervalo de jogo. Foto: Fernando Martinez.

Na volta para o segundo tempo, a partida piorou, e nos seus primeiros minutos parecia que veríamos um jogo arrastado pela segunda etapa. Mas o Força fez questão de dar uma mãozinha e aos 9 e 15 minutos teve jogadores expulsos em jogadas absolutamente evitáveis. E com dois atletas a mais, o Linense resolveu o jogo em apenas seis minutos... Aos 16, depois de cruzamento na área de Gil, a bola percorreu toda a área e encontrou Thiago Vieira, que cabeceou certeiro. Aos 17, quase num replay do primeiro gol, Carlão cruzou e Danilo fez de cabeça o segundo dos visitantes. Aos 22, em jogada individual de Serginho, ele seguiu pela esquerda e chutou quase sem ângulo. Linense 3 a 0.

Cruzamento que originou o primeiro gol do Linense, aos 16 minutos do segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

O jogo estava liquidado, e o Força sentiu isso, inclusive fazendo cera para não tomar mais. Mas o Linense mostrou porquê é o favorito ao título da A3 e marcou mais duas vezes: aos 36 minutos, em gol de Carlão de cabeça, depois de mais um cruzamento e aos 43, quando o jogador Wesley tirou do zagueiro e chutou de fora da área. Enquanto isso, o Força torcia para o jogo acabar...

Mais um detalhe de Força e Linense. Notem que o time de Lins mudou as camisas para o segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Final de partida: Força 0-5 Linense. Resultado merecido para o Linense que confirma sua classificação e leva um favoritismo incrível para o título. Já o Força continua sua luta atrás da vaga entre os oito melhores em três jogos complicados... Bom, depois do jogo o seu Natal me garantiu uma carona até o centro de São Paulo, aonde me dirigi até a segunda partida do dia...

Até lá

Fernando



Escrito por Algum membro do JP às 18h50
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Flamengo de Guarulhos goleia na Rua Javari

Olá,

Em outro final de semana que coube a mim a agradável missão de cobrir três jogos, começando no sábado pela manhã acompanhando o confronto entre a S.E. Palmeiras B x A.A. Flamengo em partida válida pela décima sexta rodada da fase inicial do Campeonato Paulista da Série A3. Apesar dessas duas equipes terem aparecido recentemente por aqui, essa partida não poderia passar batida pelo JP, por conta dos seus ingredientes que têm a nossa cara, tanto que também estavam por lá o Victor  e o David, pois além de ter sido realizada em campo neutro, ainda foi no histórico Estádio Conde Rodolfo Crespi, carinhosamente chamado de Rua Javari, que é um dos templos sagrados do futebol paulista, e quem sabe brasileiro.

Levando em conta as campanhas realizadas pelas duas equipes até antes da realização da partida, o time de Guarulhos era o favorito natural mesmo jogando fora dos seus domínios, mas como em futebol tudo pode acontecer, só restava aguardar a bola começar a rolar, porém antes vamos com as fotos das equipes e do quarteto de arbitragem que estão abaixo:

S.E. Palmeiras B - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

A.A. Flamengo - Guarulhos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Quarteto de arbitragem formado por Luciano Guilherme Coelho, seus assistentes Willian Jorge Dias e Alexandra Aparecida Rodolpho, além do quarto árbitro Daniel Pepe, acompanhado pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo começou e o time esmeraldino saiu com tudo  para o ataque e, para surpresa geral, abriu o placar logo aos 5 minutos, num golaço do avante Beto que recebeu a bola de costa para o gol, fez o giro em cima do zagueiro e fuzilou o arqueiro adversário, mandando a bola no canto esquerdo. Surpresa geral na Rua Javari e a dúvida se a zebra teria resolvido dar as caras por lá.

Após o gol, o Flamengo procurou mostrar tranqüilidade e tentou sair para o ataque, mas parava na boa atuação do sistema defensivo do Palmeiras B até então. Com o passar do tempo, o Flamengo foi se acertando melhor em campo, tocando a bola com consciência e aos poucos foi criando algumas oportunidades que não foram aproveitadas.

Uma das oportunidades desperdiçadas pelo Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Finalmente aos 26 minutos, o time rubro-negro chegou ao empate através de um gol de falta magistralmente cobrada por Clayton que colocou a pelota no canto alto direito do goleiro alviverde que não teve nenhuma chance de fazer a defesa.

Bola viajando em direção ao fundo da rede do Palmeiras B no gol de empate do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

O time da Capital assimilou o golpe e saiu para o jogo criando ótima chance aos 37 minutos, porém o goleiro Artur evitou a marcação do gol, praticando importante defesa em dois tempos.

Defesa do goleiro Artur evitando gol palmeirense. Foto: Orlando Lacanna.

Quando tudo indicava que o primeiro tempo seria encerrado com a igualdade no placar, o atacante Tom colocou o Flamengo em vantagem com a marcação de um belo gol aos 46 minutos, após receber lindo passe na entrada da área, livre de marcação e, com esse gol, levou para o intervalo o resultado de 2 a 1 a favor do seu time.

Durante o intervalo eu descobri a presença do zagueiro Cláudio Valdívia, irmão do ídolo palmeirense, entre os suplentes do Palmeiras B que posou para as lentes do JP. Apesar da curiosidade geral de ver esse outro Valdívia em ação, infelizmente ele não foi colocado em campo pelo seu técnico.

 

Cláudio Valdívia posando para as lentes do JP. Os "perdidos" Victor e David com o seu novo corte de cabelo. Fotos: Orlando Lacanna.

Voltando à partida, o segundo tempo começou com um forte domínio do Flamengo que dava a entender que queria resolver logo a parada e foi criando e desperdiçando chances, até que aos 22 minutos, Paulinho marcou o terceiro gol, aproveitando rebote do goleiro palmeirense.

Bola no fundo do gol palmeirense no terceiro gol do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Daí em diante o Flamengo se tornou o dono do jogo e se cansou de perder oportunidades, mas como já disse antes, o futebol pode apresentar surpresas e, aos 38 minutos, o time alviverde teve a oportunidade de diminuir a diferença e, quem sabe voltar ao jogo, com a marcação de um pênalti a seu favor. Bola na cal com o atacante Beto executando a cobrança e o goleiro flamenguista Artur praticando a defesa. Esse lance praticamente matou toda e qualquer possibilidade de eventual reação por parte do time verde.

Pênalti defendido por Artur do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

No minuto seguinte, outro pênalti, só que agora a favor do Flamengo que não foi desperdiçado por Tom, decretando o quarto gol do Corvo.

Quarto gol do Flamengo marcado por Tom. Foto: Orlando Lacanna.

Partida encerrada com o placar eletrônico juventino apontando Palmeiras B 1 - 4 Flamengo que manteve o time de Guarulhos seguindo firme em direção à segunda fase e, não apenas isso, mas também a esperança de conquistar uma das quatro vagas à Série A2 em 2.009. Com relação ao Palmeiras B, é bom ligar o sinal de alerta, pois o fantasma do rebaixamento está rondando e, qualquer bobeada poderá ser fatal.

Tão logo a partida foi encerrada, voltei rapidinho para casa, graças a uma providencial carona do Victor, para um breve descanso e curtir um almoço em família para logo depois botar o pé na estrada para acompanhar meu segundo jogo do dia, mas isso fica para depois.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 00h47
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Ganhe uma camisa oficial no 5º Sorteio JP!

Olá amigos!

E o JOGOS PERDIDOS com o apoio da Deka Sports continua trazendo prêmios para vocês. Como de costume vamos sortear mais uma camisa de uma equipe profissional que usa os uniformes da Deka.

Desta vez a camisa será a do São Vicente Atlético Clube, de São Vicente, SP, que vai disputar a Segunda Divisão Paulista. O time é antigo, foi fundado em 21/04/1928, mas se profissionalizou somente em 2002, passando a disputar regularmente os campeonatos da Federação Paulista de Futebol. A mascote da equipe é a Baitaca, ave típica da região.

 

Frente e verso da camisa em sorteio. Fotos: Orlando Lacanna.

 

Detalhes do escudo e da marca da camisa em sorteio. Fotos: Orlando Lacanna.

Para concorrer é bem fácil: basta clicar no ícone "Sorteio JP" que está na lateral esquerda desta página ou clicar aqui. Na página que abrirá vocês encontrarão as informações de como participar. Ah, e avisem os amigos!

Aguardamos a participação de todos!

Equipe Jogos Perdidos



Escrito por Algum membro do JP às 23h02
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Nacional tropeça em casa no clássico paulistano

Olá!

Quarta-feira com rodada pelo Campeonato Paulista da Série A3 é sinal de muito jogos interessantes para o JOGOS PERDIDOS acompanhar. E para aproveitar mais um joguinho na Comendador Souza, eu fui até o Estádio Nicolau Alayon para assistir Nacional x Palmeiras B, num jogo de vizinhos da capital. Por lá, perdidos, estavam o David e o seu Natal. Além de alguns amigos que sempre aparecem nesses jogos, como: JR (ex-Jandir), Vidro, Gallupo e o Paolo Gregori. E um agradecimento ao Miguel, do Nacional, que nos passou a letra do hino do clube, uma raridade por aí. E para começar vamos com as fotos oficais da partida:

Nacional A.C. - São Paulo / SP. Foto: Emerson Ortunho.

S.E. Palmeiras B - São Paulo / SP. Foto: Emerson Ortunho.

O jogo começou com um leve domínio do Nacional, mas com o Palmeiras B respondendo sempre na base dos contra-ataques. Com o decorrer da partida o jogou foi chegando mais perto do equilíbrio, com qualquer equipe podendo abrir o placar.

Lance da partida Nacional x Palmeiras B. Foto: Emerson Ortunho.

Mas para alegria dos nacionalinos quem marcou primeiro foi o Naça, aos 16 minutos. O gol acabou saindo após uma cobrança de escanteio, onde bola sobrou para o artilheiro metropolitado Rogerinho, que marcou quase de barriga.

Rogerinho aguarda a bola chegar para marcar o gol do Nacional. Foto: Emerson Ortunho.

O Palmeiras B não sentiu o gol e continuou jogando da mesma maneira, o que acabou lhe valendo o empate. O gol saiu aos 37 minutos, através do lateral-esquerdo Wellington, que penetrou pelo seu setor e bateu forte na saída do goleiro. O empate acalmou os ânimos da partida e o jogo seguiu assim para o intervalo.

O Nacional tenta manter a posse de bola na partida. Foto: Emerson Ortunho.

O segundo tempo começou menos movimentado que o primeiro. O Nacional começava a perpetrar sua série de tentivas frustadas de gol e o Palmeiras B a chegar com perigo em alguns contra-ataques. E nessa toada, em um desses contra-ataques, o Palmeiras B conseguiu um pênalti a seu favor. Pênalti, muito contestado pelos torcedores locais. Na cobrança, aos 27 minutos, Daniel marcou e decretou a virada do verdinho.

Daniel marca o segundo do Palmeiras B em penalidade máxima. Foto: Emerson Ortunho.

Na sequência da partida, o Nacional até tentou empatar, mas ora por falta de pontaria, ora por bons desarmes da defesa do Palmeiras B, o gol não saia. E como diz àquela máxima do futebol, "quem não faz, toma", assim o Palmeiras B fez o terceiro, aos 44 minutos, em uma jogada muito confusa, em que a bola ficou rolando pela linha do gol, com a zaga do Nacional tentando tirar e o atacante do Palmeiras B tentando marcar. Nessa disputa quem levou a melhor foi Beto, que conseguiu fazer a bola ultrapassar a linha de gol, mas o gol só foi percebido mesmo quando o bandeira correu para o centro de campo.

Goleiro do Palmeiras B sobe para defender o ataque nacionalino. Foto: Emerson Ortunho.

Depois do gol, houve aquela tentativa de correria do Nacional, mas o tempo de acréscimo era pouco para novas mudanças no marcador.

Marcação em cima foi uma das armas do Palmeiras B na partida. Foto: Emerson Ortunho.

Final de jogo: Nacional 1 x 3 Palmeiras B. O Nacional está abusando de perder pontos em casa, o que certamente complicará sua busca pela classificação. Chances ainda existem, basta o elenco se conscientizar disso. O Palmeiras B está se encontrando na competição, já são duas vitórias seguidas fora de casa. A prova de que a equipe engrenou será no sábado contra o Flamengo.

Abraços!

Emerson



Escrito por Algum membro do JP às 21h26
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Corvo derruba Galo em Guarulhos

Olá,

Depois de um longo tempo sem ter a chance de acompanhar um jogo perdido num dia útil, na última quarta-feira à tarde dei um jeitinho e fui até o Estádio Antônio Soares de Oliveira, em Guarulhos, para conferir "in loco" o duelo entre a A.A. Flamengo contra o Independente F.C. da cidade de Limeira em partida válida pela décima quinta rodada da fase inicial do Paulistão da Série A3.

A partida envolvia uma equipe que luta para se manter no grupo dos que vão para a próxima fase contra uma outra que tenta se livrar de todo jeito do rebaixamento para a Segunda Divisão. Antes de falar do jogo, como tem sido um hábito aqui no JP, começo apresentando os envolvidos no espetáculo nas fotos abaixo, que novamente são EXCLUSIVAS.

A.A. Flamengo - Guarulhos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Independente F.C. - Limeira/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Quarteto de arbitragem composto por Cléverson Inácio, seus assistentes Rafael Luiz da Silva e Edson Rodrigues dos Santos, além do quarto árbitro Leomar Oliveira Neves. Foto: Orlando Lacanna.

O jogo teve início e os visitantes criaram rapidamente a primeira jogada de perigo, mas pecaram na finalização. Com o passar do tempo, os donos da casa assumiram o controle da partida e passaram a pressionar a defesa adversária, mas também não foram objetivos nas conclusões.

Jogada de ataque do Flamengo pela direita. Foto: Orlando Lacanna.

A partir dos 25 minutos, o Galo de Limeira teve um período de domínio territorial, com um pouco mais de ousadia, contra um Flamengo apático e sem inspiração que passou a maior parte do tempo insistindo com os inúteis chuveirinhos para a área adversária.

Armação de jogada para o ataque limeirense. Foto: Orlando Lacanna.

O público presente se irritou com a monotonia da partida e passou a gritar "vamos jogar bola Flamengo" e para alívio de todos, a primeira etapa terminou e obviamente o placar ficou mudo.

Mais um cruzamento neutralizado pela defesa do Independente. Foto: Orlando Lacanna.

Durante o intervalo fiquei no gramado batendo papo com alguns torcedores junto ao alambrado que diziam que se o jogo não melhorasse, iriam embora sem esperar o término da partida. Eles tinham razão, pois o primeiro tempo foi mesmo de doer.

Partida reiniciada e da mesma forma que aconteceu na primeira etapa, o Independente logo de cara deu um susto na defesa do Fla, mas o goleirão Marins não deixou a peteca cair. Para a alegria da maioria dos presentes, o Corvo abriu a contagem logo aos 4 minutos, através de Tom que escorou um cruzamento que mais pareceu um chute errado que encontrou o avante rubro-negro próximo a pequena área e esse mandou a gorduchinha para o fundo do gol limeirense.

Gorduchinha no fundo da meta interiorana no primeiro gol do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Após a abertura do placar, o Independente deu outro susto na defesa do Flamengo, quando o atacante Leandro desperdiçou ótima oportunidade por não alcançar de cabeça cruzamento vindo da direita.

Oportunidade de ouro desperdiçada pelo Independente. Foto: Orlando Lacanna.

A partida havia melhorado consideravelmente, com as equipes se alternando em períodos de domínio, com a criação e desperdício de algumas oportunidades pelas duas equipes.

Ataque perigos do Flamengo no segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.

Somente aos 36 minutos o placar foi movimentado novamente e, outra vez o gol foi dos donos da casa que marcaram através de Paulinho em jogada que nasceu com a perda de bola do zagueiro Ranieri do Independente, na altura do meio de campo pelo lado direito e aí em apenas três toques, o ataque do Fla chegou na cara do goleiro Fernando e não teve jeito, bola no fundo do gol interiorano.

Partida encerrada com o placar assinalando Flamengo 2 - 0 Independente que manteve o time guarulhense no G8 e o Galo da Vila Esteves na zona de degola, numa partida horrível na primeira etapa, melhorando muito na etapa final que foi disputada pau a pau, com o Flamengo sendo mais objetivo nas conclusões, enquanto o Independente pecava nas conclusões e, quando acertava o gol, aparecia o bom goleiro Marins que acabava com a festa.

Tão logo a partida foi encerrada, deixei o estádio, mas permaneci em Guarulhos para uma visita familiar e curtir um churrasco caseiro. Foi isso.

Abraços,

Orlando 



Escrito por Algum membro do JP às 20h53
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Confira o 4º Sorteio JP cujo prêmio foi a camisa do União de Mogi

Olá pessoal!

E já temos o felizardo ganhador do 4º Sorteio JP!

E a camisa do União Futebol Clube oferecida pela Deka Sports vai para Daniel Batista Cardoso, de São Paulo.

Camisa que será entregue ao Daniel de São Paulo, SP. Foto: Orlando Lacanna.

Para concorrer era preciso responder a seguinte pergunta "Qual o número recorde de acessos conseguido pelo JOGOS PERDIDOS no dia 19/03/08?" E a resposta correta era 11.346  Dessa vez tivemos mais de 90% de respostas certas.

Parabéns Daniel!!. Novamente fazemos um agradecimento especial a todos os participantes!

E para você que não teve sorte, informamos que vem aí o 5º Sorteio JP e dessa vez a camisa será a do São Vicente A.C. , mais uma vez oferecida pela Deka Sports. Aguardem a divulgação oficial.

Agora, vocês podem conferir o vídeo oficial do último sorteio.

Abraços!

Equipe Jogos Perdidos



Escrito por Algum membro do JP às 12h42
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JP novamente no Módulo II Mineiro em Poços de Caldas

Fala pessoal!

Depois do genial amistoso do último sábado, domingo foi reservado para uma viagem interestadual e para a minha volta à Minas Gerais depois de um ano longe de acompanhar partidas por lá. Acordei cedinho e segui até o Terminal Tietê para garantir minha passagem para a bela Poços de Caldas. Tudo para ver o jogo entre o Poços de Caldas e o EC Itaúna, válido pelo Campeonato Mineiro do Módulo II.

A viagem foi extremamente tranqüila, e fiquei curtindo as belas paisagens dos caminhos que levam à cidade mineira. É uma boa forma de aliviar qualquer tipo de stress que é acumulado durante a semana. Isso faz bem demais. Bom, cheguei na Rodoviária de Poços de Caldas com tempo suficiente para fazer o meio-campo e garantir as fotos oficiais. E isso fica mais fácil ainda em Poços, já que a Rodoviária faz parte do quintal do estádio, ou vice-versa.

Chegando no belo Estádio Ronaldo Junqueira, já fui conversar com o pessoal dos clubes. O pessoal das duas equipes me tratou de forma bastante simpática: a comissão técnica do Itaúna já conhecia o trabalho do JP inclusive com o presidente da equipe tendo conversado conosco faz pouco tempo. O pessoal do Poços de Caldas também, na pessoa do assessor de imprensa Aílton, fez questão de que eu me sentisse em casa, dando qualquer tipo de apoio para que o JP ficasse à vontade para realizar o trabalho. E realmente me sentindo em casa, fui devidamente autorizado a ficar no gramado para as fotos oficiais da partida e do trio de arbitragem:

Poços de Caldas FC - Poços de Caldas/MG. Foto: Fernando Martinez.

EC Itaúna - Itaúna/MG. Foto: Fernando Martinez.

Quarteto de arbitragem com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

Agora falando do jogo, a partida era de vida ou morte para o Vulcão. O time ocupava o 11ºlugar na tabela, estando na zona de rebaixamento junto com o Passense (que desistiu do campeonato de vez e será rebaixado à Segundona em 2009). Já o Itapuna faz boa campanha e ocupava o 3ºlugar, atrás apenas do América e do Araxá na busca pelo acesso para a elite. A vitória dos donos da casa era essencial para uma melhora na tabela, ainda mais contando que o time não perderá nenhum ponto com a desistência do time de Passos, já que perdeu a partida contra eles enquanto quase todos os outros times ganharam.

Jogadores voando em disputa acrobática de bola. Foto: Fernando Martinez.

Mas tendo ganho apenas um jogo em dez disputados até ali, a partida prometia ser difícil. E ela começou complicada mesmo, com o Itaúna tomando as ações do jogo e criando oportunidades de gol logo no começo. Demorou um pouco para que o Vulcão entrasse no jogo e criasse as suas.

Mas depois de quinze minutos, o Itaúna viu o Poços de Caldas dominar territorialmente a partida, e mesmo com o time não criando chances tão agudas para a marcação do seu gol, o Itaúna passou alguns apuros. Efetivamente os anfitriões criaram três ótimas chances, mas o ataque do time não acertava o pé e deixava sua ótima torcida presente no estádio apreensiva.

Ataque perigoso do Vulcão no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Jogador do Poços arma chute de longe tentanto o primeiro gol. Foto: Fernando Martinez.

A emoção mesmo com gritaria e tudo acontecia quando o locutor do estádio imformava os gols da última rodada do Campeonato Paulista. Com gente torcendo para todos os times, ficou legal ouvir as reações da torcida quando os quatro maiores times de São Paulo marcavam ou sofriam gols.

Disputa de bola ríspida no ataque do Poços. Notem a fisionomia dos atletas. Foto: Fernando Martinez.

Aproveitando o embalo da torcida, o Poços buscava o gol de forma insistente, ou pelo enorme espaço que o Itaúna deixava na sua lateral direita ou em chances desperdiçadas em cruzamentos na área. O Poços até teve um gol anulado nesse primeiro tempo por impedimento. O Itaúna ainda teve mais duas boas chances de gol na primeira etapa, mas não chegou ao seu gol. E os primeiros 45 minutos acabaram sem a abertura do placar.

Ainda no primeiro tempo, falta perigosa para o Itaúna, sob o olhar atento do Quati atrás do gol. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo fui tomar uma água na lanchonete do estádio. Notei ali algo que dificilmente vemos hoje em dia nos estádios: uma barraca com souvenirs do clube sendo vendidos. Sem questionar preço ou coisa assim, é fantástico ver algo que sempre falamos colocado em prática. Não seria legal viajar pelo interior e conseguir comprar a camisa do time, um boné ou mesmo uma bandeira? Alguns clubes novos e com visão comercial fazem isso, mas a grande maioria ignora a torcida. Alô, alô clubes! Vamos copiar isso, não custa nada!

Goleiro do Itaúna tenta salvar seu time de sofrer um gol. Foto: Fernando Martinez.

Bom, para o segundo tempo, tínhamos a certeza que o jogo seria melhor, já que o Poços iria pra cima desde o começo enquanto o Itaúna tentaria se defender a todo custo para garantir um pontinho sofrido. E logo aos três minutos a certeza se confirmou com o gol dos donos da casa. Depois de lançamento longo pela esquerda, a bola encontrou o camisa 11 Renatinho pela direita. Ele tocou para o meio da área e o camisa 17 Braitner, que tinha entrado no intervalo só tocou para o fundo das redes. Alteração precisa do técnico João Carlos (aquele mesmo ex-zagueiro do Cruzeiro, Corinthians e Seleção) e vantagem para o Vulcão.

Lance do jogo no meio-de-campo no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Depois do gol o jogo abriu e os dois times criaram chances para marcar. O Itaúna mais tímido e o Poços ansioso para ampliar o placar. O time da casa criou ótimas chances para fazer o segundo, mas o dia estava complicado para seus atacantes, inclusive com eles perdendo duas chances praticamente sem goleiro.

Mas a ansiedade ia chegando e a vitória tão sonhada estava cada vez mais perto. Com a chegada do final do jogo, foi a vez do Iatpuna cordar e ir para cima do Vulcão. Muito sofrimento foi visto em chances boas perdidas pelo ataque do time visitante. O Poços ainda teve mais um gol anulado, o que aumentou o nervosismo.

Jogada do segundo gol do Poços, mas que foi anulado pelo árbitro. Foto: Fernando Martinez.

E o jogo foi para os acréscimos com o Itaúna em cima do Vulcão. E aos 46 minutos quase que a torcida local morre de emoção, quando num ataque ótimo dos visitantes, a bola sobrou livre para o jogador Nildo, que chutou na trave. Alívio mesmo só na hora do apito final: Poços de Caldas 1-0 Itaúna. Vitória-chave para o Vulcão, que (caso os times percam mesmo os pontos dos jogos contra a Passense) pula para o 7º lugar na tabela.

Depois do jogo só recebi mais elogios pelo nosso trabalho, e o diretor da equipe, Tiago Granato, fez questão de me presentear com a camisa da equipe. Só tenho a agradecer a hospitalidade do pessoal do Poços de Caldas e tamanha simpatia não vemos em qualquer esquina. Um abraço a eles! Bom, depois do jogo então fui pegar meu lugar no ônibus voltando para São Paulo com a sorte de ninguém ter comprado o lugar ao meu lado. Sozinho e bastante confortável curti as quatro horas de viagem tranqüilamente, já sentindo falta de novo de viagens assim. Mas com a segundona mais viagens dessa estão programadas!

Até mais

Fernando



Escrito por Algum membro do JP às 22h01
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Águia do Vale vacila e perde a vaga

Olá,

Continuando com a cobertura dos campeonatos de acesso do futebol paulista, no domingo peguei a Rodovia Ayrton Senna e segui rumo à importante cidade de São José dos Campos, indo até o Estádio Martins Pereira para conferir o jogo decisivo São José E.C. x G. Catanduvense F. que valeu pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2.

Ao chegar próximo ao estádio, observei um movimento muito grande de torcedores que se espalhavam por quase duas quadras, comprando bandeiras, camisas, lanches, cerveja, etc e fazendo uma festa bem animada, até porque uma vitória simples daria a vaga ao time local. Na portaria do estádio foram formadas filas de torcedores de razoáveis tamanhos, o que garantia a presença de um bom público torcendo pelo São José.

A FPF tomou seus cuidados e escalou para esse verdadeiro clássico do interior, um quarteto de arbitragem da pesada, incluindo o 4º árbitro no ranking e um assistente que pertence ao quadro da FIFA. Esse quarteto posou para as lentes do JP e está retratado numa das fotos abaixo, juntamente com as fotos dos dois times. Ah! Já estava esquecendo, são EXCLUSIVAS.

São José E.C. - São José dos Campos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

G. Catanduvense F. - Catanduva/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Quarteto de arbitragem formado por Otávio Corrêa da Silva (4ª posição no ranking), seus assistentes Ednilson Corona (assistente FIFA) e Sérvio Antônio Bucioli, além do quarto árbitro Thiago Duarte Peixoto, acompanhados pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

Toda expectativa demonstrada pelos torcedores era plenamente justificada, dada a importância da partida, uma vez que estava em jogo a oitava e última vaga à próxima fase da competição.

A partida teve início e com ela veio uma chuva chata que não parava um segundo, deixando os atletas ainda mais ariscos com o entusiasmo tomando conta do jogo. Como era de se esperar, o São José, empurrado pela sua inflamada torcida, foi logo à frente e tentava de todas as maneiras abrir o placar, mas esbarrava num sólido sistema defensivo de time muito bem armado e que também buscava a vitória que lhe daria a tão sonhada classificação.

Jogada de ataque do São José. Foto: Orlando Lacanna.

Além da boa postura defensiva dos visitantes, o São José esbarrava na ansiedade e na pressa para executar as jogadas e, com isso, errava muitos passes e mesmo assim criou pelo menos dois bons momentos para marcar. Somente aos 32 minutos, a Águia do Vale fez o estádio explodir de alegria com a marcação do seu primeiro gol, após cobrança de escanteio pela esquerda. Eu e os demais repórteres que estavam atrás da meta do Catanduvense, achamos que o gol teria sido do nº 11 Bruno, mas na súmula constou como gol contra do zagueiro Rodrigo Alemão. Seja como for, o placar tinha sido inaugurado e era isso o que importava aos alegres torcedores que não cabiam em si de tanta felicidade, inclusive por conta da derrota parcial do União São João contra a Inter de Limeira em outra partida que interessava ao São José e ao Grêmio Catanduvense.

Bola estufando a rede do Catanduvense no gol do São José. Foto: Orlando Lacanna.

Após o gol, os visitantes adiantaram a marcação e saíram em busca da igualdade, mas não a conseguiram e dessa forma o 1 a 0 perdurou até o final da primeira etapa. Com esse resultado os joseenses estavam classificados.

Jogada de ataque do Catanduvense. Foto: Orlando Lacanna.

Passei a maior parte do intervalo me enxugando e tentando secar as lentes da minha máquina fotográfica no único período de tempo que a chuva cessou.

A segunda etapa começou e com ela o retorno da chuva. Não deu tempo nem de me ajeitar atrás da meta do goleiro Leandro Bahia do Catanduvense e no gol oposto, logo aos 2 minutos, os visitantes chegaram ao empate através de Marcelo, desviando de cabeça uma cobrança de falta pela meia direita. Esse gol deixou todos da casa, torcida e jogadores, atônitos, sem saberem exatamente o que tinha ocorrido, pois pegou a todos de surpresa.

Tentativa de ataque do São José por intermédio de Bruno. Foto: Orlando Lacanna.

Daí em diante foi aquele "Deus nos acuda", com o São José indo para cima, mas o fazia de maneira apressada e com isso errava muitos passes e as conclusões, deixando seus torcedores impacientes.

Cruzamento perigoso na área do Catanduvense. Foto: Orlando Lacanna.

Por outro lado, o Catanduvense jogava plantado na sua defesa e saía em rápidos contra-ataques, chegando inclusive a marcar outro gol que não foi validado pela arbitragem por ter sido marcado impedimento.

Atleta do Catanduvense tentando armar jogada ofensiva. Foto: Orlando Lacanna.

Partida encerrada com o placar indicando São José 1 - 1 Catanduvense que fez com que os dois times morressem abraçados na competição, pois a oitava vaga ficou com o União São João de Araras que virou para cima da Inter, marcando 3 a 1 e vai disputar a semifinal que promete ser sensacional na definição dos quatro times que ascenderão a Série A1 em 2.009 nos lugares de Juventus, Sertãozinho, Rio Preto e Rio Claro, rebaixados à Série A2.

Tão logo o árbitro encerrou a partida, voltei para São Paulo todo molhado, mas gratificado por ter visto de perto mais uma ótima partida de futebol. Foi isso.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 17h56
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Amistoso com ar de nostalgia num sábado à tarde no Jaçanã

Opa,

Um clima de nostalgia foi a tônica desse último fim-de-semana nos jogos em que estive presente. No sábado comecei o dia perdendo um jogo de manhã graças ao cansaço que o trabalho me proporcionou na semana. Mas tudo bem, o jogo principal rolaria à tarde e era algo que nós do JP adoramos: um amistoso propriamente dito! Sem perder tempo, segui até o bairro do Jaçanã aonde, no Estádio Aníbal de Freitas, curti um amistoso genial entre o CCAA Guapira contra o Pão de Açúcar EC.

É pessoal, o Guapira ainda tem seu time jogando por aí e serviu como preparação para o pessoal do Pão de Açúcar testar o time na Segundona, que começa em duas semanas. Mais do que esperando de forma ansiosa por esse campeonato, o JP sempre incentiva os amistosos em geral, e não aqueles bisonhos "jogos-treino" sem trio de arbitragem e nem uniforme oficial. O pior é que lendo notícias por aí, ninguém sabe mais diferenciar o que é um ou outro. Amistoso de verdade tem trio de arbitragem oficial e uniforme oficial das duas equipes... tirando isso é roubada e estamos completamente fora!

Mas voltando ao fato, ficamos extremamente felizes com o convite do pessoal do Guapira para ver o jogo. Sentimos falta das partidas no Jaçanã nas tardes de sábado pelos campeonatos de acesso. E torcemos sempre pela volta da equipe, uma das mais especiais para nós do JOGOS PERDIDOS. Então é sempre um prazer poder ver o time desfilando no seu estádio. Fica aqui também um abraço a todo pessoal do Pão de Açúcar, sempre simpáticos conosco e muito prestativos.

Bom, mas o amistoso é que interessa e junto comigo o David e o seu Natal foram curtir a partida. E como não poderia deixar de ser, seguem agora as fotos exclusivas dos times posados e do trio de arbitragem:

CCAA Guapira (Amador) - São Paulo/SP.

Pão de Açúcar EC - São Paulo/SP.

O trio de arbitragem da partida com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.

E com clima de nostalgia no ar, o jogo começou com o Pão de Açúcar tomando a dianteira das ações do jogo desde o começo. A equipe tem como base o time que disputou a Copa São Paulo desse ano. Posso dizer que o time tem muita qualidade e com certeza dará trabalho na esperada Segundona 2008. Mas o Guapira mostrou que sabe jogar também, criando chances de marcar seu gol.

Camisa 10 do Pão de Açúcar perde gol sem goleiro no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Toque de bola no meio-de-campo. Foto: Fernando Martinez.

E quem acabou abrinco primeiro o placar foram mesmo os visitantes, através de Baiano aos 21 minutos. Mesmo depois do gol, o Pão de Açúcar continuou criando, mas durante o resto da primeira etapa não marcou mais. Ficou a impressão de que o Guapira focado numa competição poderia fazer bom papel também.

Bola disputada na lateral já na segunda etapa. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo fomos conversar com o Newton, já velho conhecido do JP e membro da diretoria do Guapira. Ele nos deu idéias do futuro do clube e sobre a sempre esperada volta do clube. Difícil sempre é, mas nunca devemos perder as esperanças do clube voltar ao profissionalismo. Também conversamos com o preparador físico dos visitantes, o Altair Ramos, famoso dos tempos de São Paulo. Ele mostrou que o time amarelo vem para buscar o acesso à A-3 de 2009. Sabemos que o time é bom, e vamos ver durante o campeonato se tudo isso se concretiza em campo. Abraços!

Banco do Guapira acompanhando a partida. Foto: Fernando Martinez.

Escanteio que levou bastante perigo ao gol do Guapira. Foto: Fernando Martinez.

Bom, no segundo tempo da partida o Guapira cansou e o Pão de Açúcar dominou o jogo. Logo aos 4 minutos, o jogador Piovesan (ex-ECUS) marcou em boa jogada do seu ataque. Mas mais legal do que o jogo, foi curtir a tarde em si, e com todos nós relembrando vários sábados em que vimos partidas por lá. Inclusive com muitos times na Lista de todos matados por ali.

Detalhe do terceiro gol do jogo, no finalzinho da partida. Foto: Fernando Martinez.

Cruzamento para dentro da área dos anfitriões. Foto: Fernando Martinez.

E a partida continuou com o domínio visitante e aos 35 minutos o placar foi fechado. Em boa jogada de Murilo, ele entrou livre e tocou na saída do goleiro, com a bola morrendo no canto direito do Guapira. Final de partida: Guapira 0-3 Pão de Açúcar. Boa vitória do time do mercado, que vem forte para a Segunda Divisão.

E apesar de derrotado em campo, o Guapira merece os elogios, porque mesmo não disputando campeonatos profissionais devido às grandes dificuldades financeiras que todos nós sabemos de cor e salteado, mantem um time amador e não deixa a chama da sua volta apagar. E mais do que nunca, sempre irão encontrar um dos maiores apoios para a volta com o pessoal do JOGOS PERDIDOS.

 

seu Natal e Fernando e depois o David e o seu Natal curtindo o parquinho do Guapira. Fotos: David Libeskind e Fernando Martinez.

E depois do jogo fui ficar de bobeira o resto do sábado para me preparar para um jogo fora de São Paulo no domingo, coisa que não fazia faz tempo...

Até lá

Fernando



Escrito por Algum membro do JP às 16h35
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