Nosso estado de espírito!

QUEM É QUEM NO JP!

Orlando Lacanna - 57 anos e viajante do nosso interior. Não faz Lista, mas com certeza já viu mais de quinhentos clubes. Viu times especiais, como o Carioba de Americana, o Comercial de São Paulo e o Minister de Santo Amaro.

Jurandyr Junior - 40 anos, juventino e americano. É o membro mais polêmico da equipe e foi o responsável por reunir a maioria dos integrantes do grupo pré-JP. Possui 594 times na Lista. Já viu jogos na Letônia, Lituânia, Estônia, Eslováquia e Áustria. É o mais viajado do grupo e possui trunfos absurdos.

Victor Minhoto
- 29 anos, juventino roxo, mas consciente do mundo. Tem 418 times vistos. Atualmente mais atuante no futebol mineiro. Viu Inglaterra e Argentina em Wembley, e viu times do cacife de Wrexham e Finn Harps.

Estevan Mazzuia
- 29 anos, já torceu para time grande, mas atualmente prefere acompanhar os times das divisões de acesso. Tem 355 times na Lista, com Manchester United, Ideal de Sete Lagoas e South Melbourne como trunfos. O único no JP que viu times das 6 confederações.

Fernando Martinez
- 31 anos, e sempre fica nervoso com a Lusa e o Juventus. Possui 453 times na Lista. Apaixonado pela Javari, Comendador Souza e Canindé. Tem trunfos como a Seleção Chinesa, Independiente Medellin, Rio Grande, Carlos Renaux e Lami de Porto Alegre.

David Libeskind
- 41 anos, grande torcedor do Nacional e simpatizante do Corinthians. Apesar de viver no cinema, tem 315 times na Lista e trunfos como Colorado do Paraná, Tchecoslováquia e Polônia.

Emerson Ortunho
- 35 anos, fanático torcedor do Jabaquara de Santos. Foi o último integrante a ser incorporado no grupo pré-JP. Também possui seus trunfos, como o Vila Aurora do Mato Grosso e o Juventud de Pergamino da Argentina. É grande conhecedor dos clubes argentinos e tem 285 times na Lista.



A História do JOGOS PERDIDOS!
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JP em Resende na sugundona carioca!

Fala pessoal!

Depois de mais de duas semanas sem curtir um jogo de futebol, ontem tivemos uma rodada genial aqui do JOGOS PERDIDOS. E com a companhia do Emerson, a rodada aconteceu em grande estilo, já que seguimos com a viatura #1 do JP, o "El Pibe", que estava fora de combate desde o mês de fevereiro. Naquela vez quase fomos dessa para melhor numa bela paulada que levamos na BR-116. Dez meses depois fizemos a reestréia do possante e rumamos para um jogo fantástico do Campeonato Carioca da 2ªDivisão na cidade de Resende.

O genial é que no caminho até lá visitamos um clube histórico para mais um post da série "Volta ao Passado" e mais dois estádios para os "Estádios pelo Brasil", que em breve serão postados por aqui. Bom, mas a tarde era para ver o jogo entre Resende FC e o genial Cardoso Moreira, ambos times que já garantiram espaço na elite do futebol do Rio de Janeiro em 2008. E antes de mais nada, vamos às fotos dos times posados:

Resende FC - Resende/RJ. Foto: Fernando Martinez.

Cardoso Moreira FC - Cardoso Moreira/RJ. Foto: Fernando Martinez.

Trio de arbitragem com os capitães dos times. Notem que o capitão do Cardoso Moreira é o veterano Neném, ex-Palmeiras. Foto: Fernando Martinez.

Vale registrar que fomos bem recebidos pelo pessoal de lá e também pelo pessoal do Cardoso Moreira, e inclusive tivemos a chance de conhecer o prefeito dessa cidade e parabenizar pelo sucesso no campeonato. O jogo foi válido pela penúltima rodada do Quadrangular Final do Campeonato, que também conta com os times do Macaé e do Mesquita, que também já subiram para o Carioca 2008. O jogo, que aconteceu no simpático Estádio do Trabalhador, poderia deixar um time com chances de título, caso o Mesquita perdesse do Macaé. Então mesmo com times mistos (os principais já estão esperando o Carioca, que começa em janeiro), vimos um bom jogo por lá.

Ataque do Resende no começo do jogo. Foto: Emerson Ortunho.

Mas no primeiro tempo, os times começaram o jogo de forma um pouco truncada. As chances demoraram um pouco para aparecer por lá. E quando vieram, surgiram em igual escalada para as equipes. Mas para infelicidade dos seus ataques, todas foram desperdiçadas. Entre uma chance e outra, alguma rispidez em lances no meio-de-campo.

Zaga do Cardoso Moreira tenta afastar o perigo. Foto: Fernando Martinez.

Ataque pela lateral-direita do time da casa. Foto: Fernando Martinez.

E o jogo foi seguindo nesse panorama até o final do primeiro tempo. A certeza de todos por lá era que o jogo melhoraria bastante nos 45 minutos finais, já que com o empate o título do campeonato já seria praticamente do Mesquita.

Durante o intervalo descobrimos uma farmácia perto do estádio para tomarmos uma água. E praticamente um oásis foi descoberto ali, já que no estabelecimento era vendido pets dos fantásticos Guaraná Mantiqueira, Grapete e do magnífico Mineirinho. Nem precisamos dizer que fizemos o nosso tradicional contrabando de vasilhames de dois litros dos mesmos para SP.

Chute perigoso do Resende no final do primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.

Bom, já com a sede extinta, voltamos para o estádio para curtir o segundo tempo. E posso dizer que foi um dos melhores segundos tempos do ano. Os dois times voltaram com a vontade mais do que redobrada e proporcionaram várias chances de gol. O Resende começou desperdiçando as maiores chances, inclusive com um chutaço na trave que ainda bateu na perna do goleiro do Cardoso e quase entrou.

Chute perigosíssimo do Resende que foi encontrar o travessão. Foto: Fernando Martinez.

Mas aos poucos o Cardoso passou a incomodar os anfitriões em chutes de longe, todos com perigo e grande intervenção do goleiro alvinegro. Foi um festival de lances perigosos que não deixou a torcida piscar um minuto sequer.

Goleiro do Cardoso Moreira fazendo boa intervenção. Foto: Fernando Martinez.

E a partida merecia estar com um empate em três ou talvez até por quatro gols, mas teimava seguir sem a abertura de contagem. E quase nos acréscimos a sorte virou para os donos da casa. Num chute de fora da área, a bola foi interceptada com o braço dentro da área. Pênalti marcado para o Resende e com muita reclamação do pessoal visitante. Na cobrança, o camisa 18 do Resende cobrou com estilo e marcou o primeiro gol dos donos da casa. Festa em Resende e na saida o Cardoso ainda tentou o empate, mas já era tarde.

Lance do único gol do jogo, que deixa o Resende ainda com chances de título. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Resende 1-0 Cardoso Moreira. O Resende agora vai decidir o título da Segundona Carioca contra o Mesquita, que perdeu seu jogo de ontem, no próximo final-de-semana. Emoção até a última rodada! Bom, depois do jogo eu e o Emerson voltamos paraSão Paulo com uma chuva incrível por todo o caminho através da Via Dutra. Mas de novo com a certeza da missão cumprida. E com a feliz reestréia do "El Pibe" pelas estradas do Brasil. E muito mais vem por aí...

Até mais

Fernando



Escrito por Algum membro do JP às 17h55
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Poços de Caldas em festa com o acesso!

Olá pessoal,

No último domingo me dirigi a Poços de Caldas, no Sul de Minas, para acompanhar a decisiva partida entre Poços de Caldas e Tupynambás, válida pela última rodada da 2ª Fase do Campeonato Mineiro da 2ª Divisão. Logo que cheguei no Estádio Dr. Ronaldo Junqueira, percebi o clima de decisão, isto, pelo bom e motivado público de 3.355 pagantes. Ao contrário do que nossos amigos passaram nas últimas semanas na Rua Javari e em Ulrico Mursa, fui muito bem recepcionado no local, principalmente pelo Paulo, membro do Poços de Caldas, a quem eu deixo um abraço, pois o mesmo permitiu e facilitou minha entrada no gramado.

Antes de falar sobre a partida seguem as fotos das equipes posadas e do trio de arbitragem, aqui vale o destaque da beleza dos uniformes das duas equipes, principalmente o do Tupynambás, que lembra a seleção da Croácia.

Poços de Caldas F.C. - Poços de Caldas/MG. Foto: Victor Minhoto.

Tupynambás F.C. - Juiz de Fora/MG. Foto: Victor Minhoto.

Árbitro Ricardo Marques Ribeiro e assistentes Jair Albano Félix e Pedro Alcântara Campos. Foto: Victor Minhoto.

Pela primeira vez aqui no JP, o escudo do Poços de Caldas FC. Foto: Victor Minhoto.

Agora, sobre o jogo, o clima era de vida ou morte, pois estava em disputa o acesso ao Módulo II da 1ª Divisão do Campeonato Mineiro de 2008, sendo que a vantagem do empate era dos visitantes. De um lado o recém-fundado Poços de Caldas, com o apoio da maior torcida deste campeonato, sem perder nenhum ponto em casa e comandado pelo treinador João Carlos (ex-zagueiro do Cruzeiro, Corinthians e Seleção Brasileira). De outro lado o bom Tupynambás com os atacantes Alexandre Alvin e Euller (ex-Palmeiras, São Paulo e Vasco).

O jogo começou com as duas equipes estudando o adversário sem arriscar muito, porém o Tupynambás tocava melhor a bola e por isso chegava mais perto da meta laranja. Entretanto, com o transcorrer da primeira etapa as ações se equilibraram, o Vulcão foi se soltando e atacando o adversário de forma mais incisiva, tanto que obrigou o arqueiro Fernando a pelo menos duas grandes defesas.

O arqueiro Tonivan do Poços de Caldas faz bela intervenção impedindo o gol adversário. Foto: Victor Minhoto.

Após alguns lances perigosos, em uma descida pela direita de seu ataque, a equipe do Sul de Minas sofre um penalti bem marcado pelo árbitro. Assim, aos 37 minuntos da etapa inicial o meia Alexandre Fávaro inaugura o placar em uma bela cobrança, levando a grande torcida ao delírio.

Alexandre Fávaro desloca o goleiro Fernando e abre o marcador para o Vulcão. Foto: Victor Minhoto.

Esse gol foi um verdadeiro banho de água fria sobre o Tupynambás, que não se recuperou até o final da 1ª etapa. No intervalo fui agraciado com um providencial sanduíche e um refrigerante fornecidos pelo Poços de Caldas, ainda bem, pois já era quase meio-dia e fome começava a apertar.

O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro, com a equipe laranja dominando as ações, mesmo estando em vantagem no marcador. Já a equipe da Zona da Mata parecia ainda não ter se recuperado do golpe sofrido no final do primeiro tempo. Esse panorama persistiu até a metade da etapa final, quando o Tupynambás resolver acordar.

Atacante Ricardinho acerta bela cabeçada sobre o goleiro adversário e quase faz o segundo gol do Vulcão. Foto: Victor Minhoto.

O quadro alvirubro percebeu que se continunasse jogando daquela forma a derrota era certa e o sonho do acesso ia embora, mesmo porque o Itaúna já vencia o classificado Passense no outro jogo. Por isso seu meio de campo acordou e passou a controlar o jogo, enquanto o Vulcão buscava ampliar o marcador nos contra-ataques, principalmente através do camisa 11 Ricardinho. Assim, foi a partir deste momento que o jogo ficou aberto e cheio de emoções.

O veteraníssimo Euller bem que tentou mas não mostrou um bom futebol em Poços de Caldas. Foto: Victor Minhoto.

O azar dos visitantes é que além da defesa mandante estar muito segura e bem organizada, seu sistema ofensivo se mostrava totalmente inoperante. A qualidade do meio de campo do Tupynambás era inversamente proporcional a de seus atacantes, ou seja, o veterano Euller não rendeu o esperado e mais prejudicou do que ajudou a equipe de Juiz de Fora.

Assim, o jogo se encaminhou para o seu final em Poços de Caldas 1x0 Tupynambás, e o apito do árbitro foi o sinal verde para uma grande comemoração pelo acesso do Vulcão logo em sua primeira temporada, já que a equipe foi fundada em 01/07/07. Nos demais jogos o Itaúna venceu fora de casa o Passense por dois a zero, o Araxá empatou em dois a dois com o Ideal de Ipatinga e o Monlevade, em um jogo tumultuado, sucumbiu em casa diante do União Luziense por dois a um. 

 

Comemoração pelo acesso do Poços de Caldas. Atletas agradecem aos céus pela conquista. Fotos: Victor Minhoto.

Agora resta a decisão do campeão entre Araxá e Itaúna, mas além destes dois, Passense, Poços de Caldas, União Luziense e Ideal de Ipatinga garantiram o acesso ao Módulo II do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão de 2008. Só esperamos que ninguém desista de disputar o campeonato, como aconteceu com quatro equipes este ano.

Até a próxima,

Victor



Escrito por Algum membro do JP às 01h39
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JP em Curitiba na decisão da I Recopa Sul Brasileira

Olá,

Seguindo a linha de mostrar aos amigos internautas alguma novidade futebolística, no sábado pela manhã, novamente botei o pé na estrada e dessa vez me aventurei na perigosa Rodovia Régis Bittencourt por quase sete horas para chegar até a belíssima capital paranaense, a cidade de Curitiba, local aonde foi realizada a I Recopa Sul Brasileira de Futebol Profissional.

Essa competição foi organizada pela Federação Paranaense de Futebol com o apoio da CBF e contou com a participação de quatro equipes que venceram as respectivas Copas de seus Estados. Participaram as equipes do Juventus representando São Paulo por ter vencido a Copa FPF - Heróis de 32, J.Malucelli vencedora da Copa Paraná, Marcílio Dias ganhadora da Copa Santa Catarina e Caxias que venceu a Copa Paulo Rogério Amoretty.

A primeira partida aconteceu na quarta-feira passada com o Marcílio Dias vencendo o Juventus por 4 a 1 e com isso se classificou para a final. No dia seguinte jogaram J. Malucelli e Caxias partida essa que terminou com a vitória dos gaúchos por 2 a 1, após empate de 1 a 1 no tempo regulamentar. Em razão dos resultados iniciais, a partida valendo pela final foi C.N. Marcílio Dias x S.E.R. Caxias que foi realizada no sábado à tarde no Eco - Estádio Janguito Malucelli, com a presença do JOGOS PERDIDOS.

 

Escudos do C.N. Marcílio Dias e da S.E.R. Caxias. Fotos: Orlando Lacanna.

E como manda a tradição, as fotos oficiais da partida estão abaixo:

C.N. Marcílio Dias - Itajaí/SC. Foto: Orlando Lacanna.

S.E.R. Caxias - Caxias do Sul/RS. Foto: Orlando Lacanna.

Trio de arbitragem composto por Maurício Batista dos Santos e seus assistentes Rubens Berton e Sérgio Aparecido Aléssio, todos do Paraná, acompanhados pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

Troféus ao Campeão e Vice. Foto: Orlando Lacanna.

Agora vamos de bola rolando, numa partida que começou de forma bem animada, com as duas equipes demonstrando muita disposição, em especial a equipe catarinense de Itajaí, que levava muito perigo à meta gaúcha, tanto que aos 11 minutos criou a primeira grande oportunidade, mas a bola caprichosamente se chocou com o poste esquerdo do goleiro André.

Atleta de Santa Catarina flutuando em busca da bola. Foto: Orlando Lacanna.

Primeira oportunidade perdida pelo Marcílio Dias com a bola batendo no poste esquerdo. Foto: Orlando Lacanna.

Mesmo perdendo uma grande oportunidade, o time "Marinheiro" não desanimou e aos 23 minutos abriu o placar num belo gol de Valdson que aproveitou passe açucarado de Luis Ricardo que iria se tornar o grande nome do jogo. O time gaúcho sentiu o gol, mas mesmo assim tentava de todas as formas sair para o ataque, apesar do cansaço do jogo anterior que teve muita chuva e prorrogação, contudo não foi feliz, pois a defensiva catarinense não dava espaço.  Aos 33 minutos, o árbitro marcou um pênalti a favor do Marcílio Dias que não ficou muito caracterizado, gerando muitas reclamações por parte do Caxias. O atacante Luis Ricardo cobrou e aumentou o placar.

Bola indo para o fundo do gol após cobrança de pênalti pelo atacante Luis Ricardo. Foto: Orlando Lacanna.

Aos 41 minutos, o árbitro marcou outro pênalti, só que dessa vez a favor do Caxias, cabendo ao meia Castor cobrar e propiciar ao bom goleiro Marcelo Vacaria praticar excelente defesa.

Goleiro do Marcílio Dias defende pênalti cobrado por Castor. Foto: Orlando Lacanna.

A perda do pênalti gerou um "apagão" no time do Caxias que permitiu ao Marcílio Dias criar duas ótimas oportunidades que acabaram sendo desperdiçadas e, dessa forma o placar da primeira etapa ficou mesmo em 2 a 0 a favor do time de Santa Catarina.

Durante o intervalo tive a oportunidade e o prazer de conhecer e bater um belo papo com repórteres de rádio do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi uma conversa super interessante, regada à água, pois o calor e o mormaço eram intensos.

Voltando ao jogo, a segunda etapa começou mostrando que o Caxias veio para o famoso abafa e se lançou com tudo ao campo de ataque, sufocando a defesa rubroanil. Logo aos 5 minutos, a Caxias teve outro pênalti a seu favor e Castor voltou a cobrar, sendo que dessa vez acabou convertendo.

Detalhe do gol do Caxias em cobrança de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

Após o gol do Caxias, o jogo ficou emocionante com os gaúchos forçando o empate e os catarinenses segurando e tentando sair em rápidos contra-ataques e, numa dessas aos 19 minutos, chegaram ao seu terceiro gol marcado por Luis Ricardo que aproveitou cruzamento rasteiro vindo da direita.

Atacante catarinense tocando a bola para o fundo do gol gaúcho no terceiro gol. Foto: Orlando Lacanna.

Esse gol foi uma ducha de água fria no ânimo dos gaúchos que mesmo assim quase diminuíram a diferença em boa jogada de ataque pelo meio, porém a bola se chocou contra o travessão do goleiro do Marcílio Dias. A partir daí, o jogo caiu um pouco de ritmo com os catarinenses tocando mais a bola e só esperando o tempo passar. Quando todos esperavam que nada mais de importante aconteceria, novamente o bom atacante Luis Ricardo marcou o quarto e último gol do seu time, o terceiro dele no jogo, aos 47 minutos concluindo de pé direito, com categoria jogada individual realizada pelo meio.

Final de jogo com o marcador apontando Marcílio Dias 4 - 1 Caxias que deu o título ao time catarinense de forma merecida, pois nas duas partidas realizadas fez boas apresentações. Essa conquista com toda certeza irá motivar ainda mais sua participação no campeonato estadual de 2.008. Logo após o término da partida, teve início a festa dos vencedores junto aos seus torcedores e rolou a solenidade de entrega dos troféus e medalhas, além da tradicional volta olímpica.

Capitão do Caxias com o troféu de Vice-Campeão ao lado do Presidente da Federação Gaúcha. Foto: Orlando Lacanna.

Troféu de Campeão sendo entregue pelo Presidente da Federação Paranaense ao capitão catarinense. Foto: Orlando Lacanna.

Marcílio Dias posando de forma descontraída e alegre para as lentes do JP. Foto: Orlando Lacanna.

Depois de tudo encerrado, iniciei meu retorno ao centro de Curitiba contando com uma providencial carona da equipe da Rádio Globo para em seguida rumar ao aeroporto para embarcar para São Paulo, pois eu não seria maluco de retornar via Régis Bittencourt com mais quase sete horas de viagem e ainda durante a noite. Durante o meu regresso, vim pensando com é interessante torneios como esse e esperando que haja continuidade nos próximos anos.Vale ressaltar que já existe uma pré-marcação para 2.008 em Santa Catarina, em 2.009 em São Paulo e 2.010 no Rio Grande do Sul.

Não poderia encerrar esse post, sem antes agradecer o apoio e simpatia da Ruthe Precoma e Andréia, assessoras de imprensa do J. Malucelli e Federação Paranaense para com o JOGOS PERDIDOS. Um abraço a elas.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 08h57
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Uma Volta ao Passado - volume 31

A.A. CHAVANTENSE

Olá,

Após ter feito uma visita ao belo C.A. Ourinhense, na cidade de Ourinhos, segui viagem pela Rodovia Raposo Tavares e fui até a pequena, mas simpática Chavantes para conhecer a situação atual do time que mais representou a cidade em competições promovidas pela FPF.

O clube em questão é a Associação Atlética Chavantense, cuja fundação ocorreu em 29 de setembro de 1.929, tendo participado de campeonatos profissional em oito oportunidades durante os anos de  1.965/1.968, 1.982, 1.986 e 1.988/1.989, permanecendo sempre no terceiro ou quarto escalão do futebol paulista. O time alvinegro mandava seus jogos no Estádio Cel. Manuel Ferreira, de propriedade do Município.

Escudo desenhado numa das paredes do estádio. Foto: Orlando Lacanna.

Lá chegando, encontrei um estádio modesto, porém bem arrumado e limpo, mas não conseguia encontrar alguém que pudesse dar informações sobre a situação atual do clube. Quando me preparava para ir até a Prefeitura, eis que surge um senhor de bicicleta, devidamente uniformizado, indicando que o mesmo era funcionário público municipal. Ele se identificou como sendo o Cido, responsável pela manutenção do estádio que seria realizada por ele de forma voluntária, sem ajuda de ninguém.

Entrada principal do Estádio Cel. Manuel Ferreira. Foto: Orlando Lacanna.

Vista parcial das arquibancadas. Foto: Orlando Lacanna.

Visão geral do centro do gramado. Foto: Orlando Lacanna.

Das arquibancadas, visão do gol da direita.... Foto: Orlando Lacanna.

Agora do gol da esquerda. Foto: Orlando Lacanna.

Do gramado, vista da arquibancada coberta. Foto: Orlando Lacanna.

Vestiários das equipes e da arbitragem. Foto: Orlando Lacanna.

Segundo meu cicerone, a Chavantense não existe mais e, portanto, não disputa nenhuma competição, mesmo amadora, sendo que o estádio é utilizado apenas por equipes que representam sítios e fazendas da região.

Além do estádio, tive a oportunidade de ir ao centro da cidade para conhecer um prédio, que se encontra em más condições e que foi a sede social do clube e também servia como alojamento e concentração dos atletas. Ainda de acordo com o Cido, esse prédio seria objeto de uma disputa judicial, uma vez qye a Prefeitua deseja recuperá-lo, mas estaria enfrentando dificuldades, pois os fundadores remanescentes da Chavantense, não estariam concordando com a cessão ou devolução do imóvel. Confesso que não entendi direito essa história, mas foi possível perceber que está rolando um imbróglio jurídico.

Antiga sede social e alojamento de atletas que estaria em disputa jurídica. Foto: Orlando Lacanna.

Ainda recordando o passado, particularmente tive a oportunidade de ver a Chavantense em campo uma única vez, no dia 06 de novembro de 1.988, na cidade de Iracemápolis, em jogo contra o C.A. Iracemapolense - CAUI, que valeu pela segunda fase do Campeonato da Terceira Divisão daquele ano. Naquela época eu era colaborador do jornal esportivo "Popular da Tarde" que pertencia ao Grupo Diário Popular. Velhos e bons tempos aqueles.

Ficha técnica preenchida por mim em 1.988 e transmitida por telefone ao jornal. Como curiosidade, notem alguns nomes de atletas da Chavantense. Reprodução: Orlando Lacanna.

Bem, para finalizar é óbvia a conclusão de que a Chavantense não voltará a disputar campeonatos profissionais tão já e, se isso um dia vier a acontecer, haverá necessidade de ampla reforma no estádio que atualmente comporta no máximo 1.000 espectadores.

Depois dessa visita, voltei para minha base na cidade de Assis para participar de festejos juninos em sítio de familiares, já planejando outras "Volta ao Passado", envolvendo clubes e cidades da região. Aguardem.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 00h04
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Galo de Limeira fatura a Copa FPF - Energil C

Olá,

Continuando a nossa missão de divulgar equipes e competições que pouco aparecem na grande mídia, no domingo pela manhã, mais uma vez botei o pé na estrada e segui em direção à progressista cidade de Limeira, para acompanhar "in loco" a mais uma decisão de outra competição organizada pela FPF. A pedida dessa vez foi ir até o Estádio Comendador Agostinho Prada, para conferir a partida de volta da fase final entre Independente F.C. x A.A. Flamengo decidindo a Copa FPF - Energil C.

Nessa viagem tive mais uma vez a agradável companhia do amigo do JP, Luciano Claudino, que me concedeu uma providencial carona de Campinas até Limeira e vice-versa. Ao chegarmos no estádio, ficamos surpresos com a presença do público, estimado em torno de 6.000 espectadores, numa final de competição que não teve muita divulgação. E como tem sido uma marca registrada do JOGOS PERDIDOS, inicio apresentando as equipes e o quarteto de arbitragem nas fotos abaixo:

Independente F.C. - Limeira/SP. O time posou com camisa branca, mas jogou com a listrada. Foto: Orlando Lacanna.

A.A. Flamengo - Guarulhos/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Quarteto de arbitragem formado por Philippe Lombard, seus assistentes Manoel de Andrade Filho e Nelson Souza Gois que se despediu da arbitragem depois de 21 anos de carreira, além do quarto árbitro Edson Reis Pavani Júnior. Foto: Orlando Lacanna.

Troféus e medalhas ao Campeão e Vice-Campeão. Foto: Orlando Lacanna.

Como na partida de ida, o Galo da Vila Esteves havia vencido por 3 a 0 no campo do adversário, só perderia a conquista do título se ocorresse uma tragédia futebolística que seria uma derrota por no mínimo quatro gols de diferença. Diante dessa panorâmica, como já era esperado, o Flamengo foi logo para cima com o claro objetivo de tentar abrir a contagem rapidamente, porém não conseguiu seu intento, embora tenha criado algumas oportunidades.

Saída para o ataque do time guarulhense. Foto: Orlando Lacanna.

O Independente que jogava com o regulamento embaixo do braço, foi aos poucos apertando a defesa do Flamengo, criando pelo menos duas oportunidades que não foram aproveitadas, sendo que numa delas, a bola explodiu no travessão do goleiro Neto e, com isso, a primeira etapa terminou mesmo no 0 a 0.

Ataque pelo alto do time limeirense. Foto: Orlando Lacanna.

Petardo que explodiu no travessão da meta defendida pelo Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Após o intervalo regado a sucos e salgadinhos, gentilmente oferecidos pela Diretoria do Independente, pude acompanhar um início de segundo tempo no qual o Flamengo foi para o tudo ou nada, já que tinha apenas quarenta e cinco minutos para tentar resolver a parada e logo aos 4 minutos conseguiu marcar seu primeiro gol por intermédio de André Bocão que aproveitou rebote do goleiro Fernando. Por alguns instantes, a esperança de reação brotou nos rostos dos atletas de Guarulhos, mas a alegria durou pouco, pois aos 8 minutos, o time alvinegro chegou ao empate num golaço de Gilmar Baiano que acertou um tirambaço de fora da área com a bola entrando no ângulo superior direito do goleiro visitante.

Bola estufando a rede do Flamengo no gol de empate. Foto: Orlando Lacanna.

Mesmo chegando ao empate, a torcida local demonstrava não estar satisfeita com a atuação de sua equipe, tanto que passou a cantar "vamos jogar Galooooooooo" e, mesmo assim o Flamengo ainda era mais perigoso, tendo criado outras duas chances que foram neutralizadas pelo bom goleiro Fernando. O Independente procurava esfriar o jogo, tocando mais a bola, mas mesmo assim conseguia dar suas estocadas contra a defesa do Flamengo.

Mais uma tentativa de ataque do Independente que não deu em nada. Foto: Orlando Lacanna.

Na medida em que o tempo ia passando, a torcida local foi se soltando e a festa começou com o grito "chupa Leão o Galo é Campeão". Só lembrado aos amigos internautas que Leão é a mascote da equipe rival da cidade que é a Internacional.

Final de jogo com o marcador indicando Independente 1 - 1 Flamengo que deu o título ao time limeirense e a esperança aos seus torcedores e dirigentes de que o Galo pode fazer boa campanha no Paulistão da Série A3 de 2.008 visando conseguir o tão sonhado acesso à Série A2 em 2.009. Os integrantes do Flamengo também ficaram muito satisfeitos com a campanha e principalmente pela formação da base do elenco que também irá disputar o acesso à Série A2 no ano que vem.

Depois do apito final do árbitro, a festa começou dentro do gramado, com os atletas demonstrando muita alegria pela conquista do troféu, cuja entrega juntamente com as medalhas começou logo a seguir com a presença de vários Diretores da FPF, inclusive do seu Presidente.

Entrega do troféu de Vice-Campeão ao capitão do Flamengo. Foto: Orlando Lacanna.

Time Vice-Campeão posando com o troféu de forma descontraída. Foto: Orlando Lacanna.

Entrega do troféu de Campeão ao capitão do Independente. Foto: Orlando Lacanna.

Jogadores do Independente na tradicional volta olímpica exibindo a taça de Campeão aos torcedores. Foto: Orlando Lacanna.

Após a solenidade de entrega das medalhas e troféus, iniciei meu retorno para São Paulo via Campinas, novamente com a sensação de dever cumprido, com o JOGOS PERDIDOS mais uma vez marcando presença.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 01h55
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Corinthians é campeão ínvicto no Sub 17

Olá,

Em outro final de semana com partidas decisivas de campeonatos organizados pela FPF, no sábado pela manhã, me dirigi ao charmoso Estádio Paulo Machado de Carvalho, o popular Pacaembu, para acompanhar a partida de volta entre S.C. Corinthians Paulista x Pão de Açúcar E.C. válida pela fase final do Campeonato Paulista de Futebol Sub 17.

Como na partida de ida o Timão havia vencido por 2 a 1, a missão do Pão de Açúcar era das mais complicadas, pois além de enfrentar uma equipe com excelente campanha e bons jogadores, ainda tinha que vencer no mínimo por dois gols de diferença e, por conta disso, o favoritismo era do alvinegro do Parque São Jorge. Antes de começar a falar de bola rolando, vamos com as fotos dos times posados e do quarteto de arbitragem que estão abaixo:

S.C. Corinthians Paulista (Sub 17) - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Pão de Açúcar E.C. (Sub 17) - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.                                                                                                              

Quarteto de arbitragem composto por Otávio Corrêa da Silva, seus assistentes Alberto Poletto Masseira e Marcelo Moreno Santos, além do quarto árbitro Uelington Rosa Pereira com os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.

A partida começou com o PAEC tentando ir para cima, mas o Corinthians conseguia neutralizar as tentativas de jogadas mais ousadas do adversário que teve o domínio territorial durante os primeiros quinze minutos.

Tentativa de ataque do Pão de Açúcar com marcação em cima dos corintianos. Foto: Orlando Lacanna.

Aos 18 minutos, na primeira boa jogada do ataque corintiano, o atacante Fernando Henrique foi lançado e apareceu livre à frente do goleiro Gustavo que como último recurso acabou cometendo pênalti que foi convertido pelo excelente atacante Marcelinho, aumentando ainda mais a vantagem alvinegra.

Bola no fundo da meta do Pão de Açúcar em cobrança de pênalti. Foto: Orlando Lacanna.

Depois desse gol, a partida entrou num ritmo de alternância de domínio, porém o Corinthians era mais perigoso no campo de ataque, mas não conseguiu aumentar o placar e, com isso o 1 a 0 perdurou até o final dessa etapa.

Um dos poucos ataques do Pão de Açúcar, com o goleiro André em ação. Foto: Orlando Lacanna.

Durante o intervalo, passei a maior parte do tempo, juntamente com os repórteres fotográficos, zanzando de um lado para outro, carregando os troféus para colocá-los num lugar apropriado para serem fotografados.

Troféus ao Campeão (dourado) e ao Vice (prateado). Foto: Orlando Lacanna.

No segundo tempo, logo de cara, a melhor condição técnica do Corinthians apareceu  e o segundo gol surgiu naturalmente aos 4 minutos numa bela cabeçada de Fernando Henrique aproveitando cruzamento vindo da direita.

Início da jogada que resultaria no segundo gol alvinegro. Foto: Orlando Lacanna.

Após o segundo gol, era possível perceber que a fatura já estava liquidada, a menos que os caprichos do futebol entrassem em campo, porém a segurança demonstrada pela garotada do Parque São Jorge e um certo desânimo do Pão de Açúcar, impediu o surgimento de alguma surpresa.

Oportunidade desperdiçada pelo ataque corintiano. Foto: Orlando Lacanna.

Raro lance de perigo à meta corintiana. Foto: Orlando Lacanna.

Partida encerrada com o placar mostrando Corinthians 2 - 0 Pão de Açúcar que deu o título de forma merecida à equipe alvinegra, que em 28 jogos venceu 24 e empatou 4, marcando 71 gols e sofrendo apenas 19, título esse que representa a única alegria dos torcedores corintianos em 2.007, pois as categorias de base Sub 15 e Sub 20 ficaram pelo meio do caminho e a equipe profissional proporcionou uma grande tristeza aos seus torcedores. Além da conquista do título, fica a esperança do surgimento de uma excelente geração que se for bem trabalhada e lançada no momento certo poderá dar grandes alegrias aos fãs corintianos. Nesse grupo de campeões os grandes destaques foram: Renato, Lucas, Fernando Henrique, Rafael Silva, Bruno e Marcelinho. Parabéns aos atletas, ao técnico Zé Augusto, comissão técnica e a todos que contribuíram para essa conquista.

Equipe Tetra Campeã do Sub 17. Foto: Orlando Lacanna.

Tão logo a partida foi encerrada, a festa começou nas arquibancas e no gramado e em seguida teve início a entrega dos troféus e das medalhas às duas equipes.

Entrega do troféu de Vice-Campeão ao capitão do Pão de Açúcar. Foto: Orlando Lacanna.

Entrega do troféu de Campeão ao capitão Renato do Corinthians. Foto: Orlando Lacanna.

Comemoração dos Campeões. Foto: Orlando Lacanna.

Após a cerimônia voltei para casa com a sensação de dever cumprido, pois o JOGOS PERDIDOS esteve mais uma vez presente numa decisão de competição pouco divulgada e que foi por nós acompanhada desde o início. Além dessa decisão, já estava me preparando para acompanhar outra final no domingo pela manhã na cidade de Limeira, mas isso é papo para outro post. Aguardem.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do JP às 11h43
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