Nosso estado de espírito!

QUEM É QUEM NO JP!

Orlando Lacanna - 57 anos e viajante do nosso interior. Não faz Lista, mas com certeza já viu mais de quinhentos clubes. Viu times especiais, como o Carioba de Americana, o Comercial de São Paulo e o Minister de Santo Amaro.

Jurandyr Junior - 40 anos, juventino e americano. É o membro mais polêmico da equipe e foi o responsável por reunir a maioria dos integrantes do grupo pré-JP. Possui 594 times na Lista. Já viu jogos na Letônia, Lituânia, Estônia, Eslováquia e Áustria. É o mais viajado do grupo e possui trunfos absurdos.

Victor Minhoto
- 29 anos, juventino roxo, mas consciente do mundo. Tem 418 times vistos. Atualmente mais atuante no futebol mineiro. Viu Inglaterra e Argentina em Wembley, e viu times do cacife de Wrexham e Finn Harps.

Estevan Mazzuia
- 29 anos, já torceu para time grande, mas atualmente prefere acompanhar os times das divisões de acesso. Tem 355 times na Lista, com Manchester United, Ideal de Sete Lagoas e South Melbourne como trunfos. O único no JP que viu times das 6 confederações.

Fernando Martinez
- 31 anos, e sempre fica nervoso com a Lusa e o Juventus. Possui 453 times na Lista. Apaixonado pela Javari, Comendador Souza e Canindé. Tem trunfos como a Seleção Chinesa, Independiente Medellin, Rio Grande, Carlos Renaux e Lami de Porto Alegre.

David Libeskind
- 41 anos, grande torcedor do Nacional e simpatizante do Corinthians. Apesar de viver no cinema, tem 315 times na Lista e trunfos como Colorado do Paraná, Tchecoslováquia e Polônia.

Emerson Ortunho
- 35 anos, fanático torcedor do Jabaquara de Santos. Foi o último integrante a ser incorporado no grupo pré-JP. Também possui seus trunfos, como o Vila Aurora do Mato Grosso e o Juventud de Pergamino da Argentina. É grande conhecedor dos clubes argentinos e tem 285 times na Lista.



A História do JOGOS PERDIDOS!
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A História pré-JP - volume 11 - JP no SC / parte 4 de 6

Opa,

Aproveitando o esquema tranquilo e sem jogos de futebol graças ao carnaval, vamos continuando os posts com a minha saga pelo Sul do país em 2004. Agora vamos com o meu quarto jogo assistido por lá, e o segundo em terras catarinenses. O primeiro jogo em SC foi o genial Carlos Renaux e Juventus, e ele começou exatamente às 15 horas. E graças a mudanças na tabela, naquele domingo ainda teria mais um jogo pelo catarinense da B-1. E aonde ele seria? Justamente na cidade de Camboriú, que fica (logicamente) ao lado do Balneário Camboriú, lugar aonde eu estava ficando.

Escudinhos do SD Camboriuense e do CA Operário, que é chamado de Operários Mafrenses pelos mais íntimos. Dois trunfos que valem muito na Lista. Fonte: www.distintivos.com.br

Então, às 18 horas, fui acompanhar a partida entre os times do Camboriuense e do Operários Mafrenses. Não poderia nem cogitar perder essa partida, assim, com uma carona providencial, corri de Brusque, local da partida anterior, até Camboriú, tudo para ver mais um Jogo Perdido. Cheguei lá em cima da pinta, mas com tempo suficiente de conhecer o local.

A localização do Estádio Municipal Roberto S Garcia é bem no centro da cidade, sem nenhuma dificuldade para se chegar lá. Logo adquiri meu ingresso e entrei nesse templo desconhecido. Mesmo sem muita capacidade e um tanto quanto acanhado, o estádio é bem agradável e é um ótimo lugar para se ver um joguinho. Como de praxe, já fui entrar em campo para tirar as fotos EXCLUSIVAS dos times posados. De forma estranha a equipe do Operários Mafrenses não quis posar para foto, pois "iria atrapalhar o aquecimento" (!) e o Camboriuense posou, mas sem o goleiro, que preferiu continuar seu aquecimento pessoal... vai entender...

SD Camboriuense (sem o goleiro) - Camboriú/SC. Foto: Fernando Martinez.

Agora falando do jogo, posso dizer que foi uma partida bastante disputada. Logo no comecinho, o Camboriuense chegou ao seu belo gol, já conquistando uma boa vantagem logo de cara. No restante do primeiro tempo, o time da casa foi mais eficiente do que o time de Mafra. Ao Operário, restavam alguns contra-ataques sem muita eficiência.

Detalhe do jogo entre Camboriuense e Operários Mafrenses. Notem no fundo da foto, a entrada do estádio em Camboriú, podemos dizer com propriedade que aquilo é um símbolo fálico de verdade. Foto: Fernando Martinez.

No intervalo, como estava sozinho, fui buscar as famosas informações das equipes, degustar um churrasquinho na porta do estádio e curtir um sorvete. É um dos lugares mais agradáveis que já fui. E o público estava bem animado com o jogo, deixando o estádio com um belo visual.

No segundo tempo, não restava outra alternativa à equipe dos operários senão o ataque. E com isso levou bastante perigo ao gol do Camboriuense, que praticamente passou o tempo segurando a sua vitória parcial.

Ataque do Camboriuense sem muito sucesso no jogo contra o Operários Mafrenses. Foto: Fernando Martinez.

O jogo acabou ficando relativamente nervoso, o que causou algumas expulsões. Mas no final, o time da casa garantiu o resultado, conquistado naquele gol solitário do primeiro tempo: Camboriuense 1-0 Operários Mafrenses. Dever cumprido, e agora era só voltar ao meu quartel-general da fumaça e da leseira.

Detalhe de um dos ataques da Camboriuense durante a partida. Foto: Fernando Martinez.

Bola disputada dentro da área levando perigo ao gol do time do Camboriuense. Foto: Fernando Martinez.

Foi uma rodada dupla fantástica, que ficou na memória como uma das mais legais até então. Mas ainda não tinha acabado, ainda tinha em mente assistir dois jogos no fim-de-semana seguinte. Para isso foi preciso passar ileso de segunda a sexta na república em que eu estava. Tarefa difícil, e que gerou muito estresse, alguns deles reverberando até hoje, mas isso é outra história... o que vale é que o cronograma foi totalmente alterado pela FCF durante a semana, e vi jogos totalmente diferentes do que esperava... mas isso fica para o quinto post da série...

Até lá

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 18h27
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Opa,

Agora vamos com mais um post dos jogos vistos pelo JOGOS PERDIDOS no sábado de carnaval. Tínhamos algumas escolhas... eu por exemplo, quase fui ao Pacaembu, mas decidi no final ir ao Parque Antárctica, ver o jogo entre Palmeiras B e Sorocaba, pela Série A2. Mal sabia que acabaria quase me arrependendo, tudo por causa do tratamento "VIP" que ganhei por lá...

A palhaçada já começou no guichê. Se alguém que nos lê aqui já foi ver algum jogo do time B do alviverde, deve conhecer um bilheteiro - que infelizmente não sei o nome - que é um exemplo de grosseria, má-vontade, estupidez e falta de educação. Cheguei com o jogo acabando de começar e o mesmo disse que não havia mais ingressos para a numerada descoberta do Parque. Isso no mínimo soou ridículo, já que com certeza não haveriam 5 mil pessoas nessa partida. Mas de qualquer forma fui OBRIGADO a comprar (com o querido bilheteiro falando "se não quiser esse, vai pra casa e não enche o saco!"... uma simpatia!) a meia-entrada da numerada coberta, com valor de 10 reais.

E para a minha surpresa, o público pagante lá foi de 64 pessoas, e mais surpreendente ainda, é que logo após eu sair do guichê, esse bilheteiro retardado ainda vendeu três ingressos de meia-entrada descoberta para pessoas que estavam atrás de mim na fila. Ou seja, ele vende o ingresso que quer, dependendo se ele for com a sua cara ou não. E para emendar, ainda não fui autorizado a entrar com meu guarda-chuva no estádio... e não pensem que é aquele com ponta... não, é um de mão, quebrado e que não oferece perigo a ninguém. Mas os PM's, com sua tradicional simpatia, disseram que eu não ia entrar com aquilo. Ainda argumentei que nos outros jogos lá não tive problema e de bate-pronto tive a resposta: "Aí não é problema nosso, já que não estávamos aqui nos outros jogos." Genial! No fim das contas, muquiei meu artefato embaixo das catracas na entrada.

Bom, já com a paciência zero, nem imaginava mais curtir direito o jogo. Lá entrando encontrei o Jurandyr, o David e o Mílton, perdidos na numerada descoberta.

Lance no meio-campo do jogo entre Palmeiras B e Sorocaba. Foto: Fernando Martinez.

Com tanta besteira que o Jurandyr fala, acabei me acalmando e comecei a curtir o jogo. Tudo bem que foi irritante ver o Palmeiras B jogar, dominar o jogo e conseguir a façanha de perder tantos gols. Se o time tivesse um pouco mais de calma, já teria saído para o intervalo com uma vitória definida. E com um pênalti mal batido, e defendido pelo goleiro Marcelo Flores, o jogo foi em 0 a 0 para o intervalo mesmo.

Goleiro Marcelo Flores do Sorocaba defende penal muito mal batido pelo Palmeiras B. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo, o jogo não mudou. O Palmeiras B acabando com o jogo - acredito que seja o melhor time do alviverde B que já tenha sido montado desde sua formação, no ano 2000 - e o Sorocaba só na defesa, sem fazer nada para ameaçar o gol do time da casa. Quando o 0 a 0 já parecia definitivo, mais um penal para o Palmeiras B. E o que rolou? Mais uma cobrança desperdiçada, agora com a bola indo para a trave.

Mais um lance da partida entre Palmeiras B e Sorocaba no Parque Antárctica. Foto: Fernando Martinez.

Mas no final o verde acabou colocando a cabeça no lugar, e começou a marcar seus gols, mais do que merecidos. Três a zero foi pouco, e só não foi mais graças às defesas inportantes do goleiro do Atlético Sorocaba.

 

O Jurandyr e o David decifrando o que há na carteira do nosso querido "quase-ator", de um lado a lista de jogos do rapaz, e o rótulo do Refrigerante Mineirinho, muito conhecido nas terras fluminenses. Ao lado, eu pegando meu guarda-chuva de volta no final do jogo, depois de ter muquiado ele direitinho. Fotos: Fernando Martinez e Jurandyr Junior.

Final de jogo: Palmeiras B 3-0 Sorocaba. Uma vitória maiúscula para o melhor time no Palestra Itália...

E por hora é só... amanhã tem mais post especial, ainda com a minha viagem ao Sul em 2004...

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 15h50
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Olá,

Com a chegada do Carnaval, não me aventurei a botar o pé na estrada e fui logo ali na cidade de São Bernardo do Campo, no Estádio 1º de Maio e acompanhei ao jogo São Bernardo 1 - 0 ECO, válido pela sétima rodada do primeiro turno da primeira fase do Campeonato Paulista Série A3. O jogo prometia muito, pois colocava frente à frente o líder e único invicto da competição, contra o terceiro colocado.

EC Osasco - Osasco/SP. Foto: Orlando Lacanna.

Antes de falar do jogo, quero registrar que mais uma vez encontrei o Delegado da FPF responsável pela elaboração do Relatório de Avaliação Técnica de Arbitragem. Dessa vez foi o Sr. Wilson de Oliveira, ex-árbitro que atuou em 680 jogos aproximadamente, entre os anos de 1983 e 2000. Quando me identifiquei como sendo do JP, ele comentou que já vinha ouvindo falar sobre nós há muito tempo e que no meio da arbitragem somos muito citados pela importância do nosso trabalho.

Defesa do goleiro do São Bernardo FC no jogo contra o ECO. Foto: Orlando Lacanna.

Quanto ao jogo em si, tivemos um primeiro tempo equilibrado, com muita marcação e poucas jogadas ofensivas. O ECO me pareceu um time bem ajustado e consciente do que quer em campo e teve um ligeiro predomínio, embora as únicas oportunidades de gols, que foram duas, foram do Tigre do ABC, que as desperdiçou.

Jogada na lateral do ataque do São Bernardo FC no segundo tempo da partida. Foto: Orlando Lacanna.

Na etapa final o time da casa cresceu e foi empurrando o adversário para o seu campo de defesa. O domínio passou a ser do São Bernardo, que aos 17 minutos, marcou seu gol através do meio campista George. De cabeça ele aproveitou rebote vindo de uma cobrança de falta da ponta direita. Sendo que essa falta que originou o gol, foi muito contestada pela equipe do ECO, uma vez que o árbitro não havia marcado nada e acabou atendendo sinalização do assistente, que acabou ouvindo um "monte" dos osasquenses.

Mais um ataque do Tigre do ABC que a defesa do ECO acabou cortando. Foto: Orlando Lacanna.

Depois do gol, o jogo voltou a ficar equilibrado até aos 35 minutos, quando o São Bernardo teve um jogador expulso por ofensa ao árbitro. A partir daí o time da casa recuou e levou sufoco até o fim do jogo, que acabou virando meia linha. Aos 47 minutos, o ECO perdeu a maior chance de gol do jogo, pois o seu atacante, da marca de pênalti e livre de marcação, mandou a bola por cima do travessão.

Final de partida que mostrou que as duas equipes têm condições de almejar classificação para a segunda fase, em especial o ECO, que apesar da derrota deixou boa impressão.

Bem, para esse final de semana da minha parte é só e bom Carnaval a todos.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do Clube às 15h19
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Fala pessoal!

Futebol no carnaval é só mesmo no sábado e na quarta-feira de cinzas, então temos que aproveitar. Depois de desfilar pela Acadêmicos do Tatuapé, na madrugada de sexta-feira (apesar de não ser muito minha praia, esse ano entrei no esquema do nosso amigo Estevan), fui dormir às 07:00 horas do sábado e ainda tive a manha de acordar e chegar às 10:00 horas no Estádio Municipal de Mauá, para presenciar a partida Mauaense x Independente. Comigo só mesmo o Jurandyr também encarou a parada, tendo que me aguentar meio zumbi.

Assistir jogo em Mauá é sempre legal e tranqüilo e mesmo a Mauaense estando com um time razoavelmente fraco, os jogos lá tem sido bem interessantes. Dessa vez não foi diferente e a equipe da casa começou buscando o ataque, mas logo a realidade do jogo foi aparecendo.

Lance da partida Mauaense x Independente. Foto: Emerson Ortunho.

Com um time um pouco superior ao de Mauá, o Independente foi dominando o jogo e abriu 2 a 0 no primeiro tempo, levando esse placar para o intervalo com muita tranqüilidade.

Zagueiro do Independente afasta o perigo da área. Foto: Emerson Ortunho.

No segundo tempo, a Mauense tinha que ir para cima, e foi... mas como falta qualidade técnica e orientação táctica aos jogadores, o time foi pra cima naquele esquema "bumba meu boi", sem saber o que fazer com a bola. Aproveitando essas fraquezas do adversário, o Independente chegol ao terceiro gol logo no começo da segunda etapa, praticamente selando o destino do jogo. E o time de Limeira poderia ter feito mais, se tivesse um pouquinho mais de empenho e ousadia.

Lance de ataque do Independente no segundo tempo. Foto: Emerson Ortunho.

Aos 18 minutos, a Mauaense achou seu golzinho, mas o que poderia ser uma reação, parou por aí. Final de jogo: Mauaense 1 x 3 Independente.

Agora é só curtir um pouquinho do aconchego do lar e entrar no mesmo esquema do Fernando, filmes e muito Rock'n'Roll.

Abraços!

Emerson.



Escrito por Algum membro do Clube às 15h18
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Opa,

Em ritmo de carnaval alternativo, com muitos filmes e rock and roll, vamos com os posts reduzidíssimos desse fim-de-semana, mais precisamente do sábado de carnaval (e esse aqui da sexta-feira). Não tínhamos muitas opções, então fomos com o básico mesmo. Na sexta-feira iniciamos a folia com o jogo entre São Caetano e Portuguesa, no Anacleto Campanella. Junto comigo, o Mìlton, mostrando que nós dois somos os verdadeiros ratos do Anacleto, já que é difícil a gente não ir lá...

Devidamente postados no estádio quase vazio (como sempre), vimos um lance estranho logo no início da partida: a queda do jogador Somália e o desespero de todos dentro de campo. De onde estávamos não conseguimos perceber nada de errado, mas graças à reação dos jogadores, médicos e arbitragem, nos preocupamos bastante, já que a ambulância teve que entrar em campo e retirar o jogador às pressas. Ainda bem que só foi um susto.

 

Desespero dos jogadores de São Caetano e Portuguesa no Anacleto Campanella. O jogador Somália tropeçou e bateu a cabeça num jogador luso e começou a ter convulsões. O povo do Azulão já se lembrou daquele fatídico dia em que o Serginho morreu. Ainda bem que não houve nada de mais sério. Fotos: Fernando Martinez.

Com tudo agora em ordem, tivemos um jogo modorrento no ABC. A Portuguesa deve ter o pior time dos últimos vinte anos, no mínimo. Uma equipe que não cria nada, não leva perigo ao gol adversário e parece que dorme em campo, não tem um futuro muito brilhante, não. Não que o São Caetano tenha uma máquina (que não tem), mas ficou claro desde o começo que o Azulão se sairia melhor no jogo.

Ainda que, no primeiro tempo, o jogo tenha sido equilibrado, as chances mais perigosas foram do São Caetano. A Portuguesa até tentou, mas sem sucesso, chegar ao gol do time da casa.

Um dos raros ataques da Lusa no primeiro tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo a Lusa voltou pior e o São Caetano buscando mais o ataque. Nisso, o gol não demorou a sair, e numa boa jogada do seu ataque, o Azulão fez 1 a 0 depois de rebote do goleiro Gléguer. Depois disso, a Portuguesa não fez nada para que o resultado fosse alterado e parou nisso mesmo.

Ataque do Azulão no segundo tempo graças à fadiga lusitana. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: São Caetano 1-0 Portuguesa. A Lusa está com 11 pontos e louquinha para experimentar uma temporada na Série A2. Se não abrir o olho, cai mesmo, já que serão 4 equipes rebaixadas. Já o Azulão está naquele chove-não-molha, não almeja o título, mas apenas uma colocação razoável (e está conseguindo).

E depois tem os posts do sábado!

Até

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 15h14
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Olá

Bom, hoje venho aqui para mais um post com um joguinho perdido interestadual! Mais uma vez estivemos na cidade de Extrema, MG, para mais um jogo do genial Campeonato Mineiro Módulo II, com a partida entre Extrema e Mamoré. Comigo, o Emerson, o Jurandyr e o Orlando curtiram a jornada. Genial podermos ver um time que há apenas quatro anos estava jogando contra os grandes de Minas, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, na falecida Sul-Minas e hoje está jogando contra um time que se profissionalizou no ano passado! Achamos isso fantástico... Ah, e vale registrar que chegando lá encontramos o Victor, perdido pelo Sul de MG.

Como sempre, conseguimos as fotos dos times posados. Bem diferente do que rola aqui em SP, todas as vezes que pedimos essas autorizações para os representantes da FMF, somos bem atendidos. Aqui o pessoal acha que vamos jogar uma bomba no campo ou correr pelados pelo gramado. Bom, as fotos estão aqui:

Extrema FC - Extrema/MG. Foto: Fernando Martinez.

EC Mamoré - Patos de Minas/MG. Foto: Fernando Martinez.

Quarteto de arbitragem junto com os capitães das equipes. Foto: Fernando Martinez.

Bom, agora falando do jogo, o Extrema começou a mil a partida - igualmente como começou o jogo contra o Unitri - e logo aos dois minutos abriu o placar, num golaço de fora da área do jogador Dênis, em que a bola ainda bateu na trave antes de estufar as redes. O Mamoré não se fez de rogado, e partiu pra cima do time da casa para tentar a virada. Tanta foi a superação da equipe, que com gols aos onze e doze minutos, virou a partida. O primeiro gol foi marcado pelo jogador Marcelo e o segundo pelo jogador Murilo.

Começo da jogada que resultou no primeiro gol do time do Mamoré. Foto: Victor Minhoto.

Com a virada o jogo ficou mais cadenciado, e até o final da primeira etapa, o Mamoré perdeu algumas poucas chances, enquanto que o Extrema não se achou em campo. Muita coisa teria que ser conversada no intervalo. Nesse intervalo aproveitamos para fazer nossos contatos com o simpático pessoal do clube... abraços a todos!

Bola cruzada na área do time de Patos de Minas. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo o jogo voltou mais quente, com o Extrema querendo a todo custo empatar, ou até virar a partida. O Mamoré também não deixava por menos, e levava perigo imediato nos contra-ataques e jogadas bem elaboradas do seu ataque. Chances dos dois lados foram desperdiçadas.

Bola disputada no meio-campo num lance duro da partida entre Extrema e Mamoré. Foto: Fernando Martinez.

Mesmo com maior posse de bola, estava difícil para o Extrema criar mais chances contra o gol de Patos de Minas. A zaga do Mamoré, bem postada, não deixava muitos espaços para o Extrema chegar. Mas numa jogada besta na lateral, o Extrema acabou chegando ao gol de empate. Numa bola praticamente perdida pelo atacante do Extrema, um dos zagueiros do alviverde cometeu um pênalti infantil e deu a chance de empate para os donos da casa. Na cobrança, o camisa 9, Timóteo, não desperdiçou e empatou o jogo.

Detalhe do lance em que o Extrema empatou em 2 a 2 a partida contra o Mamoré. O jogador Timóteo marcou o gol nessa bela cobrança. Na foto, o goleiro está longe de defender o penal. Foto: Fernando Martinez.

Depois foi um festival de chances para os dois lados, sem que nenhum tivesse a sorte de marcar o terceiro gol. Final de jogo: Extrema 2-2 Mamoré, e o Extrema perde a liderança do grupo para o Unitri, mas ainda se encontra em ótima situação para conseguir a classificação. O mesmo acontece com o Mamoré, ainda invicto nesse Módulo II.

 

Dois momentos de exploração absoluta no Sebastião Camanducci: à esquerda, eu e o Emerson sendo flagrados de longe numa espécie de laje, acima das tribunas do estádio. À direita, um placar exótico que ficou a cargo de nós dois. Detalhe que o placar não tem os números 2 e 3, e por isso ninguém mexe em nada lá. Fotos: Orlando Lacanna.

E foi isso, na volta, muita conversa sobre o Campeonato Alagoano, Matogrossense da 2ª divisão, 2ª do Gaúcho e coisas afim... em breve teremos novidades por aqui.

E logo mais tem mais...

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 00h55
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Efemérides Futebolísticas - 24 de fevereiro

Fala povo!

Vamos hoje, sexta-feira de carnaval, com mais uma bela coluna das EFEMÉRIDES FUTEBOLÍSTICAS! Lembrando que a contribuição é sempre feita pelo Denis Haddad e conta com uma pequena participação minha. Seguem as memórias do dia de hoje:

  • 24 de fevereiro de 1883 (sábado) - Campeonato Britânico de Seleções - Em Liverpool, Inglaterra 7-0 Irlanda.
  • 24 de fevereiro de 1946 (domingo) - Campeonato Centro-Americano - Costa Rica 7-1 Nicarágua. Na mesma data, amistoso em São Januário: Vasco da Gama 6-1 Libertad do Paraguai.
  • 24 de fevereiro de 1962 (sábado) - na Rua Comendador Souza, pela Taça São Paulo, Nacional 4-2 Nitroquímica. O Nitroquímica, time do bairro de São Miguel Paulista, ainda joga campeonatos amadores.
  • 24 de fevereiro de 1966 (quinta-feira à noite) - pelo Torneio Rio-São Paulo no Pacaembu, Corinthians 5-4 Portuguesa de Desportos, com 21.149 pagantes. Em 22 de agosto de 1966, numa quarta à noite, também no Pacaembu, pelo primeiro turno do paulistão daquele ano, Corinthians 6-3 Portuguesa.
  • 24 de fevereiro de 1981 - pela Taça de Prata, Palmeiras 2-0 Guarani. Com esse resultado, o alviverde do Parque Antárctica se classificou à Taça de Ouro no mesmo ano.
  • 24 de fevereiro de 1985 (domingo) - Eliminatórias da Copa do Mundo - Estádio Cuscatlan em San Salvador: El Salvador 3-0 Suriname, com 35.652 espectadores. Na mesma data, no Morumbi, São Paulo 2-1 Fluminense pelo Brasileiro, com 8.951 pagantes.
  • 24 de fevereiro de 1996 (sábado à tarde) - Campeonato Paulista, em São José do Rio Preto - América 3-3 Corinthians, com 17.731 pagantes. No mesmo dia, pelo Estadual do Rio de Janeiro, Vasco da Gama 4-2 Fluminense, no estádio Caio Martins com 2.406 pagantes.
  • 24 de fevereiro de 2002 (domingo) - Torneio Rio-São Paulo - Parque Antárctica - Palmeiras 4-3 América/RJ com 7.372 pagantes. No estádio Caio Martins, pelo mesmo torneio, Botafogo 5-1 Etti Jundiaí.
  • 24 de fevereiro de 2005 (quinta-feira à noite) - Campeonato Paulista - Palmeiras 2-2 Sorocaba, com arrecadação de R$ 25.214,00 com 2.147 pagantes. Na mesma data, também pelo Paulistão, no Morumbi: São Paulo 5-0 Portuguesa Santista, com renda de R$ 90.096,00 e público pagante de 7.502.

E foi só... semana que vem tem mais!

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 13h53
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Boa noite senhores!

Depois sumir por algum tempo, eu - o The Watcher - volto às páginas magistrais do JOGOS PERDIDOS para falar sobre os jogos em que estive presente na última quarta-feira. Está certo que estou atrasado, mas problemas internos fizeram isso. A rodada em questão começou no campo da rua Comendador Souza, no jogo entre Nacional e Taubaté. Junto comigo, o Emerson, o David, o Seu Natal e os amigos Paulo e Guilherme.

Marcação dura na partida entre Nacional e Taubaté na rua Comendador Souza. Foto: The Watcher.

Não tenho muito o que falar sobre a partida, a não ser que foi um jogo fraco tecnicamente e que o time ferroviário não mostrou o futebol que o levou à vice-liderança do seu grupo na Série A-2. O Taubaté não fez muita coisa também, mas no final das contas se mostrou mais perigoso nos ataques, inclusive colocando uma bola no travessão na segunda etapa.

No centro do lance uma boa imagem do jogo Nacional e Taubaté. Foto: The Watcher.

Final de jogo: Nacional 0 - 0 Taubaté. Péssimo jogo, e com o zero como nota da partida. Valeu pelo re-encontro com amigos há tanto tempo sumidos do meu círculo social. Logo após a partida, a pedida foi ir correndo até o Parque Antárctica e acompanhar mais um sofrimento juventino no Paulistão 2006. O jogo entre Palmeiras e Juventus marcou, mais uma vez, uma injustiça no placar.

Mesmo com filas quilométricas para comprar e para entrar no Estádio, me deparei com dois guichês para os torcedores grenás. Sem aperto e muito rapidamente, entrei na parte visitante do Parque e vi um dos jogos mais interessantes dos últimos tempos. Comigo, o Emerson e as presenças dos grandes Alfredo, Sérgio Manjuillo e do sempre alerta Jorge Múcio.

O time verde dando chutão na bola espantando o perigo grená no Parque. Foto: The Watcher.

O começo de jogo foi bastante equilibrado, com os dois times perdendo boas chances. Mas aí, o time verde acabou saindo na frente no placar, por causa de uma falha do goleiro Paulo Musse. Numa cabeçada do jogador Enílton, o goleirão aceitou e o alviverde fez 1 a 0. Esse gol acabou não assustando o Juventus, que logo depois, passou a dominar o jogo e perdeu chances incríveis. Tanta pressão resultou no gol grená, através do Paulo Isidoro, numa bela jogada do seu ataque.

Mas quando o Juventus parecia que iria virar o jogo, o goleirão do Juve falhou mais duas vezes - a primeira na bola de longe que resultou no segundo gol palmeirense e na terceira, caindo atrasado no chute do Edmundo - e deixou a partida toda a favor do Palmeiras. No intervalo, o jogo ficou Palmeiras 3 a 1.

 

No intervalo o sempre alerta Jorge Múcio dando a maior touca no Parque, e o Sérgio, feliz da vida, fala no telefone com alguém que nem conhece direito. Fotos: The Watcher.

O segundo tempo foi ainda mais emocionante. Com o morto e péssimo Viola no ataque, o Juventus não oferecia mais perigo ao gol alviverde, e com isso, o time da casa se aproveitou e fez mais um gol, de novo com Enílton. Mas aí, como que se caísse do céu, o próprio Viola fez um favor à toda torcida juventina presente por lá e foi expulso. Com a expulsão dele, o time voltou ao esquema que estava jogando até a partida contra o Santo André, última antes da estréia do veterano atacante. Com um futebol convincente e rápido, os grenás voltaram a mandar no jogo.

Foi interessante ver o grande Palmeiras ter que esconder as bolas dos gandulas, dar chutões para a arquibancada e fazer cera para ganhar do time da Móoca. Em todos os jornais de ontem (quinta-feira), ninguém mencionou isso, mas logicamente o verdão se assustou com a força de recuperação do Juventus.

Ataque perigoso do Juventus no domínio total do final do segundo tempo. Foto: The Watcher.

Mesmo tendo feito dois gols, um com o Paulo Isidoro e outro com o Wellington Paulista, ficou a sensação de que o Juventus poderia ter tido melhor sorte no jogo. Graças ao atacante Sérgio Lobo - péssimo na partida - o Juve perdeu a chance do jogo, num lance em que ele sozinho, na frente do goleiro Sérgio, preferiu parar com a bola e não fazer nada com ela, do que tentar marcar o gol que seria o empate grená.

Final de jogo: Palmeiras 4 - 3 Juventus. E sábado o Juventus joga contra o Mogi, em Mogi, sem o Viola e o Paulo Musse. Isso deve ser suficiente para o time da Móoca garantir os três pontos.

E foi só. Espero que em breve possa participar de novo das inesquecíveis jornadas do JOGOS PERDIDOS.

Excelsior!

The Watcher



Escrito por Algum membro do Clube às 00h00
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Fala povo!

Bom, conforme já relatado no post anterior, fiz uma verdadeira via-crucis para ver meu segundo jogo no domingo. Mas o esforço valia a pena, já que provavelmente foi o último da Lusa fora do Canindé - e na Comendador Souza - nesse paulistão. O jogo foi Portuguesa e Rio Branco, onde a equipe rubro-verde teve mais uma chance de mostrar um bom futebol diante da sua torcida. Lá chegando, já estavam presentes o Jurandyr, o Mílton e o Seu Natal.

Agora, mais uma vez fica a indignação: vinte (20) reais vale para ver um jogo desse horroroso time da Portuguesa? Enquanto o jogo do Corinthians na Libertadores custa 15 mangos na arquibancada do Pacaembu, pagamos 20 reais para ver a Lusa no Nacional. Um absurdo! Talvez isso explique o "grande" público presente lá, de cerca de 700 pessoas (!!).

Bom, falar do jogo é bem fácil. Portuguesa com um time medonho, sem inspiração alguma, com os jogadores dormindo e um técnico limitadíssimo. O Rio Branco, que tem um time bastante fraco, soube ser bem mais efetivo que o time do Canindé.

Escanteio para a Portuguesa ainda no primeiro tempo do jogo contra o Rio Branco. Foto: Fernando Martinez.

O Rio Branco chegou ao seu gol de forma fácil e sem incomodação. À Portuguesa, restou ainda a marcação de um pênalti, cobrado de forma bisonha e ridícula pelo Sílvio Criciúma. Depois de muito tormento, o jogo foi para o intervalo em 1 a 0.

 

O sempre revoltado Sardinha xingando todo mundo. Milton, Jurandyr e Seu Natal apáticos com a apatia lusitana. Fotos: Fernando Martinez.

O segundo tempo não foi muito diferente. A Portuguesa dominou territorialmente a partida, mas na hora de chutar, nada! Com uma incompetência que irritava até os mais calminhos, o time nem assustava o time de Americana, que passou a levar perigo em alguns contra-ataques.

Johnson apostando corrida com um defensor do Rio Branco. Foto: Fernando Martinez.

E num desses escanteios, o Rio Branco chegou ao seu segundo gol. Num dos mais belos gols que vi no ano, o jogador Nunes deitou e rolou dentro da área rubro-verde e com uma calma incomum marcou seu gol. O que já estava difícil, ficou pior ainda. A torcida, indignada, pedia diretores novos e mais jogadores. E até o final foi esse marasmo lusitano.

Mais um lance da Portuguesa e mais um gol perdido. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Portuguesa 0-2 Rio Branco. E a Lusa precisa acordar, já que está pertinho, pertinho da zona de rebaixamento.

E foi só, na semana tem mais doideiras por aí... fiquem ligados!

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 07h11
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Opa!

Finalmente! Agora sim vamos com os posts dos jogos do último domingo em que estive presente. De manhã, tinha algumas opções em vista, mas uma em especial me chamou bastante a atenção: a minha estréia no Módulo II do Campeonato Mineiro (é, nunca tinha visto um jogo por essa divisão e nem sabia disso!), com o jogo entre o Extrema e o Unitri, de Uberlândia. Um jogo mais do que especial, já que acompanhamos toda a trajetória do Extrema na segundona de 2005, e ficamos felizes com seu acesso. Comigo, o Emerson e o David perdidos pelo Sul de Minas Gerais.

E para constar, é só sair de São Paulo que temos livre acesso para as fantásticas e exclusivas fotos dos times posados. Como não podia deixar de ser, seguem abaixo as fotos EXCLUSIVAS da partida: 

Extrema FC - Extrema/MG. Foto: Fernando Martinez.

AU Unitri - Uberlândia/MG. Foto: Fernando Martinez.

Quarteto de arbitragem juntamente com os capitães das duas equipes. Foto: Fernando Martinez.

Os dois times vinham de vitórias no meio da semana. O Extrema ganhou do Nacional de Uberaba, fora de casa e o Unitri massacrou o Rio Branco em Uberlândia. Com isso, a chance de termos uma grande partida era imensa, e isso acabou acontecendo. Logo de cara, o Extrema foi ao ataque, e aos 3 minutos já conseguiu um pênalti a seu favor. O jogador Timóteo bateu e marcou o primeiro gol do alvinegro. Extrema 1 a 0.

Primeiro gol do Extrema marcado aos três minutos do primeiro tempo através do jogador Timóteo. Foto: Fernando Martinez.

O gol não abateu o time do Unitri, que aos poucos foi se soltando e acabou por dominar a partida, deixando ao Extrema só a chance dos contra-ataques. O detalhe que merece ser registrado é que poucas vezes vimos - já que eu e o Emerson ficamos, devidamente autorizados pelo representante, ao lado do banco de reservas do time de Uberlândia - uma equipe tão chata nas reclamações. Era só um cara do Unitri tropeçar e cair no gramado que era uma chiadeira só, sem motivo algum. Por várias vezes o árbitro, o representante, o quarto árbitro interviram para que eles reclamassem menos, o que acabou não acontecendo.

Lance disputado no meio-de-campo no jogo Extrema x Unitri. Foto: Fernando Martinez.

Com tanta reclamação e um futebol não tão efetivo assim - as únicas bolas que levaram algum perigo à meta do Extrema, foram defendidas sem dificuldade - o jogo foi para o intervalo com a vantagem mínima para o time da casa.

 

Que vestiário que nada, o lance é passar o intervalo na sombrinha de uma árvore...foi o que a equipe do Unitri fez. Ao lado, David e Emerson posando na frente das tribunas do estádio Sebastião Comanducci, sempre mostrando o placar de 0 a 9. Fotos: Fernando Martinez.

No segundo tempo a equipe do Extrema acordou e voltou bem melhor. O time foi pra cima e perdeu boas chances de marcar o segundo gol, inclusive com belas intervenções do goleirão do Unitri. O Unitri perdeu um pouco o ímpeto do ataque, e mesmo tendo um gol injustamente anulado pela arbitragem, foi dominado nesse início de segunda etapa. Esse domínio acabou levando o Extrema a marcação do seu segundo gol. Depois de uma bela cobrança de escanteio pela direita, o jogador Cléber cabeceou sem chances para o goleiro. Extrema 2 a 0.

Escanteio para o Unitri no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.

Mas quando tudo parecia que iria acalmar, aos 21 minutos, o Unitri teve uma falta perigosíssima a seu favor. Na cobrança, a bola foi parar certeira no fundo das redes, mesmo com o goleiro do Extrema relando na bola. O jogador Ribeiro marcou o seu e diminuiu... agora Extrema 2 a 1.

Daí para frente foi aquele jogo nervoso, com lances ríspidos e muita disputa de bola. Os dois times acabaram criando chances para a marcação de mais gols, mas no final ficou assim mesmo.

Cobrança de falta que originou o único gol do Unitri na partida. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Extrema 2-1 Unitri. E o Extrema, pela primeira vez, é líder do seu grupo, depois da quarta rodada da primeira fase. Ah, e vale registar aqui a simpatia de todos lá em Extrema com o JOGOS PERDIDOS. Encontramos tembém o Rubens, presidente do Jacutinga AC, que nos garantiu que o time joga a segundona desse ano. Um abraço a todos!!!!

Depois, tinha que continuar com a minha insanidade no domingo. O lance foi voltar correndo pela Fernão Dias, pegar a Avenida Salim Farah Maluf, chegando em SP, entrar na Celso Garcia para pegar um ônibus até a Praça da Sé, dali seguir de metrô até a Barra Funda e de lá finalizar a via-crucis em mais um busão - agora intermunicipal - até a Av. Marquês de São Vicente, aonde mais um joguinho me esperava... mas isso fica para depois...

Até

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 06h19
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Olá,

Na manhã do último domingo, voltei pela terceira vez nesse ano à cidade de Indaiatuba, no Estádio Ítalo Mário Limongi e acompanhei ao jogo SEV 1 - 1 Barretos, válido pela sexta rodada da primeira fase do Campeonato Paulista Série A3.

Como cheguei cedo, tive tempo de bater um papo com diversas pessoas ligadas ao time de Hortolândia, visando esclarecer uma dúvida quanto ao nome atual da SEV. Seria Sociedade Esportiva Votuporanga como consta no site da FPF? Ou seria Social Esportiva Votuporanga como consta no Regulamento da competição? Depois de várias respostas contraditórias, consegui esclarecer junto ao vice-presidente que o nome oficial correto é o que consta no Regulamento, ou seja, Social Esportiva Votuporanga. Como dá para perceber, o nome da cidade Hortolândia não consta do nome oficial, fazendo parte apenas do nome fantasia. O dirigente informou ainda que essa situação perdurará durante o ano todo de 2006 e no próximo ano, dependendo dos acontecimentos poderá haver a substituição do nome Votuporanga por Hortolândia.

Social Esportiva Votuporanga (SEV) - Atuamente sediada em Hortolândia/SP. Foto: Nivaldo Prado.

Na seqüência dos contatos, tive o prazer de conhecer o técnico de futebol Ruddy Machado, que assumirá a direção técnica de um clube ainda não revelado e que disputará a Segunda Divisão a partir do início de abril. Falamos sobre vários assuntos ligados ao futebol e é claro sobre o JP, já conhecido por ele, que também tem um site de futebol denominado Bola Rolando, cujo endereço é: www.bolarolando.com.br.

Bem, finalmente vamos ao jogo, que na primeira etapa teve o domínio do Barretos, que só não saiu em vantagem no marcador porque não foi feliz nas finalizações. A SEV apresentou muito pouco e saiu para o intervalo satisfeita com o empate sem gols.

Lance do jogo entre SEV e Barretos em Indaiatuba. Foto: Nivaldo Prado.

Por incrível que pareça no segundo tempo o jogo melhorou, apesar do calor infernal. Os dois times correram mais e foram mais agressivos nas jogadas de ataque. Aos 22 minutos, o time da casa abriu o placar através de Cleiton, que penetrou pela meia esquerda de seu ataque e soltou uma bomba. A bola ainda bateu no poste esquerdo antes de morrer no fundo do gol.

Detalhe do gol do SEV no jogo contra o Barretos. Foto: Orlando Lacanna.

O Touro do Vale não se abateu e continuou em busca do empate, quase conseguindo em cobrança de falta pelo seu goleiro Stivi, nova versão de Rogério Ceni, que mandou a bola no travessão. De tanto insistir, o Barretos finalmente chegou ao empate, aos 46 minutos através de André, que aproveitou bobeada geral da defesa da SEV. O resultado acabou sendo justo pelo futebol que as equipes apresentaram.

Bela defesa do goleiro do Barretos. Foto: Orlando Lacanna.

Essa foi a última partida da SEV na cidade de Indaiatuba, pois o seu próximo jogo como mandante ocorrerá no próximo sábado, na cidade de Hortolândia, cujo estádio já foi liberado. O jogo será contra o Botafogo de Ribeirão Preto.

Foi um belo fim-de-semana, com muito calor e belas partidas de futebol. Na próxima semana com certeza haverá muitas outras emoções.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do Clube às 01h44
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Opa,

Continuando com a saga do último fim-de-semana: eu e o Seu Natal saimos do jogo em Mauá e fomos direto até a Rua Javari, garantir nosso ingresso para o jogo entre Juventus e Guarani, sem fila e sem confusão. Ainda que esperando um pouco a boa vontade do bilheteiro, fui o primeiro a comprar o ingresso da partida. Tudo para evitar as chatíssimas filas e os inomináveis cambistas, que dominam o lugar na hora do jogo. Depois, vários figuras históricos se encontraram por lá: Jurandyr, Sérgio Manjuillo, Victor, Alfredo, Mílton, David, Syller Savóia (olha aí o nome todo!) e o amigo Rodrigo, aparecendo por lá depois de muito tempo.

E aqui fica um registro: que saudade dos tempos em que só os que curtiam mesmo o Juventus iam na Javari... hoje em dia vemos camisas dos 4 grandes por lá, pessoas que nunca foram e só vão porquê é "engraçado" estar por lá e pessoas que nem sabem o que estão fazendo ali, só vão para arranjar confusão. Com um público de quase 2300 pessoas, o lugar fica insuportável, apertado e sem condição nenhuma de ver a partida. Tudo bem, é ótimo ver o Juventus com público, mas que lá é bem zoado pra isso, isso é sim.

Escanteio para o Juventus ainda no primeiro tempo do jogo contra o Guarani. Foto: Fernando Martinez.

E mais uma vez ficou provado que o Viola é o ponto morto do ataque juventino. Segundo jogo e segunda participação pífia... tudo bem, ele marcou um bonito gol, mas é inegável que o ataque piorou muito depois de sua estréia. O Wellington Paulista, que era a referência no ataque e estava correspondendo, não é nem sombra do jogador que marcou 5 gols em dois jogos (contra América e Santo André), e jogando recuado não tem nada a fazer (além de estar fora da sua posição).

No primeiro tempo, apesar do jogo ter sido equilibrado, o Juventus ainda teve as melhores chances. Essas chances fariam bastante falta no final, já que os atacantes perderam dois gols fáceis. Já o Guarani ficava só na defesa e buscava o contra-ataque, sem levar tanto perigo ao gol grená. No final da primeira etapa, o 0 a 0 foi o placar inevitável. 

Mais uma chance perdida pelo time grená na primeira etapa. Foto: Fernando Martinez.

Na foto, da esquerda para a direita: Victor, Jurandyr, Mílton (no fundo), Seu Natal, David (e seu fantástico sinal de positivo), Syller Savóia e o Alfredo curtem a paisagem na Javari. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo, logo aos 5 minutos, o Guarani marcou seu gol, numa bobeada da zaga juventina. Assim, ficou mais difícil a tarefa do Juventus, já que era inevitável que o Guarani se retrancaria ainda mais. Com preciosismo no ataque, o Juventus irritou o público na Javari e não materializava seu domínio em chances reais de gol. Na primeira delas, o Viola apareceu sozinho, cara-a-cara com o goleiro do Bugre, que fez uma bela defesa.

Viola, cara-a-cara com o goleiro do Bugre, perde chance de empate para o Juventus. Foto: Fernando Martinez.

O Guarani ainda levava perigo em contra-ataques, mas o Juventus era territorialmente melhor, e finalmente chegou ao seu sofrido gol, aos 33 minutos, num belo tento do próprio Viola. Mas ele na comemoração perdeu a chance de ficar quieto, e foi ironizar a torcida bugrina. Quatro minutos depois, o Bugre, em mais uma bobeada juventina, chegou ao segundo gol e matou qualquer reação do time grená.

Bola disputada em mais um ataque juventino no segundo tempo do jogo contra o Bugre campineiro. Foto: Fernando Martinez.

Final de jogo: Juventus 1-2 Guarani. E o time da Móoca conseguiu queimar suas duas vitórias fora de casa com as duas derrotas em seqüência na Javari. Daqui a pouco a zona de rebaixamento está perto, e aí vai virar aquele sofrimento! Abre o olho Juventus...

Depois eu poderia ter ido pra casa, e ficar de boa no restante do sábado... mas como somos do JOGOS PERDIDOS, acabei fazendo mais uma doideira e saí correndo até o Pacaembu, aonde fui assistir ao jogo entre São Paulo e Paulista de Jundiaí. Lá, encontrei o restante do The Jenniffers - Daniel e Marcel Leal - e fomos curtir o jogo no meio da torcida jundiaiense.

Ataque perdido do Paulista no primeiro tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

Bom, nem preciso falar nada do jogo... o São Paulo destrui a equipe do Paulista, que nada fez para conter o ímpeto do time do Morumbi. Complicado é estar num jogo e tentar torcer contra o tricolor... o time tá jogando muito.

Quarto gol do São Paulo, marcado pelo Rogério Ceni de pênalti. Foto: Fernando Martinez.

No final de jogo, São Paulo 5-1 Paulista, e a certeza de que poderíamos ter visto um 8 ou 9 a 1, tamanha a superioridade tricolor. Esse time vai dar trabalho... fico triste com isso, graças ao time que torço. Mas dia 12 de março o clássico entre Corinthians e São paulo será bastante interessante.

 

Vista geral do Pacaembu e à direita, Daniel e Marcel Leal felizes com o desempenho do time do Paulista: "Só tomou cinco, poderia ter sido dez... estamos no lucro". Fotos: Fernando Martinez.

Depois dessa rodada tripla, foi só chegar em casa e dormir "muuuuuito" para recompor as energias para o domingo. Daqui a pouco tem os jogos da rodada dupla interestadual que fiz no domingão!

Até

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 01h38
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Olá,

Iniciando mais um fim-de-semana futebolístico, no último sábado, escolhi para assistir o jogo entre os dois líderes do Grupo 2 do Campeonato Paulista Série A2. Estive no lendário Estádio Palestra Itália e acompanhei a partida Palmeiras B 2 - 1 Grêmio Barueri, válido pela quarta rodada da primeira fase.

SE Palmeiras B - São Paulo/SP (De longe só para registro). Foto: Orlando Lacanna.

Antes de discorrer sobre o jogo em si, quero colocar uma questão: o Palmeiras B venceu e assumiu a liderança isolada do seu grupo com 10 pontos ganhos e ao que tudo indica, deverá se classificar e poderá ser um dos quatro times promovidos à Série A1. Só que o regulamento da Série A2, no seu Art. 9º, diz o seguinte: "A Sociedade Esportiva Palmeiras B, em nenhuma hipótese, mesmo conquistando acesso à Série A1 em 2007, poderá estar na mesma categoria da equipe principal Sociedade Esportiva Palmeiras". Sei que é pouco provável, mas fica a pergunta: e se o time principal do Palmeiras for rebaixado para a Série A2 em 2007? O Palmeiras B não poderá ser promovido à Série A1? Para mim fica a dúvida em razão do que está expresso no parágrafo 2º do mesmo Art. 9º que diz o seguinte: "Havendo descenso da equipe principal para a Série A2 em 2007, a equipe B ficará automaticamente rebaixada para a Série A3 em 2007, independente da sua classificação no Campeonato. Confesso que acho tudo isso muito confuso.

Mas vamos ao jogo que foi diferente dos quais estou acostumado a assistir. Normalmente os jogos pelas divisões de acesso são muito disputados com jogadas ríspidas e muita correria. Não foi o que aconteceu no Palestra Itália, pois vi um jogo leal, sem muitas faltas, com alguma técnica e muito espaço para se jogar. As duas equipes pareciam estar disputando uma partida amistosa. Mesmo assim, o jogo foi bom, pois ocorreram alguns lances de emoção especialmente no primeiro tempo.

Detalhe do jogo entre Palmeiras B e GRB, no Parque Antárctica. Foto: Orlando Lacanna.

Logo aos 2 minutos, o Grêmio Barueri abriu o placar em jogada rápida pela esquerda, em cruzamento que o goleiro Gilvan permitiu o rebote, que foi aproveitado de cabeça pelo atacante Éverton. Rapidamente o Verdinho foi ao ataque e aos 15 minutos, Alex empatou com um tirambaço de fora da área pela meia direita. O Palmeiras continuou comandando as ações e aos 24 minutos, o zagueiro Edylton, do Grêmio, foi infeliz ao tentar interceptar um cruzamento da direita e acabou marcando, contra, o segundo gol alviverde, levando para o intervalo o resultado de 2 a 1.

Falta perigosa marcada para a equipe do Palmeiras B. Foto: Orlando Lacanna.

Na etapa final, o jogo transcorreu na mesma toada, mas sem muita vibração. O Palmeiras se fechou e só saiu em contra-ataques, que no geral não deram certo. O Grêmio, por sua vez, não teve forças para conseguir o empate.

Ataque do time barueriense contra a defesa alviverde. Foto: Orlando Lacanna.

Final de jogo, onde o resultado levou o time do Parque Antártica à liderança isolada do seu grupo. Esse time pode ir longe na competição e quanto ao Grêmio, ficou devendo. A decepção ficou por conta do pequeno público pagante, de apenas 238 pessoas, que proporcionaram uma renda de R$ 2.275,00.

Quero aproveitar e mandar uma saudação especial ao nosso amigo e colaborador Luis Pires, da cidade de Osasco, que aproveitou o nosso encontro para mandar um abraço a todos do JP.

Por ora é só e até o próximo post da jornada matutina do domingão. Fiquem ligados.

Abraços,

Orlando



Escrito por Algum membro do Clube às 01h36
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Fala pessoal!

Bom, começando a mostrar uma verdadeira overdose de jogos vistos nesse fim de semana, com jogos das séries A1, A2 e A3 do Paulista e do Módulo II do Mineiro, vamos com os jogos do sábado: bem cedinho, e tendo dormido apenas duas horas na madrugada, caí da cama e fui com o grande Seu Natal até a cidade de Mauá, para acompanhar o jogo entre Mauaense e São Vicente, pela Série A3 do Paulistão. Lá, achamos o Emerson, perdido nas arquibancadas do Pedro Benedetti.

Mesmo praticamente um zumbi, não me arrependi em nada de ter estado lá, em virtude do jogo ter sido fantástico. Mas até os 30 minutos da primeira etapa, o jogo foi "beeeem" fraquinho, só com duas chances da equipe da Mauaense - numa delas, o atacante driblou o zagueiro, e com o gol livre, chutou na trave - e com o time da baixada só na defesa.

Detalhe do primeiro gol da Mauaense, acordando a torcida presente no estádio Pedro Benedetti. Foto: Fernando Martinez.

Só no final do primeiro tempo o time da casa acordou. Aos 32 minutos, numa bela jogada pela direita, o time de Mauá abriu o placar. Aos 40 minutos, mais um gol, numa bola lançada em profundidade, em que o atacante da Mauaense partiu sozinho e só desviou do goleiro. O time de São Vicente fazia uma partida bisonha, e nada dizia que eles ofereceriam alguma resistência ao time do ABC.

Chance de gol para a Mauaense no segundo tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.

No segundo tempo, a história mudou. Para desespero da torcida da Locomotiva, o São Vicente voltou com outra disposição e deixou todo o marasmo da equipe no vestiário. Jogando o fino, mudaram todo o panorama da partida e logo aos 3 minutos, marcou o seu primeiro gol, numa cobrança de pênalti. Mandando no jogo, ainda perdeu algumas chances de empatar a partida logo em seguida. Mas o empate veio finalmente aos 25 minutos, num belíssimo gol de fora da área para o time alvi-negro.

Mesmo com o gol, o time não parou com o domínio e o que parecia impossível aconteceu: aos 35 minutos, numa bola enfiada, o São Vicente virou a partida, para o completo desespero da torcida, que enchia de "elogios" os jogadores e o técnico Rota, da Mauaense.

Lance do terceiro gol do time do São Vicente. O impossível acontece: o time vira o jogo na segunda etapa. Foto: Fernando Martinez.

Mas quando a Mauaense parecia destinada a sofrer mais uma derrota, um lance definiu a partida: aos 44 minutos, num contra-ataque perigoso, o São Vicente teve a chance de marcar o quarto gol e fechar a vitória. O camisa 10 do alvi-negro driblou o goleiro e conseguiu chutar pra fora, perdendo um gol que até o tiozinho de muleta na arquibancada faria. Na reposição de bola, a Mauaense foi para o ataque e numa jogada confusa, na grande área, conseguiu empatar o jogo heróicamente. 

Lance-chave da partida: aos 44 minutos o camisa 10 do São Vicente perde gol sem goleiro. Aos 45 a Mauaense empataria. Foto: Fernando Martinez.

E não deu tempo pra mais nada, o final de jogo ficou então: Mauaense 3-3 São Vicente, e os dois times insatisfeitos com o resultado. Assim eles continuam lá embaixo na tabela e se não abirem o olho, podem acabar na Segundona.

Depois, fomos correndo até a Rua Javari para adquirir o ingresso para mais um sofrimento juventino no Paulistão. No próximo post tem mais...

Até

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 01h22
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Lua de Mel Futebolística - Vol. I

Ola pessoal!

Depois de alguns meses afastado por motivos técnicos, leia-se computador quebrado mesmo, estou de volta para mostrar alguns jogos que pude presenciar na Europa, no ano passado, durante minha lua-de-mel.

Clube Oriental de Lisboa x Clube Operário Desportivo dos Açores. Reprodução: www.distintivos.com.br

Comecei o passeio por Portugal, onde, no dia 02 de outubro de 2005, consegui acompanhar o jogo: Clube Oriental de Lisboa x Clube Operário Desportivo, pela 2ª Divisão portuguesa, que equivale na verdade a 3ª divisão. A partida aconteceu em Lisboa mesmo, no Estádio Engenheiro Carlos Salema, que lá é chamado de Campo mesmo.

Vista da arquibancada do Estádio do Oriental de Portugal. Foto: Jurandyr Junior.

 

Escudo do Oriental pintado no muro do estádio. Equipe do Operário entrando em campo. Fotos: Jurandyr Junior.

O jogo foi muito truncado e não houve domínio por parte de nenhuma equipe. Assim, com esse equilíbrio e sem eficácia no ataque, o placar foi um dos mais legais que existem no futebol: Oriental 0 x 0 Operário.

Lance da partida entre Oriental e Operário pelo Campeonato Português. Foto: Jurandyr Junior.

E esse foi só o começo da minha lua-de-mel, ainda consegui encaixar alguns joguinhos em meio aos passeios turísticos, mas esses jogos ficam para os próximos post's.

Agora uma dica para quem quer assistir jogos pequenos na Europa, é sempre bom ter o endereço das sedes das federeções, pois é uma ajuda importante para localizar os estádios e muitas vezes fundamentais para quem não quer perder um bom Jogo Perdido.

Fachada da Federação Portuguesa de Futebol. Foto: Jurandyr Junior.

Em breve apareço por aqui com a segunda parte.

Um abraço!

Jurandyr Junior



Escrito por Algum membro do Clube às 23h19
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Efemérides Futebolísticas - 17 de fevereiro

Opa!

E aí pessoal? Como já é de praxe, vamos a mais uma coluna semanal das geniais EFEMÉRIDES FUTEBOLÍSTICAS, sempre com contribuição do grande Denis Haddad e seu fantástico arquivo. Hoje, 17 de fevereiro, vamos com mais momentos históricos dessa data:

  • 17 de fevereiro de 1934 (sábado) - 72.841 espectadores assistem a Sheffield Wednesday 2-2 Everton, no estádio do Sheffield, pela Copa da Inglaterra. Esse foi o maior público da história do Sheffield como mandante.
  • 17 de fevereiro de 1946 (domingo) - pela decisão do Campeonato Cearense de 1945, Ferroviário 3-1 Maguary. Com esse resultado o Ferrim sagrou-se campeão cearense de 45. Na mesma data, no Pacaembu, São Paulo 3-2 Libertad do Paraguai.
  • 17 de fevereiro de 1967 (sexta-feira) - eliminatórias para o Torneio da Concacaf, na Guatemala - Panamá 1-3 Nicarágua. A título de curiosidade, a primeira partida internacional da seleção da Nicarágua ocorreu em 1 de maio de 1929, quarta-feira, quando foi derrotada por El Salvador por 9 a 0, em San Salvador, num amistoso. Sua primeira vitória ocorreria em 10 de março de 1946, domingo, ao vencer a Costa Rica por 2 a 0, pelo Torneio da Concacaf.
  • 17 de fevereiro de 1981 (terça-feira) - pela Taça de Prata, quatro jogos: Remo 5-1 Botafogo/PB, Anapolina 2-0 Tuna Luso, Guarani 4-1 Americano, Comercial/MS 2-0 Coritiba.
  • 17 de fevereiro de 1982 (quarta-feira) - pela Taça de Prata, o Corinthians ganha do Campinense por 2 a 1, no Pacaembu, com público de 34.994 pagantes e se classifica para a Segunda Fase da Taça de Ouro, aonde realizaria ótima campanha, finalizando o campeonato em 4º lugar.
  • 17 de fevereiro de 1985 (domingo de carnaval) - amistoso em Ambato, Equador - Equador 3-1 Finlândia.
  • 17 de fevereiro de 1988 (quarta-feira de cinzas) - amistoso em Riad, Arábia Saudita - Arábia Saudita 2-2 Inglaterra.
  • 17 de fevereiro de 2000 (quinta-feira) - amistoso - Malásia 3-0 Ilhas Maldivas.
  • 17 de fevereiro de 2001 (sábado) - Campeonato Paulista, série A-2 - Juventus 4-2 Mirassol, na Rua Javari, com 326 pagantes.
  • 17 de fevereiro de 2002 (domingo) - Campeonato Capixaba - Tupy 2-3 Alegrense. Pelo Campeonato Paulista daquele ano, sem contar com a presença dos "grandes", na Rua Javari, para 948 pagantes, o Juventus empata com o Rio Branco de Americana em 2 a 2. Nesse jogo, o Juventus desperdiçou dois pontos preciosos na busca do título paulista. O segundo gol do time do interior saiu nos acréscimos, numa falha clamorosa do goleiro Júlio César, hoje no Santo André.
  • 17 de fevereiro de 2005 (quinta-feira) - Campeonato Paulista - Palmeiras 1-2 Mogi-Mirim, com arrecadação de R$ 56.082,00 e 4.482 pagantes, tendo sido posto à venda 19.997 ingressos. A partida ficou paralizada por 35 minutos no primeiro tempo, por queda de energia elétrica.

E foi isso... mais uma sexta e mais uma grande coluna... semana que vem tem mais!

Abraços

Fernando



Escrito por Algum membro do Clube às 23h06
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Boa Tarde,

Apesar de não ser um propriamente um jogo perdido, ontem a noite estive em Bragança Paulista acompanhando a partida entre Bragantino e São Paulo, jogo adiado da 2ª rodada do Campeonato Paulista da Série A1.

Para minha surpresa, apesar do bom público, foi fácil comprar o ingresso e entrar no estádio, mais precisamente na parte coberta, pois já previa a forte chuva que iria cair durante todo o jogo.

A equipe da casa começou o jogo a todo vapor e logo no primeiro ataque, aos 2 minutos, Dinélson fez o gol inicial.

Escanteio para o Bragantino durante o primeiro tempo. Foto: Victor Minhoto.

Ao contrário do que se esperava, o Bragantino não recuou e continuou criando chances de gol, assim como o São Paulo, que buscava o empate, por este motivo o jogo foi aberto e bem movimentado.

Após perder algumas boas chances, o São paulo empatou através de Danilo, aos 17 minutos da primeira etapa, marcador que permaneceu até o intervalo.

Disputa de bola na defesa do São Paulo durante a primeira etapa. Foto: Victor Minhoto.

O segundo tempo foi tão movimentado quanto o primeiro. Logo no primeiro minuto Marcos Aurélio fez o segundo gol do Bragantino, o que mais uma vez obrigou o time visitante a se abrir e buscar o empate, que veio a acontecer aos 24 minutos através de Thiago.

Dez minutos depois, o Bragantino novamente tomou a liderança do marcador com um gol de pênalti do experiente Adãozinho, resultado, mais uma vez o São Paulo se abriu para tentar o empate e a equipe da casa teve boas oportunidades de ampliar o marcador nos contra-ataques.

Quando o jogo estava 3 a 2 para o Bragantino, Rogério Ceni tenta marcar o gol de empate em cobrança de falta, que para na barreira. Foto: Victor Minhoto.

Já no finalzinho do jogo, o Bragantino teve um jogador expulso após tomar o segundo cartão amarelo, fato que contribuiu para o São Paulo mais uma vez empatar o jogo, com uma cabeçada certeira de Thiago, aos 44 minutos da etapa final.

Como o jogo teve cinco minutos de acréscimos, o São Paulo ainda teve algumas chances de virar o placar, mas o jogo terminou mesmo Bragantino 3x3 São Paulo.

No final das contas valeu pelo bom futebol apresentado pelas duas equipes, o único registro negativo foi o preço do ingresso, R$30,00 a arquibancada, R$50,00 a arquibancada coberta e R$80,00 a cadeira cativa.

Até a próxima,

Victor.



Escrito por Algum membro do Clube às 13h03
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Buenas!

No meio da correria da semana, consegui dar uma passadinha no velho Nicolau Alayon para acompanhar o Campeonato Paulista da Série A2. Foi a primeira vez que eu fui assistir o Nacional pelo profissional esse ano, e é sempre prazeroso estar por lá. O jogo verpertino foi Nacional x Rio Claro. Lá presentes, eu, o implacável Jurandyr, que recuperou seu computador e está promentendo post's fantásticos para o Blogue, o David, o sempre presente Seu Natal e também o Paulo Gregori e o grande Guilhermoso.

Dentre as muitas conversas que reloram, também assistimos ao jogo, que por sinal foi muito bom. Incrivelmente só deu Nacional, eu até espera um pouco mais do Rio Claro, mas a equipe do interior se fechou na defesa e tentou, em vão, segurar o resultado.

Lance de ataque do Nacional no Nicolau Alayon. Foto: Emerson Ortunho.

A equipe da casa partiu pra cima desde o início, mas demorou para que as jogadas levassem perigo à meta rioclarense. Na base da insistência o Naça abriu o placar ainda no primeiro tempo numa boa jogada do seu ataque. Mesmo com amplo domínio ainda era difícil chegar na meta do Rio Claro e o placar foi para o intervalo em 1 a 0.

Jogador do Rio Claro tenta de longe marcar o priemiro tento da sua equipe. Foto: Emerson Ortunho.

No segundo tempo novamente o Nacional foi pra cima. Graças aos constantes erros dos atacantes da equipe ferroviária, não tivemos uma goleada histórica na ex-Comendador Souza. O Rio Claro tentou esboçar uma reação, que na verdade só abriu mais o jogo para o Nacional, que ainda chegou ao segundo e terceiro gols, esse último foi belíssimo, feito por cobertura.

Uma foto um tanto anormal, ou "pop art", só a bola entrando na rede após encobrir o goleiro. Um belo gol do Nacional. Foto: Emerson Ortunho.

É isso, no meio da correiria paulistana, uma rodadinha do jeito que o JP gosta: Bom futebol, àquele esquema de conhecer quase todos "gatos pingados" da arquibancada. Deveras relaxante.

Abraços



Escrito por Algum membro do Clube às 12h11
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